Archive for Mental e Espiritual

Transtornos mentais em idosos

Muitas pessoas que convivem com pessoas idosas às vezes ficam sem saber como lidar quando se deparam com algum transtorno mental nesses indivíduos. Nesse artigo veremos qual a melhor maneira de lidar com esses distúrbios que tanto afetam os idosos e seus familiares.

Principais transtornos mentais em idosos

De acordo com especialistas, uma das razões pelas quais os distúrbios psicológicos em idosos são mais difíceis de diagnosticar é que poucas pessoas esperam que isso aconteça. Em vez disso, elas preferem acreditar no isolamento e na diminuição dos círculos sociais durante o envelhecimento.

Os idosos deixam de denunciar estas questões para os profissionais de saúde, e acabam recebendo o tratamento de especialistas não muito adequados a suas reais necessidades.

Alguns distúrbios podem parecer comuns ao envelhecimento, tais como a demência e doença de Alzheimer, porém não há ainda evidências científicas que comprovem essa relação com o processo de envelhecimento.

Depressão nos idosos

Os psicólogos estimam que 15 por cento dos idosos estejam deprimidos. A depressão é a causa mais comum de internação hospitalar, no entanto, é muitas vezes diagnosticada em pacientes idosos.

O isolamento social, a diminuição das atividades de vida diária e um humor triste ou deprimido são comuns à depressão, independentemente da idade da pessoa. Estudos recentes indicam que o paciente idoso responde tão bem à terapia com antidepressivos e comportamentais, como um paciente mais jovem.

Transtornos psicóticos em pessoas idosas

O tipo mais comum de psicose em pessoas idosas é a paranoia e, em alguns casos, a esquizofrenia. A esquizofrenia é encontrada em menos de um por cento da população idosa, e pouco mais de um por cento da população em geral.  A maioria dos adultos idosos que apresenta sinais de paranoia muitas vezes se queixa de que estão sendo abusados ou maltratados por amigos e familiares. Há também o medo de ser colocado em uma instituição ou ter a sua independência comprometida.

A perda auditiva e a diminuição das habilidades sensoriais associadas com o envelhecimento normal podem contribuir para algumas dessas questões. A esquizofrenia e paranoia podem ser tratadas através de psicoterapia e de alguns medicamentos, e a ajuda deve ser procurada imediatamente para o paciente que está apresentando esses sintomas.

Abuso de substâncias tóxicas e álcool pelos idosos

Embora seja raro para uma pessoa idosa abusar de substâncias ilegais, tais como o uso de heroína ou cocaína, e álcool esse vícios são também encontrados nos pacientes idosos.

O abuso de medicamentos prescritos é comum, especialmente uma vez que alguns pacientes têm vários médicos para uma variedade de doenças, resultando em excesso de medicamentos prescritos. O abuso de álcool pode até ser agravado pela depressão, a perda de amigos, da família, ou de outros problemas de saúde mental.

Demência e Doença de Alzheimer
 
Talvez os mais conhecidos distúrbios psicológicos em idosos sejam a demência e doença de Alzheimer. A demência em certos casos pode ser atribuída a condições médicas e pode ser reversível, como no caso de demência vascular. É importante fazer um exame médico para descartar causas físicas da demência.

A doença de Alzheimer é apenas um dos muitos tipos de demência, no entanto, é muitas vezes o mais difícil de tratar. Existem medicamentos que ajudam a reduzir a queda de pacientes com demência ou doença de Alzheimer, e os cuidados devem ser procurados o mais rapidamente possível, para determinar se eles podem ser benéficos aos pacientes.

Por Salete Dias

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Fobias específicas e fobia social


Todos sabem que o termo fobia diz respeito a um medo incontrolável de alguma coisa na presença ou não de um objeto que cause o pânico. Nesse texto iremos abordar as principais diferenças entre uma fobia específica e a fobia social.

Diferença entre fobia específica e fobia social

A fobia é definida como um comportamento de repulsa mediado pelo medo, e capaz de interferir de forma significativa com as atividades normais de um indivíduo.

Tal comportamento de repulsa é, aliás, excessivo em relação ao perigo apresentado por um determinado objeto ou situação específica e a pessoa envolvida pode reconhecer que seu medo ou sua reação não é razoável.

As fobias mais comuns são medo de altura, medo de aranhas, medo de cobras, um medo mórbido de hemorragia de sangue ou feridas, o medo de espaços fechados, medo de espaços abertos, medo de ser enterrado vivo, e o medo de cães.

Definição de fobias específicas

As fobias específicas são medos injustificados causados pela presença ou expectativa de uma aparição de um determinado objeto ou situação. Muitos medos específicos não causam problemas que invalidem o ponto onde uma pessoa for buscar ajuda externa.

Se, por exemplo, uma pessoa vive em uma área urbana e sofre de um medo extremo de cobras, encontrar uma não vai ser muito provável, não havendo assim o contato direto com o objeto do medo em si e se torna convencida de que ela não sofre de um sério problema.

A situação seria totalmente diferente se a mesma pessoa estivesse vivendo em uma área onde um grande número de cobras pudessem ser encontradas. O termo “fobia” geralmente implica um sofrimento psicológico subjetivo e funcionamento social ou ocupacional inadequado como consequência da ansiedade relacionada.

A prevalência desta doença é de cerca de 7% em homens e 16% nas mulheres. O conteúdo das fobias específicas pode variar consideravelmente entre uma cultura e outra. Na China, por exemplo, “o medo do frio”, é devido ao fato da pessoa temer que a perda de calor do corpo possa ameaçar sua existência.

Este medo parece estar correlacionado com o conceito filosófico chinês de Yin / Yang, segundo a qual “yin” indica os aspectos ‘frios’ e ‘ventos’ da vida que diminuem o nível de energia. As convicções mais difundidas dentro de uma cultura particular, portanto, parecem capazes de canalizar medos individuais para determinadas situações ou objetos.

Fobias sociais

A fobia social, também referida como uma perturbação de ansiedade social é definida como um medo irracional e persistente, geralmente associada à presença de outras pessoas. Esta condição pode ser extremamente debilitante como aqueles que sofrem com isso tentam evitar uma situação particular em que eles poderiam ser objeto de avaliação por parte de outras pessoas, e os sinais reveladores de ansiedade ou comportamento embaraçoso apareceriam.

As fobias sociais podem ser do tipo generalizado ou do tipo específico, dependendo da variedade de situações que são temidas e evitadas. Em indivíduos que sofrem do tipo generalizado, o transtorno tem início mais precoce e é muitas vezes acompanhado por uma maior tendência para a depressão e abuso de álcool.

Por Salete Dias

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Distimia – Estado crônico de depressão

A grande maioria das pessoas já ouviu falar em depressão ou estados depressivos. No entanto, a distimia que é uma enfermidade que altera o humor do indivíduo, assim como a depressão, ainda é pouco conhecida pela população em geral.

A distimia é na realidade um estado crônico de depressão, que se caracteriza como um sentimento de tristeza persistente por pelo menos dois anos e que dura a maior parte do dia da pessoa durante um longo período de tempo, trazendo muita infelicidade para o paciente.

Principais sintomas da distimia

A distimia além de se caracterizar por humor triste que o indivíduo sente por muito tempo, o paciente ainda pode sentir muita forme ou ao contrário, ter o seu apetite diminuído, ficar muito sonolento ou ter episódios de insônia, apresentar uma baixa autoestima sensação de muito cansaço e falta de motivação, pensamentos de que não tem capacidade para fazer nada, dificuldade em tomar decisões ou de concentração, além de ter sentimentos de desesperança na vida.

Esses sintomas podem aparecer juntos ou isolados em cada paciente.

Diferença entre distimia e depressão

A distimia ao contrário da depressão deixa o paciente que apresenta um ou mais sintomas ter sensação de que este é modo normal de ser, e que não há nada de errado com ele, caracterizando uma perda de autocrítica quanto à doença, que associada aos vários sintomas da enfermidade pode levar o paciente ao isolamento social, familiar, emocional e profissional.

É relativamente comum uma pessoa sofrer da depressão propriamente dita que já teve um episódio prévio de distimia, o qual geralmente os especialistas costumam chamar de depressão dupla.

A distimia pode ocorrer também, quando o individuo primeiro teve um episódio de depressão, no qual alguns sintomas tenham ficados remanescestes, isso caracteriza um quadro clínico residual de distimia.

Normalmente a distimia pode acometer o individuo ainda na infância, na adolescência ou no início da idade adulta, por isso seu diagnóstico às vezes é difícil de ser feito, pois as pessoas acreditam tratar-se apenas da personalidade do indivíduo e não de um distúrbio emocional.

Nas crianças, pode se expressar por um mau humor ou sensação de irritabilidade ou então por estados de apatia, nos quais a criança fica sempre quieta. Nos adolescentes a distimia normalmente está associada à irritabilidade e atitudes de rebeldia, adição a drogas ilícitas também pode ocorrer.

Tratamento da distimia

Como a distimia geralmente é uma enfermidade associada a outras de origem psicológica, o indivíduo dificilmente procurará ajuda para tratá-la.  O paciente vai ao consultório com queixas associadas à depressão, síndrome do pânico, vícios em drogas, entre outros. Desse modo os pacientes acabam tomando várias medicações para outras enfermidades, mas não especificamente para a distimia.

A distimia de uma maneira geral é tratada com medicamentos antidepressivos e atendimento psicoterápico. A psicoterapia é de extrema importância na terapêutica desses pacientes, e alguns profissionais optam por usarem como base a terapia analítica ou cognitivo-comportamental.

Dependendo do quadro clínico a terapia se entende também a família do paciente, para ajudar na recuperação do paciente e de sua família, uma vez que não é fácil lidar com um indivíduo com distimia, daí a necessidade do tratamento em conjunto.

Por Salete Dias

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Depressão infantil ou na adolescência

A depressão é uma doença grave que deve ser tratada de modo adequado para evitar maiores transtornos aos seus portadores. Principalmente em se tratando de depressão infantil ou na adolescência, que são fases nas quais os problemas ganham proporções ainda maiores, os cuidados devem ser redobrados.

Nesse artigo veremos como a depressão se manifesta em crianças e jovens e como detectá-la em tempo hábil para iniciar o tratamento.

Principais sintomas da depressão em crianças e jovens

A depressão de uma maneira geral, ainda é uma doença não muito compreendida por uma parcela significativa da população. Prova disso é que essa palavra é usada de maneira errônea para descrever estados de tristeza ou angústia passageiros que aparecem quando o indivíduo está passando por algum problema. No entanto, a depressão é uma enfermidade grave que se não for diagnosticada de maneira correta e tratada de modo adequado pode levar o indivíduo a cometer suicídio.

Quando a pessoa é adulta fica mais fácil identificá-la, pois o indivíduo consegue expressar seus sentimentos e ideias de tristeza, pessimismo ou ideias suicidas, ou então tende a somatizar esses pensamentos através de algum problema orgânico. Já no adolescente e principalmente na criança que ainda não sabe expressar seus sentimentos de forma adequada, identificar a depressão fica bem mais difícil.

No entanto, um especialista da área de psiquiatria ou psicologia tem condições de avaliar através do comportamento do jovem ou da criança se eles já apresentam o problema.

Quando eles se sentem inseguros, quietos, sem vontade de sair com os outros para brincar preferindo ficar em casa com o pai e a mãe, ou quando eles têm alguma alteração no sono, como insônia ou então dormir em excesso, é o momento dos pais procurarem uma ajuda profissional.

Outra característica do sono é que eles costumam ter pesadelos e não querem ficar sozinhos procurando os pais para dormir com eles, pois demonstram muito medo.

Além disso, tanto a criança quanto o jovem deprimido principalmente no período escolar quando a convivência com seus pares é inevitável, a ansiedade que os acomete por medo dessa situação pode provocar sintomas orgânicos como frequentes dores de cabeça ou de barriga.

Depressão infantil ou na adolescência

Diagnóstico da depressão em crianças e jovens

Segundo especialistas uma das principais características da criança e do jovem que apresentam depressão é o fato de não demonstrarem interesse por nenhum tipo de brincadeira, diversão ou estudo. Geralmente, no ambiente escolar costumam ficar quase paralisados a espera de algum adulto em que confie no caso um professor, por exemplo.

Outro aspecto a considerar é a perda de inciativa e de concentração que ocorre com eles, e que em muitos casos podem levá-los a uma dificuldade na aprendizagem, porém eles não apresentam nenhum déficit cognitivo, pelo contrário às vezes são muito inteligentes, mas as depressões os fazem parecer mais tolos do que realmente são.

Outros sintomas descritos pelos médicos foram: redução da atividade física, alterações durante o período de sono, variações no apetite, ora comem muito, ora ficam sem fome, e um medo ou receio de algo que eles não sabem explicar, e que persiste por um bom tempo em suas vidas.

Tratamento

O tratamento é realizado com antidepressivos em dosagens mais baixas que as administradas nos adultos, e acompanhamento psicológico e psiquiátrico constante, que envolvem também a participação dos pais do jovem e da criança.

Por Salete Dias

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Insônia – Causas, consequências e tratamento

Olá a todos!

Mais uma vez nós do Giga Mundo decidimos apresentar um texto sobre outro dos problemas de saúde que afligem a população: desta vez a insônia, um mal que literalmente tira o sono de muita gente.

Os especialistas denominam a insônia como sendo a incapacidade de iniciar ou manter o sono, devido a excesso de vigilância causada por alguma situação anormal (resultado de algum incidente recente, estresse, trauma, etc.)

Os mesmos especialistas apontam também que há dois tipos de insônia mais comuns:

  • Situacional – aquela que atinge pessoas que passaram por alguma situação difícil, desconfortável e/ou embaraçosa, como as vítimas de um assalto, por exemplo. Os insones desta categoria geralmente conseguem recuperar-se do trauma após algum tempo, voltando assim a ter noites de bom sono. Alguns profissionais da área de saúde definem esta categoria como sendo transiente;
  • Por problemas psicofisiológicos mais graves – aqui encontramos pessoas com grave quadro de depressão ou ansiedade, bem como estresse prolongado. Encontramos também profissionais cujas atividades possuem turnos alternados (como os pilotos de vôos internacionais), pois sua falta de “rotina para o sono” dificulta o mesmo. Alguns profissionais definem este tipo de insônia em duas outras categorias, a insônia intermitente e a crônica.

As causas ou fatores mais comuns que levam o indivíduo à insônia são:

  • Idade avançada do indivíduo (a insônia afeta principalmente indivíduos de meia-idade e da terceira-idade);
  • Problemas de depressão, ansiedade e/ou estresse;
  • Curiosamente, a insônia afeta mais indivíduos do sexo feminino;
  • Mudanças no ambiente ao redor (uma nova moradia, uma vizinhança mais barulhenta, mudança para um país ou região de fuso horário diferente, etc.);
  • Efeitos colaterais de medicamentos;
  • Diversos problemas de saúde podem levar ou agravar a insônia, como artrite, problemas nos rins ou no coração, asma, apnéia, narcolepsia, síndrome das pernas inquietas, mal de Parkinson e hipertireoidismo;
  • Consumo de cafeína (presente em cafés, refrigerantes e chocolates) ou álcool.

E há vários outros fatores ainda não diagnosticados ou completamente estudados, uma vez que a maioria dos problemas de natureza neurológica podem advir de uma variada combinação de fatores que muitas vezes nem mesmo percebemos!

Cerca de 16 a 40% da população sofre de insônia, desde pais de família preocupados com dívidas a profissionais que muitas vezes fazem plantão ou que possuem uma rotina irregular.

São pessoas que devido à insônia não conseguirão desempenhar muito bem suas tarefas, sentindo-se sonolentas, cansadas. E imagine então como não ficará o quadro, se o problema da pessoa for estresse e depressão com razões ligadas ao trabalho: seu corpo fica cansado, não trabalha direito e isso o irrita ainda mais, agravando o estresse e, conseqüentemente, a insônia.

A insônia afeta também a concentração e o humor das pessoas, podendo levá-las à irritabilidade mais facilmente, além de diminuir a qualidade de vida das mesmas.

Vejamos esta nota, extraída do site Paraná Oline: “Segundo um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (Ibope), em 2003, a sonolência no volante foi a terceira causa de acidentes no Brasil”.

E se pararmos para pensar nos riscos que isso pode oferecer aos profissionais e a quem depende de seus serviços, o temor aumenta ainda mais, pois estamos falando de vigilantes, pilotos de avião, motoristas de ônibus e, até mesmo, de cirurgiões plantonistas!

A fim de prevenir ou tratar o problema, algumas recomendações são feitas:

  • Pratique exercícios regularmente durante o dia, exceto nas quatro horas que antecedem a noite de sono;
  • Crie uma rotina para o hábito de sono, impondo horários para dormir e acordar, inclusive em fins de semana. É importante salientar que mesmo que vá dormir mais tarde, o horário para acordar deve ser mantido o mesmo, a fim de que o corpo “acostume-se”;
  • Quando prócimo da hora de dormir ou após acordar no meio da noite, evite álcool, cafeína, cigarro, assistir televisão, ler livros muito interessantes (e estamos falando sério, pois eles despertam nosso corpo ainda mais) e sedativos (o medicamento somente é aconselhável caso a insônia seja situacional e sob orientação médica);
  • Evite refeições pesadas à noite, pois são mais difíceis de digerir e acabam perturbando o sono. Prefira uma refeição leve, com algumas bolachas e com copo de leite morno;
  • Busque um ambiente calmo, com pouca luz e ruído e uma temperatura agradável. Cuidados com o colchão também são importantes;
  • Mude de posição na cama, pois possa ser que, sem que você saiba, a mesma o esteja o incomodando. Isso é conhecido como “posição do insone”;
  • Busque terapias para relaxamento, como yoga e meditação. Recitar e ouvir mantras ajudam a relaxar o corpo e a mente, facilitando assim o sono;
  • Tome um banho morno antes de ir dormir;
  • Evite pensar nos problemas: deixe para resolvê-los no dia seguinte, quando acordar. E qualquer coisa que você perceba que possa estar tomando sua atenção deve ser afastada, até mesmo o tic-tac de um relógio que prenda sua atenção pode dificultar-lhe ter uma boa noite de sono!
  • E se o sono não chega, levante-se e vá fazer alguma tarefa agradável e relaxante até que o mesmo volte.

Se o problema persistir, procure orientação médica! Com o seu sono você não deve brincar, pois se trata de um momento que deve ser agradável e restaurador, não um suplício.

Bem, se você gostou de nosso artigo e quiser ler mais sobre os assuntos, vamos deixar-lhes aqui as referências bibliográficas que mais nos interessaram, assim pode continuar seus estudos no assunto:

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Como meditar

Ah, a arte milenar da meditação. A busca pela paz interior. O encontro com seu eu. O retorno às suas origens… Quem já meditou por um dado período sabe quão benéfico isso é para o seu organismo, não é mesmo? Não sou nenhum profissional em meditação, mas eu mesmo já pratiquei a meditação ao longo de vários meses e não é preciso muito tempo para começar a perceber os benefícios da mesma…

A lista de favores oferecidos pela meditação não termina. A técnica milenar assiste em disciplinar e acalmar a mente, carregando bem estar emocional e amplificando nosso jeito de concentração. “É uma tarefa fabulosa para nos guiar a manusear as nossas emoções”, comunica Maria José Rocha Correia, professora da Associação Palas Athena.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/galerias/1042-sete-tecnicas-para-meditar-e-acalmar-a-mente

Sim, concordo! Mas o que precisamos para conseguir meditar bem?

Procure sossego – Um espaço livre de interrupções é importante. Seu quarto, uma praça, o parquinho do prédio. Para iniciantes, o latido de um cachorro tem capacidade de extrair o objeto central da meditação. Mais tarde, vai permanecer mais suave em sua prática e ignorar esses ruídos.
Fonte: http://super.abril.com.br/saude/como-meditar-638187.shtml

Um local sossegado é chave, mas não somente isso: você precisa estar com o corpo descansado. Isto é, se você tentar meditar muito cansado, em vez de meditar, acabará por dormir! Sendo assim, busque realizar sua prática de meditação em momentos em que não se encontra completamente esgotado fisicamente!

Feito tal, iremos aplicar o técnica descrita abaixo e proceder a realizar a meditação propriamente dita. Ao executar a meditação interprete que sua única intenção necessita ser calar a mente, parar com sua agitação e com a sucessão de ideias que frequentemente acontece. No momento em que se consegue conseguir o silêncio absoluto da mente, isto é, a inexistência integral de conceitos, é que experimentamos o Vazio Iluminador, o êxtase místico, a autonomia da alma. Quão mais se faz a meditação mais a mente vai relaxando, e mais perto estaremos de conseguir o Vazio Iluminador.
Fonte: http://www.divinaciencia.com/course/s/c/14-meditacao-e-como-meditar

Enfim, silenciar a mente também é fundamental. É desse silêncio, do “vazio em seus pensamentos”, que conseguirá encontrar a sua paz interior. Bem, é assim que você pode (e deve) meditar!

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Três formas de combater a preguiça no seu dia-a-dia

Sim, amigos. Temos um inimigo em comum, algo que, quando menos esperamos, acabam com nossas chances de terminar nossas atividades. Devido a isso, atrasamos o término de nossas tarefas, deixamos para estudar para as provas “na última hora” e adiamos projetos que poderiam até mesmo tornar-se a grande oportunidade de nossas vidas. Estamos falando dela, a preguiça.

Eu não sei quem exatamente inventou a preguiça, mas com certeza sei que é “um bicho que não morre fácil”. Ao menor descuido, ela estará ali, de volta, a persegui-lo, a tentar convencê-lo a deixar para fazer isto ou aquilo mais tarde, a “tirar um cochilo” na hora em que deveria estar estudando.

Mas não tema, caro amigo, porque nós fomos a fundo e encontramos três ferramentas para derrotar essa nossa inimiga.

1. Acordar mais cedo

Você pode até torcer o nariz e não acreditar, mas acordar mais cedo é uma das melhores maneiras de acabar com a preguiça. Quanto mais cedo acordar, mais tempo terá para cumprir todas as suas tarefas, bem como preparar-se melhor para o longo e proveitoso dia que terá pela frente.

Se mesmo colocando um despertador é difícil acordar-se mais cedo, então provavelmente você está indo dormir muito tarde ou tendo um sono de péssima qualidade – sim, eu sei disso, pois eu sofro muito, principalmente pela última razão. Se o problema é que você dorme tarde, busque um meio para ir dormir mais cedo. E se você está tendo uma péssima noite de sono, talvez seja a hora de trocar o seu colchão, procurar um travesseiro novo, verificar se o ventilador ou ar condicionado estão funcionando corretamente, tomar algum chá com efeito relaxantes antes de ir dormir e verificar se a posição em que você dorme não está prejudicando sua coluna vertebral.

2. Planeje-se na noite anterior

A preguiça vem principalmente quando não temos um bom planejamento. Se você já possui todas as suas tarefas bem planejadas, ver cada uma delas sendo cumpridas e “riscadas” da lista o motivará a cumprir as demais. Por outro lado, quando não há um bom acompanhamento e você não sabe bem quantas ainda faltam…

Tão exato quão 2 + 2 são 4, você precisa ter isso em mente sempre, pois além de ajudá-lo a combater a preguiça, trata-se de um excelente meio para melhorar a sua produtividade no dia-a-dia.

3. Um pouco de cafeína pode ajudar!

Alguns podem até criticar esta afirmação, mas é verdade. A cafeína possui um bom efeito estimulante em nosso organismo, ajudando-nos a ficar um pouco mais acordados – e às vezes o que nos falta para não dar aquela preguiça e “aquele sono” é justamente algo para nos tornar mais despertos.

Então, se você não toma uma xícara de café no café da manhã, talvez seja isso que esteja lhe faltando para começar o seu dia mais acordado e disposto. Vale lembrar, claro, que cafeína não deve ser consumida em exagero – na verdade, na vida, nada deve ser consumido ou praticado de forma exagerada, pois sempre pode trazer efeitos adversos!

Cuide bem de seu corpo e de sua saúde e torne o combate à preguiça um hábito, não deixando que a mesma instale-se em você. Quanto melhor você aproveitar seu tempo para cumprir suas tarefas, mais tempo você terá disponível para outras de seu agrado ou mesmo para divertir-se com sua família e amigos!

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