Archive for Depressão

Causas prováveis da depressão

Muito mais do que simples estados melancólicos que acometem as pessoas em determinados períodos de suas vidas, a depressão é uma doença de caráter orgânico com sintomas também emocionais, e que deve ser tratada de um modo eficiente, pois em casos mais graves pode fazer com que o paciente corra risco de morte.

Causas prováveis da depressão

A depressão pode ser definida como uma doença de ordem psíquica com etiologia até o presente momento desconhecida, mas com uma variedade de hipóteses que tentam se afirmar com a verdadeira causa desencadeante da depressão. Segundo a grande maioria dos especialistas e pesquisadores da área de saúde mental, a depressão seria decorrente de um desequilíbrio químico das células nervosas que compõem o organismo dos seres humanos, e este processo seria o responsável pelas alterações de humor que o indivíduo com depressão costuma apresentar.

O que se sabe é que existem vários fatores na vida de uma pessoa propensa a apresentar um quadro clinico de depressão que podem desencadear a doença. Recentes estudos científicos estão tentando achar uma relação entre a influência genética e a depressão apresentada pela pessoa. Segundo esses cientistas, o aspecto genético seria de uma importância relevante para que os seres humanos desenvolvam a depressão. Esse fato explicaria porque indivíduos frentes as mesmas situações estressantes ou traumáticas se comportariam de maneira distinta um dos outros. Enquanto uns acabam ficando deprimidos, outros conseguem se recuperar rapidamente e retomar suas atividades diárias.

Principais sinais clínicos da depressão

De acordo com especialistas na área de psicologia e psiquiatria, os sintomas da depressão são bastante variados e se refletem tanto no físico quanto no campo mental do individuo deprimido. Para que haja um diagnóstico preciso é necessito verificar se a pessoa está tendo somente um estado melancólico em virtude de elegem trauma sofrido, ou então se apresenta os sintomas característicos da depressão. Dentre os principais sintomas orgânicos que sinalizam o problema da depressão estão: Fortes dores de cabeça, sensação de náuseas ou enjoos, dores generalizadas pelo corpo, constipação intestinal, alteração do batimento cardíaco.

Dentre os sintomas psíquicos mais frequentes podemos destacar: Dificuldade de concentração, perda de interesse por coisas que antes sentia prazer em fazer, sentimento de fracasso constante, humor deprimido, alterações no sono, com períodos de insônias ou então dormir em excesso, alterações no apetite, com o consumo exagerado de alimentos, ou então a perda total da vontade de comer, diminuição da libido, pensamentos melancólicos, de fracasso, dificuldades em tomar decisões devido a grande insegurança, e em casos mais graves pensamentos suicidas.

Depressão

Considerações finais

É importante ressaltar que a depressão é uma doença de caráter orgânico com sintomas principalmente psíquicos, que deve ser diagnosticada de maneira correta para que o paciente possa iniciar seu tratamento à base de medicamentos antidepressivos combinados com uma psicoterapia. O não tratamento adequado do quadro depressivo pode resultar no óbito do paciente por suicídio.

Por Salete Dias

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Depressão na adolescência


Muitas pessoas acham que a depressão na adolescência é algo raro, mas isso nem sempre é verdade. A adolescência é uma fase em que o ser humano enfrenta diversas mudanças psicológicas, sociais, físicas e comportamentais, no entanto a maioria dos adolescentes consegue equilibrar essa difícil etapa através da boa convivência com os amigos, obtendo êxito na escola ou fazendo atividades externas.

Mau humor uma vez ou outra é de se esperar, mas a depressão é algo diferente. Ela pode destruir ou alterar a personalidade de um adolescente, causando uma enorme sensação de tristeza, desespero, raiva ou ideias suicidas.

Sinais e sintomas de depressão na adolescência

Adolescentes enfrentam várias situações novas, que envolvem as alterações da puberdade e questões que envolvem a formação de personalidade bem como a identificação com grupos da mesma faixa etária. A transição natural da criança ao adulto também pode trazer conflito parental, quando os adolescentes começam a afirmar sua independência.

Nessa situação, a depressão e o mau humor de adolescente normal, dificultam o diagnóstico do real problema que atinge o adolescente, tornando essa fase ainda mais complexa. Os adolescentes deprimidos não necessariamente parecem triste e nem sempre se isolam dos outros. Para alguns adolescentes que enfrentam a depressão, os sintomas mais evidentes são raiva, irritabilidade e agressividade.

De uma maneira geral os sintomas da depressão juvenil são: tristeza ou desesperança, irritabilidade, raiva, hostilidade, choro frequente, isolamento de amigos e familiares, perda de interesse em atividades, mudanças na alimentação e hábitos de sono, inquietação e agitação, sentimentos de inutilidade e culpa, falta de entusiasmo e motivação, fadiga ou falta de energia, dificuldade de concentração, vontade de morrer ou tirar a própria vida.

Efeitos da depressão na adolescência

Os problemas associados a depressão na adolescência estão muito além de um humor melancólico. Muitos comportamentos rebeldes ou atitudes agressivas em adolescentes são na verdade indícios de depressão. A seguir estão algumas maneiras sobre como os adolescentes podem agir em uma tentativa de lidar seu quadro de depressão:

– Problemas na escola: a depressão pode desencadear pouca motivação e dificuldade de concentração. Em um ambiente escolar, isso pode levar a baixa frequência, uma queda nas notas ou frustração com os trabalhos escolares que antes o adolescente conseguia fazer com sucesso;

-Isolamento: muitos adolescentes deprimidos pensam em isolar-se das pessoas, inclusive dos familiares. Tal tentativa é geralmente grito de socorro;

-Uso de drogas e abuso de álcool: os adolescentes podem usar o álcool ou as drogas em uma tentativa de aliviar os sintomas de sua depressão. Infelizmente, o uso abusivo dessas substâncias só pioram as coisas;

– Baixa autoestima: a depressão pode desencadear e intensificar os sentimentos de feiura, vergonha, sentimento de inferioridade e, fracasso;

Tratamento para depressão adolescente

A depressão é muito prejudicial quando não tratada, por isso, se a você identificar nos adolescentes indícios de depressão deve procurar imediatamente ajuda de um profissional especializado na área de psiquiatria e psicologia. Os pais devem estar preparados para auxiliar seu médico fornecendo informações específicas sobre os sintomas de depressão no seu filho, incluindo o quanto eles estão afetando a vida diária do adolescente.

O médico também deve ser informado sobre quaisquer parentes próximos que já foram diagnosticados com depressão ou outro transtorno de saúde mental. Como parte da seleção de depressão, o médico irá realizar no adolescente um exame físico. Se não houver nenhum problema orgânico ou emocional que esteja causando a depressão de seu filho adolescente, pergunte ao seu médico como encaminhá-lo a um psicólogo ou psiquiatra especializado em crianças e adolescentes. A depressão na adolescência pode ser tratada como as opções de tratamento psicoterapêutico e, com medicamentos antidepressivos.

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Distimia – Estado crônico de depressão

A grande maioria das pessoas já ouviu falar em depressão ou estados depressivos. No entanto, a distimia que é uma enfermidade que altera o humor do indivíduo, assim como a depressão, ainda é pouco conhecida pela população em geral.

A distimia é na realidade um estado crônico de depressão, que se caracteriza como um sentimento de tristeza persistente por pelo menos dois anos e que dura a maior parte do dia da pessoa durante um longo período de tempo, trazendo muita infelicidade para o paciente.

Principais sintomas da distimia

A distimia além de se caracterizar por humor triste que o indivíduo sente por muito tempo, o paciente ainda pode sentir muita forme ou ao contrário, ter o seu apetite diminuído, ficar muito sonolento ou ter episódios de insônia, apresentar uma baixa autoestima sensação de muito cansaço e falta de motivação, pensamentos de que não tem capacidade para fazer nada, dificuldade em tomar decisões ou de concentração, além de ter sentimentos de desesperança na vida.

Esses sintomas podem aparecer juntos ou isolados em cada paciente.

Diferença entre distimia e depressão

A distimia ao contrário da depressão deixa o paciente que apresenta um ou mais sintomas ter sensação de que este é modo normal de ser, e que não há nada de errado com ele, caracterizando uma perda de autocrítica quanto à doença, que associada aos vários sintomas da enfermidade pode levar o paciente ao isolamento social, familiar, emocional e profissional.

É relativamente comum uma pessoa sofrer da depressão propriamente dita que já teve um episódio prévio de distimia, o qual geralmente os especialistas costumam chamar de depressão dupla.

A distimia pode ocorrer também, quando o individuo primeiro teve um episódio de depressão, no qual alguns sintomas tenham ficados remanescestes, isso caracteriza um quadro clínico residual de distimia.

Normalmente a distimia pode acometer o individuo ainda na infância, na adolescência ou no início da idade adulta, por isso seu diagnóstico às vezes é difícil de ser feito, pois as pessoas acreditam tratar-se apenas da personalidade do indivíduo e não de um distúrbio emocional.

Nas crianças, pode se expressar por um mau humor ou sensação de irritabilidade ou então por estados de apatia, nos quais a criança fica sempre quieta. Nos adolescentes a distimia normalmente está associada à irritabilidade e atitudes de rebeldia, adição a drogas ilícitas também pode ocorrer.

Tratamento da distimia

Como a distimia geralmente é uma enfermidade associada a outras de origem psicológica, o indivíduo dificilmente procurará ajuda para tratá-la.  O paciente vai ao consultório com queixas associadas à depressão, síndrome do pânico, vícios em drogas, entre outros. Desse modo os pacientes acabam tomando várias medicações para outras enfermidades, mas não especificamente para a distimia.

A distimia de uma maneira geral é tratada com medicamentos antidepressivos e atendimento psicoterápico. A psicoterapia é de extrema importância na terapêutica desses pacientes, e alguns profissionais optam por usarem como base a terapia analítica ou cognitivo-comportamental.

Dependendo do quadro clínico a terapia se entende também a família do paciente, para ajudar na recuperação do paciente e de sua família, uma vez que não é fácil lidar com um indivíduo com distimia, daí a necessidade do tratamento em conjunto.

Por Salete Dias

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Causas da depressão infantil

Não somente adultos podem sofrer de depressão, as crianças também podem apresentar tal mal: a chamada depressão infantil. Infelizmente, a cada dia que passa está se tornando menos incomum encontrarmos uma criança deprimida, o que pode ocultar um problema bastante sério.

Muitas pessoas se enganam quanto à possibilidade de uma criança desenvolver tal quadro clínico, contra-argumentando: há alguma razão para uma criança sentir-se sob pressão? Esperamos que este artigo ajude a desfazer alguns mitos sobre a depressão infantil. Tal tipo de depressão é praticamente idêntica àquela que percebemos em adultos e, nas crianças, também não se trata de uma mera mudança de humor. Da mesma forma que com adultos, a depressão infantil pode ser bastante complicada de tratar, influenciando fortemente em sua vida, em suas tarefas diárias, e quando não é tratada de forma adequada pode prolongar-se ou até mesmo agravar-se.

Muitos de nós acreditamos que as crianças não enfrentam problemas, preocupações em suas vidas. Pensar desta forma é esquecer que as crianças também apresentam desejos e necessidades, como a necessidade de aceitação por parte dos amigos e familiares, o que, quando levada ao extremo, pode conduzir a criança a um quadro de depressão.

Agentes causadores:

  • Existência de familiares com histórico de problema mental ou tentativa de suicído;
  • Experiência de algum tipo de abuso, seja ele físico, sexual ou emocional;
  • Desenvolvimento de doenças crônicas;
  • Divórcio dos pais ou morte de um deles, causando assim a ausência do mesmo;
  • Alimentação não saudável e sedentarismo;
  • Presença de outros fatores negativos, como exposição da criança às discussões constantes dos pais, contato frequente com pessoas que não sejam boas influências, vizinhos problemáticos, etc.

Devido à complexidade do problema abordado, esta não é, por certo, uma lista definitiva, contendo todas as causas, mas podemos considerar estas como sendo as mais relevantes.

Como identificar esse distúrbio:

  • Ausência de interesse em participar de passatempos e outras atividades;
  • Mudança no apetite da criança, passando a não querer comer ou comendo mais do que o comum;
  • Apresentação de sonolência ou insônia;
  • Baixa auto estima;
  • Desejo de suicído.

Caso perceba um ou mais desses sintomas em seu filho, então você deve procurar a juda de um psicólogo. Ao identificar a possibilidade de seu filho estar deprimido, seu próximo passo deveria ser estabelecer uma boa conversa com o mesmo.

Uma boa conversa pode ajudá-lo a reforçar os laços afetivos com o mesmo – lembrando que uma das principais razões da depressão infantil é justamente a falta de atenção dos pais. Planeje um passeio, um dia só de vocês dois. E, nesse clima de descontração, será mais fácil descobrir a razão do atual estado da criança.

Outra coisa importante a ser feita é analisar como anda a dieta alimentar em sua casa. E não se esqueça: somos aquilo que ingerimos. É na infância que nosso corpo mais precisa de uma boa alimentação, a fim de assegurar o crescimento de forma adequada. Não é interessante obrigar a criança a mudar os seus hábitos alimentares. Um bom primeiro passo é quanto à introdução de frutas no cardápio, que são alimentos amados por quase todas as crianças. Já quanto a legumes e verduras… é provável que tenha um pouco mais de dificuldade. Não se esqueça de reduzir a quantidade de alimentos industrializados.

Lembre-se de usar parte do seu tempo com seu filho, estar por perto dele, pois ele precisa de sua atenção. Crianças espelham-se muito naquilo que fazemos. Assim, caso você sofra de alguma depressão, busque meios não medicamentosos para tratar-se, como a prática de esportes, uma dieta mais equilibrada ou mesmo a ioga. Fazer algum jejum também pode ajudá-lo, na medida em que atua na restauração do equilíbrio interior. Se desejar, alguma meditação acompanhando o jejum pode ajudar a compreender melhor as razões da depressão, facilitando assim o tratamento. Mas vale lembrar que o jejum é um passo interessante para um adulto, mas provavelmente não para uma criança, devido às suas necessidades nutricionais diárias.

Reserve um tempo diariamente para desenvolver atividades em família. Alguns exemplos de atividades familiares são idas a um clube aquático, um piquenique ou visitar parentes. Afaste os problemas e busque estar sempre descontraído e feliz, ao menos na presença das crianças, uma vez que elas se espelham em seus pais e os imitam com frequência.

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Depressão – Causas, riscos e prevenção

Estava aqui, perdido, navegando, quando decidi que já estava na hora de escrever algo mais para quem quer ler um pouco mais, informar-se, no meu site.

Então escolhi falar sobre a depressão, ou transtorno depressivo maior, como também é conhecida, um problema de saúde de natureza inerentemente psicológica/psiquiátrica e que acomete grande parte da população – e pelo qual eu também já passei, durante a minha adolescência.

Imagem-referência à depressão

Este é um problema que não possui uma única razão ou causa. Os motivos podem ser vários, desde alguma disfunção alimentar (deficiência de vitamina B6, por exemplo) à submissão a stress intenso e rotineiro.

Este é um problema preocupante pois, segundo pesquisas da Associação Brasileira de Psiquiatria, sendo que de 3 a 11% da população saudável pode contrair o problema e, no caso de pessoas com algum tipo de doença física, a probabilidade aumenta para 22 a 33%, sendo que 80% das pessoas que já passaram por problemas de depressão podem voltar a contrair o problema!

Bem, diante de tantos números, fica claro que a depressão não se trata somente de “estar triste”. A depressão afeta profundamente o estado de humor da pessoa, levando facilmente a rápidas mudanças. Geralmente, quando sob pressão ou situações desconfortáveis, tais pessoas demonstram-se irritadas, tristes ou nervosas de forma mais exagerada do que uma pessoa normal se comportaria.

A depressão pode levar o indivíduo a isolar-se, abandonar atividades que antes considerava prazerosas, crises de insônia (ou mesmo dormir muito mais que o costume) ou de choro, pensamentos suicidas, perda do apetite, etc. Os sintomas são muitos e variam bastante, de pessoa para pessoa, bem como da causa da depressão.

Quando uma pessoa apresenta tais sintomas, o melhor a se fazer é tentar confortá-la, ouvi-la, buscar compreender seus problemas, mesmo que não pareçam graves – uma pessoa com depressão costuma ver os problemas em uma escala exagerada, então desdenhar do mesmo só piora a situação – e buscar indicar orientação médica.

Consultas a um psicólogo (ou a um psiquiatra) são sempre a melhor forma de iniciar-se o tratamento. Caso a crise não seja grave (como, por sorte, fora o meu caso), é possível resolvê-la por meio de várias sessões.

Se o caso não for tão simples, há a possibilidade de buscar socorro em tratamento por meio de medicamentos e tratamento por meio de estimulação de regiões cerebrais.

Dentre os tratamentos medicamentosos, podemos destacar o emprego de Inibidores Seletivos da Recaptação da Seotonina (ISRS), Tricíclicos e Tetracíclicos. Cada qual atua de uma forma diferente sobre um dos vários grupos de neurotransmissores que atuam em nosso organismo. Por exemplo, se for perceptível que há necessidade de inibição da serotonina no organismo, o mais indicado é o uso de algum ISRS.

No campo dos tratamentos não-medicamentosos (ou seja, que não prescrevem medicamentos), podemos destacar a eletroconvulsoterapia (ECT), a estimulação do nervo vago (VNS, da sigla em inglês) e a estimulação profunda do cérebro.

Infelizmente ainda não há excelentes meios para diagnosticar de forma rápida e eficiente qual o tipo de depressão a fim de saber qual a melhor forma de tratamento. Segundo a revista Galileu (edição de agosto de 2007), a medicina hoje ainda tenta descobrir para cada paciente por meio da “tentativa-e-erro”, isto é, um dos medicamentos é administrado (geralmente um ISRS inicialmente) e, se não der certo, passa para o próximo e, caso nenhum dos medicamentos surta efeito (não me lembro agora dos dados exatos, mas, se bem me lembro, cerca de 25% das pessoas demonstram resistência aos inibidores supracitados, sendo necessária, então, a aplicação de tratamento não-medicamentoso).

Uma vida saudável, sem stress ou onde tal situação seja facilmente gerenciável e uma boa alimentação são algumas das coisas que nós do Giga Mundo gostaríamos de indicar a quem possa ter se identificado com os sintomas daqui, principalmente se ainda não estiver em estágios avançados da depressão, pois quanto mais cedo tal problema for percebido e resolvido, mais eficazes são o tratamento e/ou métodos para prevenção.

E prevenir, como sempre, é melhor do que remediar.

Ah! E uma vida agradável e alegre ao lado das pessoa que se ama também é um ótimo meio de mostrar ao seu organismo que “está tudo bem e é você ainda quem está no controle”. 😉

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Depressão infantil ou na adolescência

A depressão é uma doença grave que deve ser tratada de modo adequado para evitar maiores transtornos aos seus portadores. Principalmente em se tratando de depressão infantil ou na adolescência, que são fases nas quais os problemas ganham proporções ainda maiores, os cuidados devem ser redobrados.

Nesse artigo veremos como a depressão se manifesta em crianças e jovens e como detectá-la em tempo hábil para iniciar o tratamento.

Principais sintomas da depressão em crianças e jovens

A depressão de uma maneira geral, ainda é uma doença não muito compreendida por uma parcela significativa da população. Prova disso é que essa palavra é usada de maneira errônea para descrever estados de tristeza ou angústia passageiros que aparecem quando o indivíduo está passando por algum problema. No entanto, a depressão é uma enfermidade grave que se não for diagnosticada de maneira correta e tratada de modo adequado pode levar o indivíduo a cometer suicídio.

Quando a pessoa é adulta fica mais fácil identificá-la, pois o indivíduo consegue expressar seus sentimentos e ideias de tristeza, pessimismo ou ideias suicidas, ou então tende a somatizar esses pensamentos através de algum problema orgânico. Já no adolescente e principalmente na criança que ainda não sabe expressar seus sentimentos de forma adequada, identificar a depressão fica bem mais difícil.

No entanto, um especialista da área de psiquiatria ou psicologia tem condições de avaliar através do comportamento do jovem ou da criança se eles já apresentam o problema.

Quando eles se sentem inseguros, quietos, sem vontade de sair com os outros para brincar preferindo ficar em casa com o pai e a mãe, ou quando eles têm alguma alteração no sono, como insônia ou então dormir em excesso, é o momento dos pais procurarem uma ajuda profissional.

Outra característica do sono é que eles costumam ter pesadelos e não querem ficar sozinhos procurando os pais para dormir com eles, pois demonstram muito medo.

Além disso, tanto a criança quanto o jovem deprimido principalmente no período escolar quando a convivência com seus pares é inevitável, a ansiedade que os acomete por medo dessa situação pode provocar sintomas orgânicos como frequentes dores de cabeça ou de barriga.

Depressão infantil ou na adolescência

Diagnóstico da depressão em crianças e jovens

Segundo especialistas uma das principais características da criança e do jovem que apresentam depressão é o fato de não demonstrarem interesse por nenhum tipo de brincadeira, diversão ou estudo. Geralmente, no ambiente escolar costumam ficar quase paralisados a espera de algum adulto em que confie no caso um professor, por exemplo.

Outro aspecto a considerar é a perda de inciativa e de concentração que ocorre com eles, e que em muitos casos podem levá-los a uma dificuldade na aprendizagem, porém eles não apresentam nenhum déficit cognitivo, pelo contrário às vezes são muito inteligentes, mas as depressões os fazem parecer mais tolos do que realmente são.

Outros sintomas descritos pelos médicos foram: redução da atividade física, alterações durante o período de sono, variações no apetite, ora comem muito, ora ficam sem fome, e um medo ou receio de algo que eles não sabem explicar, e que persiste por um bom tempo em suas vidas.

Tratamento

O tratamento é realizado com antidepressivos em dosagens mais baixas que as administradas nos adultos, e acompanhamento psicológico e psiquiátrico constante, que envolvem também a participação dos pais do jovem e da criança.

Por Salete Dias

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Depressão durante a infância

Como os adultos, as crianças podem sofrer de depressão, neste caso: depressão infantil. Não é incomum e uma vez que as crianças realmente são o mais puro dos seres humanos, pode estar certo de que se uma criança está realmente deprimida então é um problema muito sério.

Um dos equívocos mais comuns sobre a depressão infantil é contra-argumentar dizendo: “que tipo de pressão as crianças sofrem?”. Talvez este artigo revele alguns equívocos sobre a depressão na infância e o que ela é. Na verdade, é bastante semelhante à depressão clínica mutuária da terminologia médica e não é apenas resultante do baixo humor de uma criança como sendo a causa da “depressão” que acaba por ser o real motivo. Não, a depressão infantil é mais intrusiva na vida de uma criança e pode ter longa duração, se não tratada logo.

Talvez um outro equívoco possa ter a ver com a gente pensar que toda criança possui uma vida livre de problemas. Não necessariamente, pois sempre há a expectativa de aceitação pelos amigos, escola e família, que já é suficiente para fazer uma criança se preocupar e pode ser um grande fator a ser considerado no que diz respeito a lidar com um caso de depressão infantil.

Outras causas da depressão infantil:

  • Histórico familiar de doença mental ou suicídio;
  • Vítima de abuso (físico, emocional ou sexual);
  • Doenças crônicas;
  • A perda de um pai em uma idade precoce devido ao divórcio, morte ou abandono;
  • Dieta inadequada e falta de exercício físico;
  • A exposição excessiva a fatores negativos, como os pais discutindo, más vizinhanças, etc.
  • Insuficiente atenção dos pais.

Embora esta não seja uma lista conclusiva sobre as causas da depressão em crianças, talvez esses fatores sejam os mais comuns.

Os sintomas da depressão infantil:

  • Perda de interesse em passatempos e atividades;
  • Repentina mudança no apetite;
  • Mudança no padrão de sono (aumento ou diminuição);
  • Dificuldade de concentração;
  • Fazer declarações desvalorizando como “eu não sou bom o suficiente, eu sou idiota …”;
  • Tristeza persistente;
  • Pensamentos recorrentes de suicídio;
  • Apego ou desapego excessivo.

Se você notar qualquer um destes sintomas no comportamento do seu filho pode ser hora de procurar ajuda. Mas, lembre-se, o primeiro passo pode ser falar com seu filho.

Refaça os laços afetivos com ele. Faça planos para uma “fuga”, um passeio com ele, algo como “Que tal você e eu irmos ao parque, só nós dois, hein?”. E então aproveite o momento para cuidadosamente ver qual poderia ser o problema.

Além disso, pegando alguns conceitos emprestados dos princípios da ioga, este seria um bom momento para avaliar a dieta de toda a sua família. Lembre-se: “você é aquilo que come”. A dieta desempenha, talvez, o papel mais importante na saúde de qualquer um, especialmente em crianças em fase de crescimento então todos os esforços deveriam ser feitos para “agradavelmente” impor uma dieta adequada. Você não deveria trabalhar isso duramente. A maioria das crianças adora bananas, outras frutas doces e sucos frescos. Legumes… talvez nem tanto, mas você entendeu a essência. Tente substituir alimentos processados com outros mais saudáveis.

Tire um tempo para estar lá com o seu filho ou pelo menos estar consciente de que ele ou ela está por perto. Lembre-se que crianças são imitadoras maravilhosas. Se acontecer de você estar deprimido, eu recomendo alternativas sem medicamentos tais como a ioga, bem como uma alimentação adequada, como foi mencionado previamente. Além disso, procure jejuar, mesmo que só um pouco, pois isso pode fazer maravilhas para restaurar o equilíbrio emocional, como resultado do corpo não estar ocupado com as obrigações da digestão, assimilação e reconstrução. Sua mente limpa e tudo desaparece lentamente e, consequentemente, você tende a encontrar as respostas para os problemas garantindo um tratamento para depressão em primeiro lugar. Tenha em mente entretanto que este passo radical é adequado apenas para adultos, não necessariamente para crianças.

Dedicar 30 minutos ou mais por dia para recreação ao ar livre para si e sua família. Visitas ao zoológico, um jogo mais ativo e natação tendem a aliviar a tensão criada no lar, escola ou no trabalho e este pode ser um grande jeito para ajudar a curar a depressão infantil em família. Faça esforços para estar alegre, tanto quanto for possível, uma vez que as crianças imitam o que os seus pais fazem constantemente.

Finalmente, se você é de alguma inclinação espiritual, tente o poder da oração e introduza o seu filho a ele. Ei, Jesus disse: “Deixai as criancinhas virem a mim e não as impeçais, porque delas é o reino de Deus.” Eu acredito que uma criança ligada a Deus está no caminho certo para  impedir a depressão infantil. (É claro que com os fatores mencionados anteriormente, também)

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Como enfrentar a depressão

Quem não passou por problemas na vida? A partir da preocupação de contas a pagar, de trânsito, trabalhar, cuidar das nossas famílias. Caramba … as exigências da vida moderna parece tão esmagadora. Não é à toa que várias pessoas são deixadas lidando com a depressão, em uma busca para lidar com estes encargos.

Às vezes, essas demandas da vida podem agravar a fortes emoções dentro de nós, como preocupação, medo, raiva, desespero. Coincidentemente, estes são todos sintomas de depressão e como conseqüência, lidar com a depressão é uma tarefa que a maioria de nós temos de realizar diariamente.

No entanto, um método muito negligenciado combater e lidar com a depressão com os sintomas é simplesmente um jejum. É tão velha como as montanhas e, talvez, nada chega perto para restabelecer o seu equilíbrio emocional ao lidar com a depressão com esta poderosa ferramenta.

Uma observação da natureza nos mostra que quando os animais estão assustados ou irritados, eles se abstêm de comer até após a passagem de algum tempo. Além disso, é verdade que em circunstâncias estressantes muitas pessoas civilizadas se abstêm de comer e encontrar a verdade que lhes faltam no desejo de comida, mas também é muito frequente que a maioria de nós vai comer grandes refeições, nestas circunstâncias, que será principalmente alimentos formando doenças para começar, que como conseqüência, dificulta ou interrompe totalmente a digestão já retardada em curso.

Isto considerado, talvez a última coisa que você pode querer fazer ao lidar com a depressão, seja ele as suas causas ou sintomas para comer em excesso, eu posso ir tão longe como dizer até mesmo para comer tudo.

Preocupação, medo, ansiedade, agitação, pressa, discussões acaloradas nas refeições: todos preveni a secreção de enzimas digestivas do corpo e dificultam não só a digestão, mas o processo todo da nutrição.

Talvez, por isso, segundo a Bíblia, quando a maioria das pessoas em sofrimento ou precisavam ser expiado com o Criador, eles jejuaram. Quando utilizado como uma ferramenta para lidar com a depressão, se combinados com um poderoso e oração a fé dirigida, em jejum, meus amigos realmente desencadeia os poderes mentais dentro de nós para resolver nossos problemas. Isso nos faz chegar mais perto de nosso potencial como verdadeiras imagens do Altíssimo, e podemos ver como resultado e pensar mais claro como um passo para um método poderoso e eficaz de controle da depressão.

O jejum como uma forma de lidar com a depressão também traz muito benefícios para a saúde é um conjunto que durante a sua utilização, os órgãos digestivos são dados um descanso. Além disso, a mente limpa permitindo um desaparecimento de toda melancolia. Nós redescobrimos a paz de espírito e tranquilidade e as dificuldades da vida não serão tão esmagadora.

Então, quando os problemas parecem pesar sobre nós, quando se lida com a depressão torna-se uma luta quase diária para nós, talvez de todas as indicações acima, a melhor coisa a fazer será a de proceder a uma rápida. Ele definitivamente não vai doer e pode ajudar imensamente.

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Depressão e gravidez

A gravidez é um momento maravilhoso. É o momento em que as mulheres estão animadas para serem chamadas de “mães”. É uma grande oportunidade para aprender sobre o crescimento e desenvolvimento da criança. Mas às vezes pode ser o contrário. Gravidez não é sempre uma experiência tão feliz para alguns. A gravidez pode ser também um tempo para se preocupar. Também pode ser um momento de confusão.

A decisão de uma mulher iniciar uma gravidez traz consigo a aceitação da responsabilidade ao longo da vida para ser uma mãe. Idealmente, a parentalidade eficaz começa mesmo antes do momento da concepção, quando a mulher confirma seu desejo de ter um filho e é fisicamente e mentalmente preparado para os desafios da gravidez, o parto e a parentalidade.

No entanto, a maioria das mulheres passam por uma série de mudanças durante a gravidez que algumas vezes, causando o estresse delas, bem como inúmeras mudanças físicas e emocionais. Como resultado, muitas mulheres grávidas desenvolvem depressão durante a gravidez.

A depressão é o transtorno psiquiátrico mais comum, por isso é uma condição normalmente encontrada pré-existente durante a gravidez. A depressão tem tanto fisiológica, bem como uma causa sociológica. Na verdade, é causada por uma série de fatores diferentes. Mas, é mais provável ser associado a uma alteração nos níveis de substâncias químicas no cérebro. Estes produtos químicos regulam nosso humor, e quando eles se tornam interrompido, pode levar à depressão.

Durante a gravidez, as rápidas mudanças nos hormônios do corpo de uma mulher pode desencadear uma alteração nos níveis dessas substâncias químicas, resultando em depressão. Curiosamente, porém, as mulheres têm duas vezes mais frequentemente que homens, e entre as mulheres, há uma crescente tendência em direção a ela durante os anos reprodutivos.

Provou-se que o rápido aumento nos níveis de hormônios durante a gravidez é realmente um gatilho muito comum para a depressão. Pelo menos 20% das mulheres grávidas sentir alguns sintomas depressivos durante a gravidez, enquanto 10% das mulheres grávidas desenvolvem completamente depressão clínica. Depressão durante a gravidez é realmente muito comum, então muitas pessoas compreendem. Ao mesmo tempo, os profissionais de saúde pensam que as mulheres grávidas não podiam sofrer de depressão por causa dos hormônios da gravidez. Acreditava-se que esses hormônios protegiam contra os transtornos de humor como a depressão.

Qualquer gestante pode desenvolver depressão em algum ponto durante a gravidez. Existem várias causas durante a gravidez, algumas das quais são as seguintes:

  • Ter uma história pessoal ou familiar de depressão
  • Relacionamento ou conflito conjugal
  • Idade de tempo de gravidez
  • Gravidez não planejada
  • Viver sozinha
  • Suporte social limitado
  • Aborto anterior
  • Confusões e complicações na gravidez
  • História de abuso emocional, físico ou sexual

Porque a depressão muitas vezes pode drenar o desejo e a energia de uma mulher, as mulheres grávidas com o transtorno não podem procurar o cuidado pré-natal adequado. Depressão durante a gravidez também pode aumentar a probabilidade de que uma mulher grávida abusar de álcool, cigarros ou drogas durante a gravidez. Quando é mais grave, a depressão diagnosticada clinicamente pode ser uma emergência psiquiátrica. Porque uma mulher está em um período muito difícil de adaptação e menos propensos a sair de seu desespero, a desesperança, e sofrer, ela representa um perigo para si e para seu bebê.

A gravidez é um campo particularmente ativo para a depressão, quer começar de novo ou agravar-se se já é um problema. O estresse adicional físico, financeiro, conjugal e sexual vêm se um está pronto ou não. Em cima disso, todos os sentimentos novos de auto-imagem pobre pode reforçar problemas de auto-imagem já negativos da depressão.

Preparando-se para um novo bebê é um trabalho muito árduo, mas a saúde da mulher deve vir primeiro. Uma mulher grávida deve resistir ao desejo de ter tudo feito, ela deve limitar suas atividades e fazer as coisas que a ajudarão a relaxar. Falar sobre coisas que dizem respeito a uma mulher grávida também é muito importante durante esses tempos difíceis. Uma mulher grávida deve pedir apoio, que na maioria das vezes, ela vai ter. Lembre-se que cuidar de si é uma parte essencial de cuidar da criança por nascer.

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Teste de depressão

A depressão se tornou uma das doenças com o maior crescimento no volume de diagnósticos ao longo dos últimos anos. Coisas como a economia em queda causando uma diminuição nas finanças pessoais, além das tensões e preocupações da vida diária têm causado a muitas pessoas se tornare deprimidas.

Em alguns países, comerciais de televisão já estão anunciando o oferecimento do teste de depressão. Depressão não é somente um “entristecimento do estado da mente” de um indivíduo, mas também causa sintomas como fadiga, ansiedade e perda de motivação, mesmo na mais simples das atividades diárias. Pessoas que estão deprimidas não estão temporariamente temperamental ou triste. A condição é, infelizmente, a longo prazo e afeta negativamente a forma como uma pessoa se sente, pensa e se comporta.

A depressão é uma condição médica genuína que pode ser tratada, mas a ajuda tem que ser procurada. Isso por si só pode muitas vezes ser uma tarefa difícil para alguém com esta doença. Um teste de depressão pode ser importante porque a depressão é uma doença que requer atenção e tratamento médico. Se não for tratada, pode durar meses e, em alguns casos, até anos.

Se você se sente “fora de seu normal” por um longo período de tempo, você pode considerar fazer um teste de depressão. Há várias maneiras que você pode fazer isso. Se você não se sentir à vontade para uma visita ao médico, procure online. Visitar um site que possa oferecer-lhe um questionário simples para decidir se pode ou não estar clinicamente deprimido. Planejamos oferecer também aqui no Tratamento da Depressão um teste de depressão que seja de boa qualidade na forma de um questionário simples, acompanhado de respostas para qualquer dúvida que possa ter sobre a maneira como você está sentindo. Tenha em mente que, se os resultados do teste de depressão levam a acreditar que você esta na verdade sofrendo de depressão, você deve fazer uma consulta com um médico e começar o tratamento.

Se você está ou conhece alguém que está sofrendo de depressão, procure ajuda. Não há nada que se envergonhar. Você não deveria ter que viver na tristeza por isso não continue a deixar a vida passar por você. Você é parte importante desse mundo e que merece experimentar a mesma felicidade que todos os outros ao seu redor.

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