Archive for Problemas Respiratórios

Relação entre ansiedade e tabagismo nas mulheres

Associação entre Fumo e Ansiedade

De acordo com um estudo científico realizado por pesquisadores brasileiros nas pessoas do sexo feminino, o vício do fumo estaria muito mais associado à ansiedade que elas apresentam do que o consumo de cafeína ou o vício do alcoolismo, ou seja as mulheres fumariam um cigarro toda vez que estivessem ansiosas ao invés de comer muito, consumir café em excesso ou ingerir bebidas alcoólicas.

Realização da Pesquisa

O estudo científico foi realizado com cerca de quarenta e três mulheres que haviam sido internadas em virtude de problemas de saúde causados pelo vício do cigarro. Os estudiosos verificaram que cerca de setenta e sete por cento desse grupo analisado fumava principalmente quando se sentiam ansiosas ou aflitas com alguma situação, ou então quando estavam com medo ou preocupadas.

Os dados estatísticos divulgados pelos pesquisadores apontaram para a conclusão de que a relação entre as pessoas do sexo feminino e  o vício do tabagismo é puramente emocional, ao contrário dos indivíduos do sexo masculino onde  a relação é mais objetiva, ou seja eles fumam para conseguir o prazer imediato que o tabaco lhes proporciona. Por isso na opinião de alguns especialistas os homens apresentam uma grau maior de dificuldade em parar com o vicio do cigarro,pois os fatores desencadeantes são bem mais difíceis de controlar.

Risco de Engordar Quando Parar de Fumar

Muitas mulheres que possuem o vício do tabagismo tem  a preocupação de engordar quando pararem de fumar, e algumas delas evitam se abster do cigarro em virtude desse fato. De acordo com especialistas o que ocorre na verdade é o fato da associação do cigarro com a ansiedade e quando a pessoa interrompe o vicio sem tratar da causa emocional, o que pode acontecer é uma transferência de compulsão por outra, no caso troca-se o tabaco pelo hábito de comer de maneira exagerada, ou seja a pessoa para de fumar cigarro mas começa a se alimentar  de maneira inadequada com alimentos que não são saudáveis para o seu organismo. Por isso a ansiedade que as mulheres sentem deve ser tratada de maneira eficiente para que não haja substituição de um vício pelo outro.

Mito do Calmante

Segundo especialista na área médica para muitas pessoas que são tabagistas, o vício do cigarro serviria teoricamente para aliviar uma situação estressante ou de  ansiedade. No entanto pesquisadores da cidade de Londres concluíram que a longo prazo esse efeito calmante não teria resultado. Foi verificado que em indivíduos que se abstiveram do  vício do tabaco apresentaram níveis de estresse menores dos que os que continuavam fumando. Por outro lado a comunidade científica  já demonstrou vários indícios de que o tabaco pode danificar a estrutura do DNA no corpo humano o que provoca nos seres humanos uma maior predisposição à enfermidades com o diabetes, complicações cardíacas e até câncer.

Por Salete Dias

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Como tratar a sinusite


Considerada uma das doenças que mais afetam as pessoas principalmente quando as temperaturas estão mais baixas, a sinusite é uma inflamação nas mucosas dos seios da face que deve ser tratada de maneira adequada para aliviar os sintomas. Mas como é possível tratá-la? Vejamos agora sua definição e como tratar a sinusite.

Definição de sinusite

Os seios da face humana são formados pelas maçãs do rosto, olhos e cavidades ósseas. A sinusite ocorre quando há uma inflamação dessa região do crânio, devido algum tipo problema, como por exemplo, uma alteração na anatomia dessas estruturas que venham a impedir a drenagem da secreção mucosa, ou então quando o indivíduo sofre algum processo alérgico, ou infecção nessa região, favorecendo o aparecimento de micro organismos patogênicos que resultam no aparecimento da sinusite.

Tipos de sinusite e seus principais sintomas

De acordo com especialistas na área médica, a sinusite pode aparecer no indivíduo na forma aguda ou crônica. No caso das sinusites agudas, o principal sintoma é uma dor de cabeça muito forte com sensação de peso, ou pontada, devido ao comprometimento maior do seio da face ocorrer nos seios maxilar, etmoidal, frontal, e esfenoidal.

Outros sinais clínicos descritos pelos pacientes acometidos desse tipo de sinusite foram: coriza, tosse, sensação de cansaço, febre, falta de apetite, dor muscular e dificuldade de respiração em virtude de uma obstrução no nariz acompanhada de uma secreção escura, como se fosse sangue, ou então de cor esverdeada.

Na sinusite crônica, embora a maioria dos sinais clínicos sejam os mesmos da aguda, eles variam muito na intensidade com que a pessoas os sentem. Um exemplo disso é que o estado febril e a dor nos seios da face que são característicos da sinusite aguda podem não aparecer nessa fase.

Na sinusite aguda o que fica mais evidente é a tosse que costuma se manifestar mais intensamente quando o indivíduo deita para dormir, pois essa posição facilita o escoamento da secreção das fossas nasais, causando irritação no trato respiratório fazendo com quem a pessoa comece a tossir.

No período da manhã a tosse ainda é frequente nas pessoas, porém ao longo do dia, esses casos costumam diminuir e podem chegar a ficar totalmente ausentes durante esse período, só voltando a ocorrer à noite.

Maneiras de tratar a sinusite

Os profissionais da área de saúde costumam orientar que o mais importante para tratar os sintomas da sinusite é fazer com que a secreção formada seja diluída para que ela possa ser eliminada do organismo do indivíduo.

Quando a pessoa for portadora de alguns dos problemas que podem deflagrar a sinusite, como por exemplo, alergias, processos inflamatórios, gripes ou resfriados, ela deve adotar o comportamento de se hidratar com frequência bebendo cerca de dois litros de água durante o dia. Para desobstruir as fossas nasais é necessário pingar em cada narina uma solução salina, de acordo com prescrição médica.

Outro procedimento que auxilia a tratar a sinusite é fazer inalações com soro fisiológico, pois o vapor quente auxilia a expelir as secreções. Vale ressaltar que o acompanhamento médico é fundamental no tratamento da sinusite.

Por Salete Dias

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O cigarro e o aparelho respiratório

A grande maioria das pessoas sabe que o cigarro pode trazer graves riscos ao aparelho respiratório do indivíduo, provocando enfermidades pulmonares que se não tratadas de forma correta podem acarretar uma série de doenças que podem inclusive levá-lo a óbito. Mas será que conhecemos como realmente a nicotina, presente no cigarro, age em nosso organismo?

Atuação da nicotina no corpo humano

A nicotina, substância presente no cigarro que é produzido hoje possui um grande poder de causar dependência nos seres humanos. O mecanismo dessa substância no organismo dos indivíduos ocorre da seguinte maneira: quando a pessoa aspira a fumaça, ela chega até os pulmões rapidamente, e daí, juntamente com o oxigênio, vai para as células sanguíneas. A partir daí a nicotina atinge a circulação sanguínea espalhando-se pelo corpo e atingindo a região cerebral dos indivíduos causando, dessa maneira o processo do vício.

Segundo especialistas a nicotina aspirada chega muito mais rápida ao cérebro humano do que outras substâncias, deflagrando a ação da adição, por isso é tão difícil para os fumantes pararem de fumar.

Quando o indivíduo decide para de fumar a crise de abstinência da nicotina em seu organismo é quase imediata, sendo considerada por muitos especialistas na área de saúde mental, muito pior do que a abstinência de outras drogas, como por exemplo, a cocaína ou a maconha.

Como a nicotina age no aparelho respiratório

Os profissionais especializados nessa área afirmam que quando o indivíduo inicia com o vício do cigarro, começa em seu corpo devido à alta temperatura da fumaça uma reação inflamatória que provoca a queima das vias aéreas da pessoa, sendo o órgão mais afetado o pulmão.

Com a progressão da adição e o aumento dos cigarros fumados por dia há uma espécie de combustão resultante desse ato, que gera partículas de oxigênio, ou radicais livres, como são mais conhecidos, cuja função é fazer a oxidação de estruturas que compõem as células do corpo humano, provocando a destruição da base pulmonar da pessoa.

Os especialistas advertem que o cigarro não traz lesões somente nos pulmões dos fumantes, prejudicando todo o trato respiratório do indivíduo. A alta toxidade e a temperatura da fumaça consumida pela pessoa fazem com que o aparelho respiratório não suporte essa agressão, e comece a ter um processo de substituir suas células, muitas vezes por células cancerígenas.

Os brônquios são outros órgãos do aparelho respiratório que são muito afetados pela fumaça do cigarro, que provoca neles uma reação inflamatória que progressivamente acaba por destruir a chamada árvore brônquica.

Quanto mais cedo o indivíduo começa a fumar mais prejuízo causa ao seu aparelho respiratório, pois com a destruição dos alvéolos pulmonares, o fumante pode vir a desenvolver no futuro um quadro clínico de enfisema pulmonar, ou ainda devido alteração da estrutura que reveste os brônquios podendo aparecer uma bronquite.

Considerações finais

Apesar dos danos que os cigarros trazem ao aparelho respiratório, provocando uma grande quantidade de doenças, algumas até bem graves, a grande maioria dos fumantes parece ignorar esses fatos e continuam absorvendo nicotina em seus organismos.

Vale ressaltar que a iniciativa de parar de fumar não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível. Cabe ao indivíduo avaliar se realmente manter o vício do cigarro vale mesmo a pena.

Por Salete Dias

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Pneumonia – uma doença respiratória muito séria

A pneumonia consiste na inflamação do plumão, que ficam localizados nas duas cavidades da caixa torácica. A pneumonia trata-se de uma inflamação bastante séria e que, se ignorada, pode causar a morte. Um dos principais meio de contágio da pneumonia é pela via respiratória, que vem a ser por meio de microorganismos como vírus e bactérias.

Quando a pessoa contrai a pneomonia, os alvéolos inflamados ficam cheios de secreção (popularmente conhecida como pus), muco e certos tipos de líquidos. A pneumonia afeta pessoas de qualquer idade, mas principalmente idosos e crianças. Muitas pessoas confundem a pneumonia com um gripe, por isso deve-se ficar atento aos sintomas e às formas de tratamentos citadas abaixo.

Principais  sintomas

  • Tosse
  • Vômitos
  • Dores musculares
  • Falta de apetite
  • Febres altas
  • Dores na caixa torácica ( quando tosse)
  • Mal-estar
  • Cansaço
  • A respiração se torna rápida ou curta
  • Falta de ar
  • Calafrios e tremores
  • Confusão mental
  • Aceleração dos pulsos

Tipos de pneumonia

Existem basicamente dois tipos de pneumonia

  • Pneumonia viral

A pneumonia viral como o nome já diz é causada por vírus que causa infecção no plumão. Os sintomas são os mesmos que a pneumonia comum (tosse, falta de ar e cansaço). No caso da pneumonia viral, o tratamento pode ser por meio da utilização de ôxigenio extra (nos casos em que há insuficiência respiratória) bem como o uso de medicamentos (geralmente para baixar a febre bem como combater a inflamação). Os médicos podem também receitar ou indicar uma forma de alimentação adequada para a pneumonia como ingerir alimentos ricos em vitaminas.

  • Pneumonia bacteriana

A pneumonia bacteriana pode ser contraída através de certas bactérias, encontradas principalmente em locais abafados ou que permaneceram fechados por muito tempo. Os sintomas são tosse, respiração acelerada, cansaço e perda de apetite. Uma das principais formas de tratamento consiste em saber qual o tipo de bactéria causadora da doença para depois passar os antibióticos. Em casos graves é utilizada a antibioterapia por meio de injeções. Os médicos afirmam que os sintomas desaparecerão após três dias, caso contrário deve-se procurar o médico novamente.

Fatores de riscos da pneumonia

Certos fatores podem aumentar o risco de pneumonia bem como agravar suas consequências. Os principais fatores são:

  • O tabagismo
  • O alcoolismo
  • A idade avançada (em caso de idosos)
  • Resfriados que foram mal cuidados
  • Mudanças de climáticas
  • Ar condicionado (quando sua limpeza é feita de forma irregular)
  • Insuficiência cardíaca
  • Doenças pulmonares crônicas

Prevenção

  • Tome a vacinação corretamente
  • Leia atentamente as intruções para manter o ar condicionado limpo
  • Não fique exposto a mudanças bruscas de temperatura
  • Não exagere no fumo ou álcool
  • Não permita que crianças coloque objetos de outras pessoas na boca
  • A pessoa que tenha contraído a pneumonia deve utilizar máscaras em local público
  • Manter ma dieta em que haja frutas e verduras, que são ricas em vitaminas

Tratamento

Para qualquer tipo da pneumonia o tratamento deve ser a base de repousos e hidratação, não esquecendo que também consiste em realizar dietas a base de frutas e verduras. Em casos mais graves, ou quando for indicado pelo médico, há a necessidade de usar determinados tipos de medicamentos.

Curiosidades

  • No Brasil a pneumonia afeta cerca de 2,1 milhões de brasileiros
  • Dados informam que 30% das crianças sofrem com a pneumonia
  • Em caso da pneumonia bacteriana, 50% dos casos afetam as pessoas com o sistema imunológico baixo, como pessoas idosas
  • Atenção: em caso de crianças o tratamento consiste em utilizar nebulizadores, e o uso de antibióticos depende muito da faixa etária da criança

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Por que soluçamos?

Você já se perguntou alguma vez por que algumas pessoas parecem tão propícias a soluços enquanto outras parecem nunca ter um ataque desses? Você é do tipo que sofre muito com soluços ou não? Afinal de contas, por que soluçamos? Vejamos o que dizem algumas fontes:

O quão indesejado e incômodo “hic, hic” tem capacidade de aparecer a algum momento – e usualmente surge nas momentos mais indevidos. Na maior parte das vezes, o soluço é motivado por uma irritação no nervo denominado frênico, que auxilia os movimentos do diafragma, músculo que separa o tórax do abdômen, na respiração. A expiração do ar ocorre no momento em que o diafragma relaxa e, a inspiração, no momento em que ele se contrai…

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/solucamos-soluco-solucar-501665.shtml

É uma contração involuntária do diafragma – músculo que separa o tórax do abdômen, posicionado imediatamente abaixo do pulmão. Este músculo, encarregado pelo comando da respiração, é acionado por cognominado nervo frênico, ainda relacionado com o soluço. A contração costuma acontecer em inúmeros momentos seguidos, separados por um curto intervalo e tem possibilidade de se prolongar até mesmo por dias. Elas são seguidas de um fechamento repentino da glote (espécie de tampa da laringe) que corta subitamente a passagem de ar da boca para os pulmões e promove vibrar as cordas vocais, e daí o som característico do soluço. Sua importante ocasião é a irritação do nervo frênico – no entanto, na maior parte das ocasiões, não há como identificar o que causou esta irritação.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-solucamos

O soluço é a contração involuntária do músculo do diafragma, que responde pela respiração provocando a irritação no nervo frênico. O soluço tem possibilidade de ser curado por um susto, que liberaria adrenalina e ativaria o tal nervo. Outra conclusão poderia ser o banho gelado, que provocaria nele um outro fenômeno…

Fonte: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20060713055647AAhr5yT

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