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COVID-19


Coronavírus, transmissor da COVID-19

O que é?

A COVID-19 trata-se de uma doença ocasionada por coronavírus SARS-CoV-2, vulgarmente chamado “novo coronavírus”, que apresenta um panorama clínico que oscila de infecções assintomáticas a quadros respiratórios graves, levando inclusive a óbito nos casos mais graves. Em seus estágios iniciais, apresenta sintomas muito similares aos de uma gripe ou resfriado. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a maior parte dos pacientes com COVID-19 (quase de oitenta porcento) podem se apresentar assintomáticos (isto é, não apresentar sintomas) e quase 20% dos demais podem requerer suporte hospitalar por exibirem dificuldade respiratória e desses quase 5% podem necessitar de base para a cura de insuficiência respiratória (o dito respirador artificial). Apesar de apresentar baixa letalidade frente a outras doenças, apresenta como maiores riscos um alto índice de contágio e ter um risco de complicações muito maior para pessoas com mais de 60 anos de idade ou com doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes, doenças cardíacas, câncer etc.

Do que se trata o coronavírus?

Coronavírus é uma linhagem de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi identificado em 31/12/19 após casos registrados na China.

Os primeiros coronavírus humanos foram isolados em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito com esse nome, em consequência de sua aparência na microscopia, parecendo uma coroa (daí o nome, “corona”).

Sintomas

Em muitos dos casos, o indivíduo pode apresentar-se assintomático, isto é, não apresentar sintomas da doença – apesar de, ainda sim, ser um possível vetor de transmissão. No momento em que presentes, os indícios da COVID-19 têm possibilidade de apresentar-se de um resfriado a uma pneumonia severa. Os sintomas mais percebidos são:

  • Coriza
  • Febre
  • Tosse
  • Dor de garganta
  • Complicações respiratórias

Formas de contágio

Estima-se que o primeiro caso humano tenha se iniciado a partir do contato com um animal (silvestre ou doméstico) contaminado. Entre humanos, a transmissão acontece de uma pessoa doente para outra por meio de:

  • Um aperto de mão;
  • Gotículas expelidas, como aquelas em espirro, tosse ou saliva;
  • Fluidos ou secreções, como o catarro;
  • Objetos ou superfícies contaminadas.

Vale lembrar que, devido às características do vírus, o mesmo pode ficar suspenso no ar por vários minutos após ser expelido por uma pessoa doente, o que reforça a importância de se evitar ambientes frequentados por outras pessoas.

Diagnóstico

Em um primeiro momento, um profissional de saúde tem capacidade de avaliar a possibilidade de um sujeito ter COVID-19 por meio dos sintomas indicados anteriormente.

Se por acaso o paciente apresentar os mesmos, um dos seguintes exames clínicos podem ser solicitados por um especialista:

  • De biologia molecular (RT-PCR em tempo real).
  • Imunológico (teste rápido) que detecta, ou não, a presença de anticorpos em amostras coletadas.

Ainda devem efetivar o diagnóstico da COVID-19 por exames clínicos aqueles que exibem histórico de contato próximo com homem/mulher identificado com a doença nos últimos 07 dias.

Medidas de prevenção

Por causa do seu caráter de alto nível de contágio, as medidas de prevenção tentam não apenas evitar o contágio do próprio indivíduo como a disseminação da doença para outros:

  • Lave regularmente as mãos até a altura dos punhos, se possível até os cotovelos, com água e sabão. No momento em que não for possível, utilize álcool em gel 70% para a higienização.
  • Sempre que sair de casa, utilize máscara cobrindo a boca e o nariz – podem ser utilizadas inclusive aquelas feitas artesanalmente de tecido duplo.
  • Ao tossir ou espirrar, caso não esteja utilizando uma máscara, cubra nariz e boca com lenço ou com o braço. Não utilize as mãos, agora que bem possivelmente você tocará outros objetos e superfícies com as mesmas.
  • Quando fora de residência ou após retornar, mas se até então não fez a adequada higienização, não toque os olhos, nariz ou boca com as suas mãos.
  • Mantenha uma distância mínima de 2 metros de outras pessoas. E caso uma delas apresentar algum sintoma de gripe ou resfriado, mantenha uma distância até mais elevada, se for possível.
  • Evite contatos físicos como abraços, beijos e apertos de mãos. Seja quão amigável quanto for possível, entretanto sem contato físico!
  • Higienize itens pessoais que tenha levado para fora de sua moradia, como celulares, carteiras e bolsas, bem como brinquedos – principalmente na hipótese de ter crianças pequenas em casa, que muitas vezes os conduzem à boca.
  • Evite compartilhar objetos de uso pessoal.
  • Mantenha os ambientes de sua casa ou local de trabalho sempre limpos, higienizados e arejados.
  • Evite sair de casa caso não seja verdadeiramente necessário.
  • Se estiver doente, evite contato físico ou aproximação desnecessária com outras pessoas, principalmente idosos e com alguma patologia crônicos.
  • Mantenha o seu sistema imunológico forte: alimente-se de forma saudável, realize atividades físicas e durma bem.

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