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Aborto espontâneo

A grande maioria das mulheres quando ficam grávidas temem sofrer um aborto espontâneo. Mas por que será que esse problema acontece? Pensando em esclarecer as gestantes, os especialistas na área dão algumas orientações importantes que devem ser seguidas.Porém primeiro vamos saber o que significa e como ocorre o aborto espontâneo.

Definição do Problema

Segundo especialistas um aborto espontâneo se caracteriza quando involuntariamente a gestante perde seu feto com até vinte semanas de gestação,por isso pode ser chamado também de aborto involuntário. Após esse período já se considera essa perda  como um parto prematuro. O que caracteriza realmente um aborto espontâneo é que ele não resulta de medicações ou intervenções cirúrgicas, ocorrendo de forma natural. Na literatura médica os abortos espontâneos podem ser classificados como: Aborto completo- Quando o feto é totalmente expulso do organismo feminino;Aborto incompleto- quando somente alguns pedaços são expelidos do corpo da mulher;aborto retido- A gravidez é interrompida mas o feto não é expelido pelo corpo; entre outros. Essas classificações são necessárias para que o médico possa saber que tipo de procedimento terá que ser utilizado na mulher.

Principais Causas do Aborto Espontâneo

Normalmente os abortos espontâneos são causados por alterações nos cromossomas que tornam imposssível o desenvolvimento normal do feto. Porém existem outros fatores como por exemplo problemas nos orgãos genitais femininos, complicações infecciosas, problemas nos hormônios da gestante,resposta imunológica do corpo da mãe deficiente,enfermidades graves que afetam a gestante( Por exemplo diabetes que se nao for controlada na gravidez pode resultar em aborto espontâneo).

De acordo com estudos científicos realizados estima-se que cerca de cinquenta por cento dos óvulos fertilizados nas mulheres morram e sejam abortados espontaneamente pelo organismo feminino sem que elas saibam que estavam grávidas.Entre as que sabem que são gestantes o índice de aborto é de cerca de vinte por cento, sendo que a maioria ocorre até a setima semanda da gestação.
Principais Fatores de Risco e Sintomas do Aborto Espontâneo

Segundo os especialistas na área de reprodução humana, as mulheres que apresentam maiores riscos de terem um aborto espontâneo são aquelas que já tiveram um histórico de aborto anterior e as que estão na faixa etária de mais de trinta e cinco anos(vale ressaltar que esse fatores são variáveis de acordo com o organismo de cada mulher). O principais sintomas clínicos do aborto espontâneo são descritos como:Sangramento na vagina acompanhado ou não por cólicas, dor  que provoca cólicas na parte inferior das costas ou na barriga, coágulos sanguineos que saem da vagina, entre outros.

Vale ressaltar que se a mulher gestante apresentar alguns desses problemas deve procurar imediatamente um clínico que terá condições através de alguns exames de verificar a gravidade do caso.Os exames que o médico pode fazer é um exame pélvico, onde o especialista pode observar o colo de útero feminino. Outro exame que deve ser feito regularmente é a ultrassonografia da vagina ou do abdômen onde é possível verificar o batimento do coração do feto.Outros exames devem ser realizados pelos profissionais para que a gestação da mulher transcorra sem complicações.

Por Salete Dias

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A política de saúde no Brasil


Apesar da extensão de nosso país, não é muito difícil avaliar a atual situação da política de saúde no Brasil, bastando somente observar as principais dificuldades encontradas na tão prometida Reforma Sanitária. Apesar das diversas melhorias que o Sistema Único de Saúde (SUS) teve nos últimos anos, a eficácia do mesmo ainda está em muito aquém daquela esperada quando consideramos um país tão diversificado e rico quanto é o nosso.

A pesquisadora Maria Inês Souza Bravo, em seu artigo Política de Saúde no Brasil, aponta vários problemas na atual proposta de Reforma Sanitária, como a fragmentação do problema, em vez de manter um olhar mais “universal”, que leve em consideração o mesmo como um todo, e a falta de recursos financeiros suficientes para uma implementação mais verídica daquilo que foi planejado.

Apesar dos avanços conseguidos até agora, a disparidade entre a proposta da Reforma Sanitária e aquilo que se vê em prática é muito grande. O SUS como elemento fundamental em uma renovada política de saúde ainda não possui força suficiente para garantir o bom atendimento em tempo hábil a todos os brasileiros.

A pesquisadora em questão destaca também a importância de pôr em prática as propostas aprovadas no 8º Simpósio Sobre Política Nacional de Saúde, sendo elas:

  • Definição e adoção de uma política nacional de desenvolvimento;
  • Defesa da Seguridade Social;
  • Defesa das diretrizes do SUS, sendo elas a universalidade, equidade, integralidade, participação social e descentralização;
  • Retomada dos princípios do Orçamento da Seguridade Social;
  • Desenvolvimento de uma política de recursos humanos em saúde.

Caso seja alcançado tal objetivo, talvez o SUS seja melhor valorizado, passe a ser menos precarizado e assuma o seu real papel na sociedade brasileira.

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Gravidez na adolescência

A gravidez na adolescência em noventa e nove por cento dos casos é indesejável e é a principal consequência da atividade sexual do adolescente feita de forma inconsequente. Este problema tem afetado os jovens, famílias, educadores, profissionais de saúde, e oficiais do governo. Um estudo sobre os adolescentes do ensino médio concluiu que quarenta e oito por cento dos homens e quarenta e cinco por cento das mulheres são sexualmente ativos. Um quarto dos estudantes do ensino médio tiveram contato sexual com quinze anos de idade. A média de idade dos meninos que já tiveram relações sexuais é de dezesseis anos e para as meninas é de dezessete anos. Noventa por cento dos adolescentes, na faixa etária dos quinze aos dezenove anos, dizem que sua gravidez é indesejada.

Setenta e quatro por cento das mulheres acima de 14 anos e sessenta por cento das mulheres abaixo de quinze anos têm relatado ter relações sexuais involuntárias. Cinqüenta por cento das gravidezes na adolescência são no prazo de seis meses após o intercurso sexual inicial. Relata-se que, nos Estados Unidos, mas de novecentos mil adolescentes ficam grávidas por ano. Cinqüenta e um por cento das gestações resultam no nascimento, trinta e cinco por cento resultam em aborto induzido e quatorze por cento em natimortos ou abortos. Quatro em cada dez garotas adolescentes engravidam, antes de completar os vinte anos, pelo menos uma vez.

Existem muitas razões pelas quais os adolescentes optam por serem sexualmente ativos em uma fase precoce da vida. As razões podem ser o desenvolvimento puberal precoce, a pobreza, o abuso sexual na infância, falta de atenção dos pais, a falta de objetivos da carreira, da família e dos padrões culturais do sexo precoce, abuso de drogas, evasão escolar e baixo rendimento escolar. Fatores que desencorajam um adolescente a se tornar sexualmente ativo são o ambiente familiar estável, a supervisão dos pais, boa renda familiar, a conexão com os pais e vivência de uma família completa e feliz. Já os fatores que são responsáveis pelo uso consistente de contraceptivos entre os adolescentes são a busca pelo sucesso acadêmico, a expectativa para o futuro bem-sucedido e participação numa relação estável.

Há muitos riscos médicos associados à gravidez na adolescência. As adolescentes que têm menos de 17 anos estão em maior risco de desenvolver complicações médicas, quando comparados às mulheres adultas. O risco é ainda maior em adolescentes abaixo de dezessete anos. O peso da criança, dado à luz por um adolescente, é muito baixo nestas gestações. É geralmente abaixo de 2,5 kg. Outros problemas causados pela gravidez na adolescência são a prematuridade do filho, o nascimento da criança abaixo do peso, ganho de peso da mãe, problemas no estado nutricional, anemia, riscos de doenças sexualmente transmissíveis (devido à não adoção do sexo seguro) e hipertensão induzida pela gravidez.

Embora haja um aumento no uso de métodos contraceptivos por adolescentes durante o seu primeiro contato sexual, apenas sessenta e três por cento dos alunos do ensino médio dizem usar preservativo durante a relação sexual.

Segundo pesquisa, jovens que tenham participado em programas de educação sexual que lhes deu o conhecimento sobre os métodos de contracepção, a abstinência, doenças sexualmente transmissíveis e jovens envolvidos nas discussões, a fim de obter uma imagem clara, anticoncepcionais e preservativos usados eficazmente sem qualquer aumento da atividade sexual. Desta forma, a conscientização é ainda um passo muito importante no combate à gravidez na adolescência.

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Medicina alternativa

A medicina alternativa significa coisas diferentes para pessoas diferentes. Além disso, ela engloba vários tipos de abordagens de massagem da medicina chinesa e yoga. A medicina alternativa significa práticas ou medicamentos, que são usados em vez das formas habituais, ou padrão, de tratar doenças ou enfermidades. Exemplos de medicina complementar e alternativa são a meditação, a yoga, e os suplementos dietéticos como vitaminas e ervas. A medicina alternativa denota que ela é diferente do sistema dominante de cuidados de saúde e, potencialmente, pode substituí-lo.
A Medicina Tradicional Chinesa é o mais antigo sistema médico praticado continuamente no mundo e é usado por um terço da população do mundo como um sistema de cuidados de saúde primários. Saúde é definida como um estado de bem-estar físico, agilidade mental, socialmente ajustada e espiritualmente desenvolvida. Os cuidados de saúde não é sobre remédios e os custos dos medicamentos.
A medicina convencional
A medicina convencional continua a perder quota de mercado. Mais e mais pessoas querem opções além do que muitos consideram ser essencialmente medicamentos potencialmente prejudiciais. A medicina convencional é usada para descrever os serviços que tratam os sintomas de uma doença ou enfermidade com medicamentos prescritos e cirurgias. A medicina convencional trata a parte doente do corpo, mas não pode resolver as causas subjacentes da doença ou enfermidade.
Os médicos tradicionais não expressam esperança quando os medicamentos deles falham, tratando a doença em primeiro e jogando as pessoas em segundo plano. Por outro lado os médicos alternativos, muitas vezes encorajam os pacientes a ter esperança mesmo quando a situação é desesperadora, pois pretendem tratar a mente, corpo e alma de seus pacientes.
Medicina está diretamente relacionada com as ciências da biomedicina e da saúde. Hoje, o termo “Medicina” se refere aos campos da cirurgia, clínica médica e da pesquisa médica. Erros médicos parecem estar aumentando, e se eles não estão, então, no mínimo, a divulgação deles estão aumentando. Fazendo a gente desconfiar.
Medicamento feito de erva
Fitoterapia é uma indústria em franca expansão nos Estados Unidos. O mercado americano de produtos feito de ervas dobrou nos últimos dois de anos. As ervas podem ser perigosas se tomadas para as condições erradas, usadas em quantidades excessivas, combinadas com prescrição de remédios ou álcool, ou utilizados por pessoas que não sabem o que estão fazendo. Só porque um remédio feito por erva é natural, não significa dizer que ele é seguro!
ACUPUNTURA
As agulhas da acupuntura são geralmente inseridas a uma profundidade de cerca de um quarto de polegada na pele. O terapeuta vagarosamente torce-os ou gira-os por até 10 minutos, deixando-os de cinco a 20 minutos a mais, ou estimula-os com uma fraca corrente elétrica, ou aquece-os com uma erva que queima como artemísia (veja moxabustão). A acupuntura foi usada como uma ilustração da irracionalidade médica antes de apendicite fortuito de James Reston trazer para os Estados Unidos. Desde o impacto do Campeonato LaLeche sobre a conveniência de amamentação para os estudos atuais de medicamentos botânicos, como a equinácea, gengibre e ginkgo biloba, folk e medicinas alternativas têm continuamente influenciado pesquisa e prática médica.

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História da fitoterapia

O uso da fitoterapia pode ser rastreada até os tempos antigos. A falta de tecnologia médica moderna fez com que nossos antepassados melhorassem suas artes de cura, fazendo uso dos dons da natureza. Ainda hoje, atuais descobertas médicas são na sua maioria com base nos resultados e utilizações de componentes naturais de ervas pela civilização antiga, melhoradas para tornarem-se útieis em questões relacionadas com a saúde de hoje.

Onde tudo começou

O uso da fitoterapia começou com tentativas e erros. Aplicação grande na prática do que a investigação atual, embora este último veio algum tempo depois, quando as práticas médicas começaram sua evolução.

A aplicação básica fitoterápicas envolve desinfecção de feridas ou é usado como um cataplasma. Mais tarde, a descoberta do método envolve folhas e raízes colando diretamente administrando eles os pacientes. É mais tarde evoluiu em combinação com outros medicamentos potentes para melhorar os seus efeitos, e foi ainda mais tarde introduzida para as refeições e dieta humana normal para promover a melhoria da saúde e recuperação física, emocional e mental.

Variação do uso

O uso de medicina feito com erva varia de acordo com os costumes, tradições e crenças das diferentes raças. Os médicos do Oriente tendem a utilizar componentes derivados de plantas em todos os aspectos da sua vida diária – integrá-los na dieta diária de uma pessoa para promover a cura e longevidade, bem como melhorar as suas capacidades de rejuvenescimento normal.

Médicos orientais também são conhecidos por usar produtos à base de plantas ao lado de terapia energética, como o Qi Gong e Reiki. Energias fornecidas por um experiente praticante de artes estimula o processo de cura a partir do exterior, enquanto que os nutrientes e extração de componentes de ervas funcionam na cura do interior para conseguir o rejuvenescimento do corpo total.

Uso norte-americano da fitoterapia varia; além de sua utilização básica para tratar feridas e curar doenças menores, estes componentes naturais também são utilizados em cerimônias e em costumes tribais – para afastar os maus espíritos, a bênção durante casamentos e celebrações, e assim por diante. Algumas dessas tradições de cura envolvendo componentes à base de plantas são realizadas até hoje.

Uso de Fitoterapia

Fitoterapia tem muitos usos, hoje. Além de ser utilizada para problemas físicos – como dores de garganta, febre, gripe, diarréia – a mistura de ervas já estão sendo utilizadas para resolver os problemas emocionais e mentais.

Certas plantas têm a capacidade de ajudar a pessoa a relaxar para lidar com seus problemas emocionais e mentais. Peppermint, por exemplo, é conhecido por ter uma qualidade de hortelã que pode esfriar o temperamento de uma pessoa ou ajudar uma pessoa a relaxar em momentos de estresse.

Além disso, produtos fitoterápicos hoje também são utilizados para melhorar o desempenho geral do organismo – aumentando a resistência de uma pessoa, melhorando a defesa do organismo contra a infecção, e assim por diante.

Segurança no uso

É verdade que a fitoterapia é segura para uso em comparação com suas contrapartes sintéticas, mas é essencial tomar algumas precauções necessárias para garantir que não haverá efeitos colaterais ou reações alérgicas aos seus ingredientes para promover o bem estar do corpo.

A consulta de um médico especialista é necessário para determinar se é seguro para você usar produtos fitoterápicos ou não. Mesmo se o medicamento funcionar em outros, há uma possibilidade de que ele terá um efeito reverso dependendo da composição química do seu corpo. de modo que é o caso; é essencial ter o olhar médico na sua condição médica atual para determinar se são compatíveis com a fitoterapia à base de plantas ou não.

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Integração da Educação Sexual para segurança infantil

A questão sobre uma educação sexual mais integrada tem sido sempre um assunto importante e urgente em debates por todo o mundo. Por algum tempo, os países têm sido assombrados pelas controvérsias quanto à possibilidade de que os pais devem permitir que seus filhos sejam educados sobre sexo muito cedo. Muitos pais naturalmente não gostariam de ver e ouvir as criancinhas falando sobre preservativos, sexo antes do casamento, gravidez e todos os outros temas relacionados.

Alguma vez você já se perguntou por que alguns pais estão sendo muito protetores com as suas crianças? Eles ensinam as crianças a maneira correta de lavar as mãos durante a temporada de gripe. Eles ensinam as crianças a usar o cinto de segurança nos automóveis. Eles ensinam as crianças princípios de auto-defesa e sobre não falar com estranhos suspeitos. O denominador comum: os pais querem garantir a segurança de seus filhos. Mas e quanto à segurança sexual?

A saúde sexual é uma coisa que a maioria dos pais não gostaria de ensinar aos seus filhos. Em uma visão utópica da vida, as crianças devem crescer para aprender sobre esses assuntos por conta própria. Mas uma vez ou outra, a história conta que muitas crianças e adolescentes acabam por ter sexo antes do casamento e da gravidez indesejada por causa da ignorância quando se trata de questões sexuais. Pior, muitas crianças e adolescentes também sofrem de doenças sexuais, simplesmente porque eles não tomaram conhecimento sobre certas medidas de segurança.

Muitos estudantes estão reclamando que não recebem conhecimento básico sobre saúde sexual. Mesmo em países livres como o Brasil, muitos estudantes estão culpando a falta de educação sexual adequada por suas desventuras sexuais. Muitos estudantes do ensino médio em escolas públicas nunca ouviram falar sobre penetração em suas aulas de biologia. O resultado: muitos deles são enganados e são levados para os riscos devido ao sexo desprotegido.

Resultados de um inquérito representativo de 1999, uma pesquisa nos Estados Unidos confirmou que a maioria dos professores acreditam que a educação sexual deve ser abordada na escola. A maioria deles, cerca de 93,4%, acha que os cursos de educação sexual deveriam sempre incluir tópicos sobre métodos anticoncepcionais e cerca de 89% acreditam que os tópicos sobre o aborto devem ser discutidos, enquanto 88% disseram que é necessário ensinar aos adolescentes como usar corretamente os preservativos.

A mesma pesquisa observou que os professores entendem o real valor e necessidade de manter a segurança das crianças. Nos Estados Unidos, a idade mediana para os adolescentes a se envolverem em qualquer forma de atividade sexual é de 17 anos. Por sua vez, a idade mediana para se casar é 25 para mulheres e 27 para homens. Sim, jovens estão começando a ter relações sexuais muito antes de quando planejam casar-se e este não é um problema restrito ao Brasil, como alguns poderiam pensar!

Assim, muitos educadores e pais argumentam que as escolas devem ter estratégias para a integração da educação sexual nos currículos. Nossas crianças merecem permanecer saudáveis e seguras de qualquer tipo de perigo sexual ou doença. Outro fato a se observar é que especialistas afirmam que as aulas de sexo e de saúde devem sempre respeitar diferenças em crenças e cultura religiosa. Saúde e segurança devem estar sempre no topo das prioridades. Assim, existe a necessidade de ensinar as crianças sobre sexo, doenças sexualmente transmissíveis, contracepção e outros problemas sexuais, mesmo em sua tenra idade.

Por Peter Castro

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Doenças ocupacionais

O termo doença ocupacional descreve todo e qualquer problema de saúde que possa ser desenvolvido por uma pessoa em seu ambiente de trabalho ou mesmo fora dele, se for constatado ser decorrente da atividade laboral exercida.

As doenças ocupacionais dividem-se em:

  • Doenças profissionais ou tecnopatias – aquelas sempre causadas pelas atividades exercidas no ambiente de trabalho;
  • Doenças do trabalho ou mesopatias – aquelas que podem ou não ser causadas pela atividade laboral.

Causas

As principais causas das doenças ocupacionais são:

  • Execução de movimentos repetitivos e excessivos;
  • Carga excessiva;
  • Exposição ao stress de forma contínua e em grande carga.

Tipos mais comuns

Os principais tipos de doenças ocupacionais são:

  • Lesões por esforço repetitivo (LER);
  • Doenças do sistema respiratório;
  • Problemas cutâneos.

Prevenção e tratamento

Muitos dos problemas advindos do trabalho são crônicos, isto é, aparecem gradativamente e são irreversíveis ou de difícil tratamento, o que explica a grande preocupação em torno da prevenção das mesmas.

Algumas medidas que podem ser tomadas para prevenir tais doenças são:

  • Aqueles que trabalham digitando ao computador devem interromper a atividade a cada hora a fim de levantar-se e fazer um rápido alongamento;
  • Todo profissional que trabalhe sentado deve estar atento à sua postura, a fim de evitar problemas na coluna vertebral;
  • Manter a temperatura do ambiente sempre agradável: entre 20 e 22ºC no verão e 25 a 26ºC no inverno;
  • Estimular a convivência social entre todos aqueles que frequentam o recinto de trabalho.

São cuidados simples porém essenciais como estes que podem ajudar-nos a evitar certas doenças ocupacionais!

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O estresse a seu favor

Estresse… Essa palavra recebe sempre uma conotação negativa, mas você sabia que você pode usar o estresse a seu favor? E não, isso não é demagogia, é ciência. Vamos entender um pouco melhor.

Estresse é um estado emocional em que o nosso organismo está se preparando para reagir a fatores externos. No passado, isso ajudava o homem a preparar-se contra perigos: o estresse reduz o metabolismo, acelera o bombeamento da corrente sanguínea e ligeiramente aguça nossos sentidos. Sendo assim, diante de um terrível predador, o homem estaria preparado para fugir da forma mais rápida possível.

Percebe-se então o estresse como um elemento a favor do homem no passado. Mas e no mundo moderno? Devido às pressões diárias em nossos empregos, negócios e em casa, o estresse acabou se tornando uma constante e começamos a perceber os efeitos nocivos do estresse: o estresse, quando em doses elevadas e constantes, pode levar a vários transtornos, inclusive a transtornos de ansiedade.

Você pode estar se perguntando “se o estresse em altas concentrações pode levar a transtornos, como isso pode ser bom?”. Simples, o estresse, como qualquer outra substância ou sensação, quando exagerado possui efeito negativo, mas o estresse moderado ajuda-nos a ficar atento ao que estamos fazendo, a nos concentrarmos mais em nossas tarefas e, assim, conseguindo um melhor desempenho. Você nunca ouviu alguém dizendo que “trabalhar melhor sob pressão”? Enfim, é isso o que aquela pessoa quer dizer, que consegue melhores resultados quando sob condições moderadas de estresse.

Sendo assim, quando começar a “sentir-se pressionado”, estressado, pare e pense: qual a razão para tal estresse? O que você pode fazer para aliviá-lo? Que tarefas precisam ser cumpridas? E então, se você souber aproveitar-se daquele “momento” para conseguir uma produção muito maior, esteja certo de que terá usado o estresse a seu favor.

Não faça como muitos que, em momentos de estresse, em vez de analisar a situação e agir, partem para a pior atitude que podem tomar: desesperam-se.

E então, amigo, já sabe como usar o estresse a seu favor em seu ambiente de trabalho e em sua casa? Pronto para aproveitar-se dessa oportunidade? Comente aqui a sua experiência!

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Fatores genéticos da calvície

Pesquisadores estudaram o genótipo de um grande grupo de pessoas e a partir dessa pesquisa isolaram alguns dos fatores genéticos da calvície. Tais estudos tiveram como principal foco a identificação de genes comuns em pessoas calvas.

A calvície, que se trata de um problema de queda de cabelos, possui natureza genética e ocorre predominantemente em homens. Tal problema ainda hoje não possui tratamento ou cura definitiva, mas cientistas estão avançando alguns passos por meio da identificação dos fatores genéticos responsáveis.

Segundo estudos da Universidade de Bonn e do King’s College, há uma forte relação entre o surgimento da calvície e dois genes que podem aparecer no cromossomo 20.

Homens que tiverem o azar de ter ambos os genes em seu cromossomo possuem sete vezes mais riscos de apresentarem a calvície antes dos 40 anos.

Deve-se lembrar que este não é o primeiro estudo sobre o assunto e que outros fatores genéticos já foram identificados anteriormente, como possíveis variantes do gene presente no cromossomo X, herdado da mãe.

Entretanto, apesar de identificarem os fatores genéticos relacionados à calvície, ainda não se conhecem as causas para tal e muito menos se tem um tratamento definitivo para a calvície.

Estudos similares poderão ser desenvolvidos para vários outros problemas de saúde de natureza genética, e não são poucos os beneficiados! Os estudos do genótipo dos seres humanos podem ajudar, inclusive, na melhor compreensão dos fatores genéticos envolvidos com a obesidade, um dos grandes males da atualidade.

Muitas pesquisas ainda serão desenvolvidas a fim de melhor esclarecer tal problema a fim de identificar uma cura, mas com certeza, determinar os fatores genéticos da calvície é um grande passo!

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Workaholic ou Worklover – identificando o seu perfil

Você já deve ter ouvido falar em um desses dois termos, caso contrário, muito provavelmente você não é nenhum deles. Estas são denominações usadas para as pessoas que trabalham muito, segundo o seu perfil. Por muito tempo, nós conhecemos somente a denominação workaholic, usada para definir uma pessoa viciada em trabalho, que não consegue viver sem ele.

Workaholic

Entretanto, estudos do Laboratório de Pesquisa do Trabalho da UnB (Universidade de Brasília) apontam que nem todas as pessoas que trabalham muito possuem o perfil de um workaholic, o que levou à criação do “worklover”: uma pessoa que trabalha muito, que também ama muito o seu trabalho mas que consegue separar trabalho de sua vida social e familiar, evitando que problemas nele atinjam outras esferas.

Quem é o workaholic?

Podemos dizer que, resumidamente, um workaholic (ou workólatra, em uma versão abrasileirada da denominação) é aquela pessoa que, por muito focar-se em seu trabalho, pode perder fácil o controle da situação e deixar que problemas profissionais afetem os outros campos de sua vida. Ele encontra motivação em suas atividades, mas ao perceber que não estão mais sob seu domínio, começa todo um período de crise, levando o indivíduo a aumentar ainda mais as horas de trabalho diárias. Fins de semana, feriado, férias? Se isso quase não havia antes, agora então, não há sentido para tê-los!

A jornada de trabalho de um workaholic raramente é menor que 60 horas semanais, o que implica em dizer que ele trabalhar cerca de doze horas por dia, SE tiver os fins de semana para descansar.

Além de crises familiares e perder contato com amigos, o workaholic pode apresentar vários problemas de saúde como alto nível de stress, depressão, obesidade (dependendo do tipo de atividade e hábitos alimentares do indivíduo), etc. Sendo assim, é fácil perceber que, a longo prazo, o perfil workaholic é altamente auto-destrutivo para o indivíduo.

Na verdade, ele pode não ser saudável até mesmo para uma empresa. Suponha que o gerente de um projeto é um workaholic. Tentando atingir melhores resultados, ele decide reduzir o cronograma e custos de um dado projeto, independente de saber se sua equipe possui condições de cumpri-lo. Quando a “bomba estoura” e os prazos estão muito atrasados, a primeira idéia que o workaholic possui é a de tentar “empurrar” (e não de estimular) a sua equipe para trabalhar mais. Ele consegue, por que eles não?

O problema é que isso pode ir contra os compromissos de um deles, o que levará inevitavelmente a problemas para alguém e como sabemos todo trabalho em equipe deve ser feito de forma saudável a fim de que todos possam conseguir oferecer o máximo de si e esse tipo de atitude pode somente dificultar ainda mais o sucesso do projeto.

E quem é o worklover?

Bem, se o workaholic trabalha 60 horas por semana, o worklover também! Se o workaholic possui inúmeras motivações, o worklover também não está atrás. E se é para falar em amor ao trabalho, os dois também encaram bem o desafio, com seus amores quase infinitos por aquilo que fazem. Então, qual é a principal diferença entre os dois?

Está em como cada qual lida com o trabalho e suas vidas fora dele. Enquanto que falhas em um projeto podem levar a uma catástrofe na família do workaholic ou conduzi-lo a novo tratamento médico (o qual o workaholic sempre acaba por não seguir por estar “sem tempo para isso”), o worklover consegue separar bem sua vida de seu trabalho, de tal forma que poderia cair uma “chuva de canivetes” em seu trabalho que nem mesmo causaria um arranhão em sua vida com sua família.

O worklover também trabalhar muito na semana, férias, fins de semana, não importa o dia – ele ama o que faz. Entretanto, ele sabe que, por não possuir muito tempo com as demais pessoas, o tempo que ele lhes dedica deve ter muita qualidade. Estas foram palavras de um professor, colega de trabalho, que me proferira um outro dia: “Mesmo que não tenhamos muito tempo com mulher e filhos, isso não afeta o amor que nós temos por eles ou eles por nós, pois o que importa neste caso não é a quantidade, mas sim a qualidade do tempo que passamos juntos”.

Conseguir diferenciar o perfil workaholic do perfil worklover foi com certeza algo realmente bom, pois agora nós podemos facilmente refletir e identificar a qual grupo pertencemos.

É importante comentar que mesmo um indivíduo worklover, sob muita pressão e adotando hábitos (ou vícios) de um workaholic poderá, com o tempo, mudar o seu perfil para workaholic. A vantagem nisso tudo é que fica claro que uma pessoa com o perfil workaholic também pode melhor gerir-se a fim de mudar o seu perfil para o worklover. Tudo depende, então, de uma iniciativa pessoal.

Prova disso pode ser o meu próprio comportamento: alguns anos atrás eu possuía um comportamento bastante workaholic, levando a discussões com minha família e, na época, namorada. Com o tempo percebi que aquilo não estava sendo muito saudável e, por isso, comecei um processo lento e contínuo para transformar o meu jeito de ser, conseguindo e mantendo um perfil worklover.

Entretanto, mudanças na nossa vida (casamento, filho e uma nova perspectiva profissional, no meu caso 🙂 ) podem levar-nos a mudanças no nosso comportamento. Voltando ao exemplo, quando vi minha vida inteira mudada de uma hora para outra, percebi a importância de construir um patrimônio, com o objetivo de trazer conforto para mim e para minha família. Como fazer isso? Do jeito que mais sei e amo – trabalhando! 😀

Então arregacei as mangas e, sem perceber, acabei assumindo muito mais compromissos do que deveria. Com o tempo a “bola de neve” foi crescendo e atrapalhando outras coisas. Não, ainda não estou em um estágio crítico quanto a problemas familiares: não discuto com minha esposa (que, por sinal, é aquela namorada do início dessa história 🙂 ) e as coisas estão indo mais ou menos bem.

A minha sorte é que hoje eu estava lendo os novos tópicos do blog Fique-Rico e um deles levou-me a uma nova auto-análise, percebendo então que preciso mudar algo mais em meu dia-a-dia a fim de poder dedicar-me mais à minha família (não, não sou do tipo que está o tempo todo totalmente longe da esposa e filho – que possui um mês de vida – tanto é que nas últimas noites quem ficou cuidando dele fui eu – e eu adoro aquele menino! 🙂 ).

Enfim, é importante que o profissional esteja o tempo todo refletindo sobre si mesmo em sua vida profissional, social, familiar, etc. a fim de identificar quaisquer problemas e buscar uma solução o quanto antes.

Quem pode ser um workaholic ou worklover?

Em primeira instância, qualquer um que se sinta bastante motivado a trabalhar e, se o tipo de atividade ainda recompensa aqueles que extrapolam os limites, ainda mais chances possui.

Na área de saúde, por exemplo, muitos médicos e enfermeiros chegam a fazer dois plantões seguidos, ou seja, a passar até 48 horas no local de trabalho, contando com algumas poucas horas para descanso lá mesmo.

Na área de tecnologia da informação, então, aí é onde está maior ainda a incidência, pois muitos trabalham em alguma empresa e também como freelancer e todo freelancer que se preze sabe que se você trabalha mais, então você merece ganhar mais, o que acaba levando a este comportamento.

Citando-me novamente como exemplo, em uma rápida descrição de minhas principais atividades no momento, posso contar o cargo como professor (por enquanto, substituto) em uma universidade, professor em um curso à distância (projetado e desenvolvido por mim mesmo), desenvolvedor “terceirizado” com carga horária de 40 horas semanais para uma empresa estrangeira, desenvolvedor freelancer para uma outra empresa estrangeira, e freelancer em alguns outros projetos menores.

É, isso mesmo, e eu não incluí os meus três blogs (Giga Mundo, Giga Mundo – Jogos e Nutrição em Foco) e o site de jogos em Flash (Carmaziel Games) que por enquanto são um projeto a longo prazo (ninguém espere começar hoje um blog ou site e já sair ganhando dinheiro! Bem, mas isso é assunto para um outro artigo 😉 ).

Daí fica fácil perceber porque é tão fácil para mim sair do grupo worklover e acabar entrando no grupo workaholic. 🙁

Quem possui seu próprio negócio, então, também pode ser acometido por uma crise de “workaholictite aguda ou crônica”.

Comparação entre o worklover e o workaholic

Bem, se você ainda não conseguiu identificar seu perfil, não há problema, aqui está uma tabela comparativa com as principais características das pessoas pertencentes a cada um desses grupos:

Worklover X Workaholic

É apaixonado pelo trabalho

É viciado em trabalho.
Está geralmente satisfeito com o trabalho e sabe lidar melhor com as dificuldades que aparecem.
É motivado por natureza, mas não necessariamente está satisfeito com o trabalho.
Se o trabalho vai mal,busca ajuda e soluções para os problemas.
Se a vida profissional vai mal, sofre e descuida da saúde.
Trabalha muitas horas por dia sem perceber o tempo passar, mas a satisfação se estende à vida pessoal. Tem equilíbrio.
Trabalha muitas horas por dia e abandona a vida pessoal.Piora a situação porque foge dos problemas privados “internandose” mais horas na empresa.
Se está sobrecarregado, encontra maneiras de priorizar tarefas e abrir espaço na agenda para a vida pessoal.
Se está sobrecarregado, encontra maneiras de priorizar tarefas e abrir espaço na agenda para a vida pessoal.
Sofre menos de stress,garantindo saúde mental e física por mais tempo.
Apresenta mais stress e tem mais chances de sofrer doenças cardiovasculares.
Fontes: Wanderley Codo; psicólogo; Angelo Soares, sociólogo; Rosângela Casseano, psicóloga

Agora acho que fica fácil saber quem você é, não? Se você auto-diagnosticou-se como um workaholic, não tenha vergonha de assumir isso (ora essa, workaholic não é sinônimo de má conduta ou significa que somos ruins, somente trabalhamos muito mais 🙂 ) e comece desde já a traçar uma meta bem clara de como conseguir sucessi profissional SEM afetar sua vida social e familiar e sua saúde

Tenha certeza de que este será mais um grande passo na sua vida, inclusive na profissional. 😉

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