Archive for Obesidade

Sintomas da obesidade

A obesidade é um problema que atinge grande parte da população mundial e causa não somente complicações no organismo do indivíduo, como também problemas emocionais em virtude do preconceito que as pessoas obesas costumam sofrer. Mas como será que alguém sabe se está somente acima do peso corporal ou se está obesa? Quais serão os sintomas da obesidade? É o que veremos a seguir:

Preocupação da OMS com o problema da obesidade

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde)o número de pessoas obesas cresceu muito ao longo dos anos principalmente em crianças e adolescentes, fato que a organização considera alarmante em virtude dos inúmeros problemas de saúde que um indivíduo com problema de obesidade pode apresentar e os gastos que serão necessários para tratar essas enfermidades.

Segundo a OMS uma das principais causas para esse aumento de indivíduos obesos seria o sedentarismo que grande parte das pessoas vivem em decorrência da altas tecnologias, que coloca tudo ao alcance das mãos fazendo com que os jovens façam pouco esforço físico para conseguir o que desejam. Aliado a esse problema estaria o da alimentação inadequada. Indivíduos nessa faixa etária costumam se alimentar com os alimentos de lanchonetes ao invés de priorizar uma alimentação balanceada e rica em nutrientes.

A obesidade pode ser  definida como um grande acúmulo de tecido gorduroso no corpo do individuo o que resulta em vários tipos de doenças, principalmente as que estão associadas aos sistemas cardíacos e vasculares. A obesidade pode ser desenvolvida a partir de fatores ambientais ou comportamentais, genéticos ou hormonais ou ainda a combinação de alguns deles. No entanto os especialistas na área de saúde informam que independente de fator etiológico, o problema  da obesidade está diretamente ligado ao aumento do consumo alimentar com pouca gasto energético, ou seja a pessoa come em exagero e não mantém o hábito de praticar atividades físicas com regularidade, preferindo o sedentarismo.

Principais sintomas da obesidade

Segundo especialistas a pessoa que apresenta o problema da obesidade tem limitações motoras, além de riscos de complicações cardíacas e vasculares e outras enfermidades, e infecções na pele em virtude das dobras na epiderme devido ao grande acúmulo do tecido adiposo. Pela sobrecarga que a coluna vertebral dessas pessoas apresenta  podem ocorrer problemas ósseos e nas articulações dos tornozelos, joelhos ou do quadril e cintura. Esses sintomas físicos costumam estar associados a problemas emocionais como por exemplo, ansiedade e compulsão ou ainda desenvolvimento de uma baixa autoestima.

De acordo com a recomendação da OMS (Organização Mundial de Saúde) uma das principais medidas que servem para diagnosticar a obesidade  é a avaliação do IMC (Índice de Massa Corporal) da pessoa  que é calculado usando-se a seguinte fórmula: Peso do indivíduo dividido pela sua altura elevada ao quadrado, encontrando-se desse modo o resultado. De acordo com os padrões de mensuração um IMC a partir de 30kg/m2 já denota um grau de obesidade do tipo I. Já um IMC maior que 40kg/m2 já caracteriza a obesidade mórbida que apresenta um risco extremo ao indivíduo podendo inclusive levá-lo a óbito.

Vários estudos científicos foram conduzidos para que fosse encontrado o fator etiológico para o desenvolvimento dessa enfermidade. No entanto, os pesquisadores até  o presente momento chegaram  a conclusão que a obesidade pode ser  na realidade resultante de vários fatores isolados ou associados entre si. Dentre as principais causas da obesidade descritas por alguns especialistas estão:

  • Nutrição inadequada com grande consumo de alimentos gordurosos ou doces;
  • Falta de atividades físicas levando a pessoa ao sedentarismo;
  • Alterações endócrinas com o aparecimento de algumas síndrome, como o hipotireoidismo;
  • Deficiência no hormônio do crescimento;
  • Alguns tipos de  fármacos como por exemplo corticoides, lítio e antidepressivos tricíclicos;
  • Cirurgias na região do hipotálamo e obesidade de origem genética como a autossômica recessiva ou a ligada ao cromossomo X.

Considerações finais

Os sintomas da obesidade são bem evidentes e se caracterizam por um excesso de peso corporal associado a diversos tipos de enfermidades que podem comprometer a saúde física do individuo obeso. Além das complicações orgânicas que a pessoa obesa sofre, há ainda os problemas emocionais por que passam ,como por exemplo, o desenvolvimento de uma baixa autoestima.

A obesidade muito mais do que um problema de estética é considerada uma enfermidade e como tal deve ser tratada de forma adequada, para que seus portadores possam ter uma boa qualidade de vida.

Por Salete Dias

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Principais Complicações de Saúde Associadas à Obesidade


Complicações Hepáticas

Todas as pessoas já sabem que a obesidade traz muitas complicações para a saúde de todos, e por isso os profissionais da área de saúde estão sempre orientam aos indivíduos que percam peso para obterem uma melhor qualidade de vida. Porém  a obesidade pode trazer vários riscos de doenças, e entre elas está a esteatose que pode ser definida como uma quantidade de gordura armazenada de maneira anormal no fígado do indivíduo e esse problema pode evoluir para uma cirrose ou lesões no orgão com o aparecimento de fibroses hepáticas. Os médicos explicam que há um aumento dos ácidos graxos no organismo da pessoa resultando em processo inflamatórios que podem ocasionar a fibrose.

Segundo especialistas quando há cerca de dez por cento de acúmulo de gordura no fígado já demonstra que a enfermidade já se instalou no organismo. O risco maior que as pessoas com esteatose sofrem é o surgimento da chamada síndrome metabólica que é uma série de anormalidades nas funções os órgãos do corpo humano causando uma redução da resistência à insulina , provocando várias complicações de saúde como o diabetes, por exemplo. Para se diagnosticar a esteatose é necessário que o paciente faça exames de tomografia computadorizada ou exames de ultrassom. Vale ressaltar que não existe até o momento tratamento para o problema e os enfermos são orientados a tentar perder peso. A esteatose pode evoluir para uma complicação mais grave conhecida como esteopatite.

Problemas na Tireóide

Os especialistas relatam que outra complicação resultante da obesidade das pessoas são as anormalidades da glândula tireoide  que é bem comum em indivíduos portadores de síndrome metabólica. Normalmente as pessoas obesas costumam apresentar nódulos ou processos inflamatórios nessa glândula.

De acordo com especialistas brasileiros em endocrinologia é mais fácil  as pessoas com problema de obesidade apresentarem complicações na tireóide do que sofrerem um aumento de peso excessivo em razão de uma possível disfunção da glândula. A síndrome metabólica presente em virtude da resistência a insulina contribui para o aumento do hormônio que estimula a tireoide chamado TSH, resultando no surgimento dos nódulos e inflamações.

Relação entre Câncer e Obesidade

Vários estudos realizados em todas as partes do mundo confirma cada vez mais a relação entre obesidade e o aparecimento de células cancerosas. De acordo com institutos de saúde brasileiros o excesso de peso corporal nas pessoas costuma ser o segundo maior fator de risco para o aparecimento de câncer.

Segundo dados estatísticos levantados por organizações de saúde cerca de cinquenta e dois por centos dos tumores no esófago, trinta e cinco por cento do câncer de cólon e cerca de vinte e dois por cento do tumor de mama são decorrentes do problema da obesidade. Os especialistas alertam para esses dados levantados e ressaltam a importância do emagrecimento para prevenir os tumores, que segundo os cientistas já foi comprovado uma incidência maior de cânceres em pessoas obesas.

Por Salete Dias

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A luta das escolas contra a obesidade

A obesidade trata-se hoje de uma doença que atinge todo o mundo. É comum encontrarmos pessoas de todas as idades que apresentam o problema, o desafio atual dos profissionais de saúde é buscar formas de combater essa doença. Muitas crianças são consideradas obesas e já apresentam problemas de saúde relacionados a obesidade como é o caso do diabetes, hipertensão e colesterol alto; essa obesidade encontrada em crianças se deve a diversos fatores entre eles pode-se destacar o sedentarismo e a alimentação hipercalórica.

A luta das escolas contra a obesidade

A escola é uma instituição que faz parte da vida da criança por um período de tempo considerável, além disso o lanche que é a refeição que antecede ou precede o almoço é realizada no ambiente escolar. Pensando nisso, algumas escolas resolveram adotar algumas medidas que possam combater a obesidade pelo menos no que diz respeito ao lanche de crianças e adolescentes. Dessa forma alguns alimentos como doces, salgados, refrigerantes, biscoitos recheados entre outros ficaram proibidos de serem trazidos para a escola, em contrapartida foi reforçado o consumo de sucos, frutas, biscoitos sem recheio, sanduíches naturais entre outros alimentos. Além dessas medidas, as escolas que entraram na luta contra a obesidade procuraram melhorar a qualidade dos alimentos e produtos disponíveis nas cantinas.

Claro que toda ação estimula uma reação, logo houveram os posicionamentos tanto de pais como também de alunos, a favor ou contra essas medidas. Sem dúvida a atitude das escolas reflete uma medida emergencial e rígida mediante o problema crescente da obesidade. No entanto, é muito simples para os pais que não concordam com essas medidas, simplesmente retirar o filho da escola e procurar outra onde não haja essas recomendações. A aceitação dessas medidas geralmente é mais positiva quando se trata de pais de alunos que estão obesos.

Como resolver esse problema?

As duas posições foram expostas acima, tanto a da escola que tenta de alguma forma intervir no controle da obesidade bem como a posição dos pais que não concordam com as medidas e retiram o filho da escola.

Vale ressaltar que o melhor seria que as escolas buscassem sempre a opinião dos pais no que diz respeito as condições impostas por ela. Outro aspecto importante é que proibir nem sempre é a solução. O que deve ser levado em consideração é que a criança ou adolescente obeso é um indivíduo doente, logo não é com medidas simples que isso será resolvido, claro que de alguma forma evitar o consumo de alimentos hipercalóricos e de baixo conteúdo nutricional já é um pequeno passo, no entanto o problema vai muito além do que se imagina.

O indivíduo não se torna obeso do dia para a noite, no entanto é preciso que haja uma reeducação alimentar para que o indivíduo aprenda a comer de uma forma saudável. Em vez de proibições, seria muito mais efetivo, já que se trata de uma doença, promover nas escolas, palestras e trabalhos que envolvessem os alunos no aprendizado da forma correta de se alimentar. Palestras, trabalhos, jogos educativos, gincanas, hortas nas escolas, competições e outras formas educativas e dinâmicas de envolver os alimentos que são considerados saudáveis, podem promover uma boa alimentação entre os alunos.

Com o passar do tempo os próprios alunos não se sentam à vontade para trazer esses tipos de alimentos que não saudáveis para a escola, uma vez que eles aprenderam como se alimentar de forma saudável e os benefícios que isso implica no seu aprendizado e na sua saúde. A promoção da educação alimentar nas escolas deve ser realizada por um nutricionista especialista no assunto e que tenha pleno conhecimento de como realizar essas atividades de uma forma efetiva.

Obesidade infanto-juvenil

O crescimento da obesidade infanto-juvenil sem dúvida foi o que motivou a luta das escolas contra a obesidade. No entanto, essa luta deve ter início em casa como o apoio dos pais. A verdade é que uma criança não deveria ter controle sobre as quantidades e os tipos de alimento que consomem já que os responsáveis pela sua alimentação são os pais. O que acontece é que muitas vezes os pais adquirem produtos alimentícios na intenção de agradar os filhos e acabam por prejudicá-los a longo prazo.

A obesidade é uma doença que acarreta diversos problemas, tanto no que se refere a saúde, como também problemas de ordem psicológica e social que afetam principalmente as crianças que estão na fase de transição para a adolescência. Para evitar o crescimento da obesidade infanto-juvenil é essencial o apoio da família e da escola que podem atuar em conjunto na promoção de uma vida saudável.

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Mulheres e riscos da obesidade

Fator de Risco

Muito mais do que um simples problema de estética e beleza, a obesidade em mulheres jovens vem sendo a causa  do aumento do risco de óbitos em virtude de problemas cardíacos e até por câncer. De acordo com pesquisadores as mulheres que apresentam o problema da obesidade, mesmo não sendo tabagistas tem probabilidade de ser afetadas por essas doenças em maior grau se comparadas as jovens não obesas.

Um estudo científico realizado na Escócia que teve a duração de um período de vinte e oito anos, e analisou mais  de três mil e quinhentas mulheres na faixa etária entre quarenta e cinco anos e sessenta e quatro anos demonstrou que cerca de cinquenta por cento desse grupo veio a falecer de complicações cardíacas  e vasculares e vinte e sete por cento vieram a óbito, em virtude dessas pessoas serem portadoras de câncer. Os estudiosos constataram que o índice de mortes foi bem maior nas mulheres que sofriam de obesidade.

Outras Descobertas da Pesquisa

De acordo com os pesquisadores outros fatores como o econômico, por exemplo também foram analisados. Desse mesmo grupo analisado foi observado que houve um índice maior de óbito por complicações cardiovasculares em mulheres jovens e obesas de classes econômicas mais baixas. Em outro momento foi observado que as mulheres que nunca haviam fumado um cigarro sequer demonstraram uma maior propensão ao problema da obesidade do que as que apresentavam o vício do tabagismo.

Segundo os estudiosos esses dados que foram levantados durante a pesquisa sugere que nas décadas passadas os grandes índices de pessoas com o vício do cigarro pode ter encoberto o problema de obesidade em pessoas jovens do sexo feminino que nunca fumaram, do mesmo modo que  a redução das taxas de mulheres não fumantes pode ter contribuído para o aumento do número de casos de pessoas obesas. Os especialistas ressaltam que  o vicio do tabaco é um fator que leva mais pessoas a falecerem do que a própria obesidade, daí a necessidade dos indivíduos evitarem o tabagismo.

Preocupação Mundial com a Obesidade

De acordo com os profissionais da área de saúde o problema da obesidade já esta sendo encarado com uma epidemia mundial, pelas várias complicações de saúde que as pessoas obesas costumam apresentar. Os especialistas ressaltam que as doenças respiratórias e principalmente as enfermidades cardíacas são decorrentes normalmente do excesso de peso corporal, além de outras complicações de saúde como por exemplo anormalidades na glândula tireóide, alterações hepáticas e até mesmo casos de câncer.

Segundo especialistas em oncologia o problema da obesidade é responsável pelos tumores em pessoas não fumantes na proporção de vinte por cento nos Estados Unidos. De acordo com esses profissionais quanto mais obesa a pessoa for maior será o risco de contrair essas enfermidades. Vale ressaltar que nem todas as pessoas obesas apresentarão essas enfermidades. No entanto  o excesso de peso sempre traz algum prejuízo a saúde do sindivíduos de um modo geral.

Por Salete Dias

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Obesidade mórbida

A obesidade trata-se do intenso acúmulo de gordura no corpo. Hoje em dia este distúrbio é um problema de saúde bastante típico e apresenta uma grande capacidade para provocar outros distúrbios além da própria obesidade.

A obesidade mórbida representa um grande nível de obesidade Se uma pessoa possui o índice de massa corporal maior que 40 a obesidade é delineada como mórbida. E esse obesidade em excessivo nível forma várias desordens e problemas de saúde à pessoa, apontemos umas: diabetes mellitus tipo ll, hipertensão arterial, depressão, trombose e outros problemas de saúde.

Motivos da obesidade mórbida

São variadas as razões, todavia apontemos algumas das causas mais “corriqueiros” como problemas no hábito alimentar e deficiência de atividades físicas, além de ser desencadeada por razões psicológicas e genéticas.

Tratamento e prevenção

O tratamento mais ajustado para os obesos mórbidos trata-se de uma cirurgia, taxada cirurgia bariátrica. É valioso acautelar aqueles que desejam se submeter que esta operação deve conduzir-se por um especialista capacitado, apto e com experiência em tal tipo de operação, outra informação essencial é que a pessoa carece seguir todas as recomendações do médico antes e depois da operação.

Essa cirurgia envolve riscos como qualquer outra operação, entretanto não é um grande problema estender pela operação, e sim, ser obeso mórbido pois causa diversas outras doenças . O paciente deve ser bem acompanhado por um grupo de médicos para que cuidem muito de sua saúde, o acompanhem e a fim de que decidam em conjunto qual a melhor solução a ser selecionada para que a cirurgia seja feita com êxito.

A prevenção da obesidade mórbida deve principiar logo cedo, quando ainda na infância com o estímulo a exercícios físicos, e com certeza, excelentes hábitos alimentares.

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De quem é a culpa da obesidade?

Inicialmente, pensei em escrever um artigo sobre o que é a cirurgia bariátrica (ou cirurgia de redução gástrica) que se trata de uma abordagem por meio de intervenção cirúrgica para combater a obesidade. Bem, o fato é que quando comecei a escrever, “baixou” aquele espírito crítico que havia muito neste blog logo no início e decidi por mudar o texto a fim de falar também sobre a obesidade.

Assim, este artigo fala sobre o problema da obesidade (e o artigo sobre cirurgia bariátria, infelizmente, ficará para outro momento…).

O mundo está ficando gordo

Lembram-de que já falamos algum tempo atrás sobre a planificação do mundo? O autor Thomas Friedmann em “O Mundo é Plano” faz um excelente trabalho mostrando que o mundo está ficando cada vez mais plano, mas esquece de comentar uma outra coisa: o mundo está ficando cada vez mais gordo – e o Brasil no meio!

Pior, não estamos falando somente sobre engordar, estamos falando de obesidade, isto é, um sobrepeso elevado com consequências diretas à saúde da pessoa. Pessoas obesas são mais propensas a problemas de hipertensão arterial e outras doenças cardiovasculares, por exemplo.

A culpa disso? Outra vez vamos brandar: os fast foods? Que nada! Fast foods não são armas nucleares e não possuem vontade própria para obrigá-lo a comer (ao menos as pizzas que eu vi outro dia eram bem obedientes!). Nós estamos comendo os tais fast foods, nós não estamos praticando exercícios físicos, nós amamos o sedentarismo – carro, televisão, cinema, etc. – então nós somos responsáveis por tudo isso.

Outro dia, decidi checar algumas informações do Google Search e descobri que o número de pesquisas para assuntos ligados à nutrição tem caído. Bem, a cada ano a população aumenta X%, o normal seria que o volume de pesquisas aumentasse também em X% para demonstrar que o interesse ainda se mantém ou, em um quadro bem otimista, que agora eram X + Y%, ou seja, que o interesse aumentou. Não, a realidade é bem pessimista: as pessoas estão se interessando menos pelo assunto.

E para onde vamos?

Para cima da balança é que não é – ou a quebraremos fácil, fácil. Do jeito que as coisas vão, não podemos esperar que tudo melhore da noite para o dia, claro, mas o problema é que as coisas não estão melhorando!

Há muita informação sobre obesidade, problemas cardiovasculares, sedentarismo (e cirurgia bariátrica, que era para ser o tema deste artigo, mas acabou não sendo 🙂 ), etc. mas as pessoas não querem saber disso – ou melhor, procuram somente quando estão em casos bastante críticos de saúde.

Precisamos admitir uma coisa: nós somos os culpados, cada qual é responsável por sua saúde. E este não é um discurso demagógico, até porque não tenho experiência na área de política (onde podemos ver muitos discursos desse tipo).

Eu vou começar a me preocupar mais com a minha saúde, principalmente com minha massa (esse é o termo correto, e não peso, que na verdade refere-se a um tipo de força, mas deixa para lá). E você, amigo leitor, ainda possui dúvida de quem é a culpa da obesidade?

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