Archive for Doenças Cardiovasculares

Doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares representam hoje uma elevada mortalidade em todo mundo. Elas podem ser adquiridas de diversas formas que vão desde problemas genéticos até problemas gerados pelo estilo de vida como hipertensão arterial, obesidade, diabetes entre outros. Há algum tempo, pode-se observar uma mudança no estilo de vida das pessoas; mudanças estas que acabam por favorecer o sedentarismo. Antigamente o número de pessoas que posuíam carros era bem menor do que podemos observar hoje, isso favorece que as pessoas se exercitem cada vez menos.

Outro fato que podemos observar atualmente é o aumento no número de crianças com problemas cardíacos, entre outros fatores isso se deve principalmente ao aumento da obesidade e ao consequente estilo de vida das nossas crianças. Antigamente as brincadeiras infantis favoreciam o gasto energético, pois as crianças pulavam corda, andavam de bicicleta, brincavam de amarelinha entre outras atividades que faziam com que a criança se exercitasse. Hoje em dia a maioria das crianças ficam horas à frente do computador ou da TV o que caracteriza uma vida sedentária.

Fatores que predispõem às doenças cardiovasculares

Sedentarismo – O estilo de vida sedentário contribui para o surgimento de doenças cardiovasculares.

Obesidade – A obesidade é uma doença crônica que contribui para o surgimento de outros tipos de doenças como as cardíacas. A hipertensão e o diabetes que são gerados pela obesidade são fatores que em conjunto provocam doenças que comprometem o funcionamento cardíaco.

Idade – A idade em que os indivíduos estão mais propensos a desenvolver doenças cardíacas é acima dos cinquenta anos de idade. No entanto, podemos encontrar pessoas de todas as idades inclusive crianças com esse problema.

Raça – Pode-se observar quanto às raças dos indivíduos, que a raça negra apresenta uma maior incidência de problemas de hipertensão arterial que consequentemente pode gerar problemas cardíacos.

Hereditariedade – Algumas pessoas desenvolvem problemas cardíacos devido à propensão genética que apresentam.

Tabagismo – É de conhecimento de todos os malefícios causados pelo cigarro ao organismo. A nicotina presente no cigarro tem a capacidade de contrair as paredes arteriais e dessa forma compromete a quantidade de sangue que passa por ela, em consequência disso pode-se observar um aumento da pressão arterial do indivíduo.  As substâncias que compõem o cigarro também contribuem para que haja um acúmulo de gordura nas paredes das artérias, além disso o cigarro também facilita o surgimento de trombose que é um coágulo sanguíneo.

Aterosclerose – A aterosclerose é um processo carcaterizado pelo acúmulo de gordura nas paredes das artérias, como a gordura está acumulada naquele local existe uma dificuldade para que o sangue passe pelas artérias. O colestrol alto é o principal responsável para que o acúmulo dessa gordura ocorra. A aterosclerose contribui para o comprometimento do funcionamento do coração, uma vez que dificulta a passagem de  sangue nesse local.

Complicações associadas as doenças cardiovasculares

Já vimos que diversos fatores podem contribuir para que o indivíduo apresente doenças cardiovasculares, veremos agora quais são as complicações que as coenças cardíacas podem causar.

As doenças cardíacas são consideradas uma das principais responsáveis por milhares de mortes em todo mundo. Em contrapartida alguns indivíduos passam boa parte da vida realizando tratamentos contra doenças cardíacas e além de apresentarem uma alta expectativa de vida, acabam morrendo por outra causa. Já em outros casos, as doenças cardíacas deixam severas sequelas nos indivíduos, depois que os mesmos passam por um episódio de derrame ou infarto.

De qualquer forma, as doenças cardíacas representam sérias complicações à saúde do indivíduo que a qualquer momento corre risco de vida.

Prevenção das doenças cardiovasculares

Muitas pessoas apresentam algum fator que contribui com as doenças cardiovasculares e nem tem conhecimento disso. Por isso é muito importante que o indivíduo procure realizar exames de rotina anualmente para verificar o estado em que sua saúde se encontra. Além disso, é importante que o indivíduo pratique exercícios físicos e matenha uma alimentação balanceada. Quando o indivíduo realiza alguma atividade física ele contribui para o combate ao sedentarismo que é um fator essencial para o surgimento de doenças cardíacas. A alimentação balanceada que evita o excesso de frituras, sal e açúcares é muito eficaz no combate a doenças do coração.

O controle periódico da pressão arterial também é necessário para que o indivíduo possa iniciar precocemente o tratamento contra a hipertensão arterial. Algumas pessoas só descobrem que apresentam pressão alta quando desenvolvem alguma crise relacionada a ela. Outro ponto importante para quem deseja evitar doenças do coração é manter-se longe do tabagismo, como já vimos o cigarro causa diversos problemas no organismo que ocasionam alterações no funcionamento cardíaco.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Exercícios aeróbicos combatendo insuficiência cardíaca


Já falamos em vários artigos aqui sobre a importância dos exercícios físicos e como os exercícios físicos aeróbicos, um dos tipos de exercícios, podem trazer vários benefícios ao nosso corpo, principalmente aos sistemas respiratório e cardiovascular. Pois bem, desta vez se trata dos resultados de uma pesquisa científica desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP) pela pesquisadora Juliane Campos, que comprovam a eficiência dos exercícios aeróbicos no combate da insuficiência cardíaca.

Primeiro, vamos contextualizar o problema aqui mencionado: nosso coração precisa bombear sangue por todo o nosso corpo, levando assim oxigênio e nutrientes para todas as células. Entretanto, em certas situações o coração não é capaz de bombear o sangue da forma que o nosso corpo precisa – tal situação é conhecida como insuficiência cardíaca.

Em uma pesquisa anterior, o professor Júlio César Ferreira percebeu que quando há insuficiência cardíaca podia-se observar um acúmulo de proteínas altamente reativas nas células cardíacas, proteínas estas que prejudicavam o bom funcionamento do coração. Além disso, seu acúmulo também poderia levar à morte das células cardíacas, piorando ainda mais a situação.

Segundo os dados da pesquisa de Juliane Campos, a prática de exercícios aeróbicos ajuda na “limpeza” celular, reduzindo assim as tais proteínas altamente reativas – e sem “proteínas ruins”, o coração volta a trabalhar bem.

O experimento da pesquisadora Juliane foi realizado e observado no momento somente em ratos, não sendo aplicados ainda a seres humanos. Segundo seu experimento, ratos com problemas de insuficiência cardíaca apresentaram significativas melhores após a submissão a um programa de exercícios físicos aeróbicos com duração de cerca de uma hora.

Infelizmente não foram publicadas informações sobre o tempo necessário para a recuperação dos ratos, mas já se sabe que após um intervalo de tempo os ratos que tiveram problemas de insuficiência cardíaca alcançaram índices de consumo similares aos de ratos que não tiveram o problema, indicando assim uma melhoria considerável mediante a prática de exercícios aeróbicos.

E se já estão os exercícios aeróbicos combatendo insuficiência cardíaca em ratos, por que não imaginar que tais resultados não serão em breve conclusivos também sobre seus efeitos em seres humanos?

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Fístula arteriovenosa

Fístula arteriovenosa, conhecida como aneurisma arteriovenoso, consiste em uma anomalia entre uma veia e uma artéria. Normalmente, o sangue percorre pelas artérias que passa pelos capilares e chega às veias. Porém, quando ocorre uma fístula arteriovenosa o sangue flui das artérias diretamente para as veias, sem passar pelos capilares.

O indivíduo pode nascer com essa anomalia ou pode adquirir uma fístula arteriovenosa com o tempo devido a uma ferida que lesiona uma artéria e uma veia que estejam próximas.

A fístula arteriovenosa pode ocorrer, também, no cérebro ou no pulmão da pessoa. Assim damos o nome de fístula arteriovenosa dural e fístula arteriovenosa pulmonar. Essa patologia pode causar sérios problemas caso o diagnóstico ocorra tardiamente. Vamos falar agora um pouco sobre esses dois últimos tipos de fístulas arteriovenosas:

  1. Fístula arteriovenosa dural: Ocorre quando as artérias e veias cerebrais apresentam uma conexão anormal, podendo ocasionar cefaleia. Em alguns casos, quando a fístula ocorre atrás dos olhos, o paciente pode apresentar visão reduzida e vermelhidão nos olhos. Além desses sintomas, essa fístula pode ocasionar convulsões e AVC (Acidente Vascular Cerebral). Sintomas que indiquem tal condição podem demonstrar sérios problemas, pois o tratamento pode ser ineficiente em algumas situações;
  2. Fístula arteriovenosa pulmonar: É quando as artérias e veias dos pulmões apresentam uma anomalia no fluxo sanguíneo que ocorre entre elas. É uma doença mais rara de acontecer, porém necessita de diagnóstico rápido para o controle do problema. Geralmente, essa fístula é hereditária podendo ser desenvolvida mais tardiamente, causando fadiga, dispneia, ataque isquêmico e abscesso cerebral.

Sintomas gerais

Em casos de fístula arteriovenosa, a pele pode apresentar uma coloração diferente, dependendo do local onde ocorre o problema, além disso, pode aparecer um inchaço no local. Caso a fístula não seja tratada rapidamente o fluxo do sangue aumenta causando uma dilatação da veia e o rápido retorno do sangue ao coração pode ocasionar uma insuficiência cardíaca.

Algumas vezes, uma fístula pode ser criada propositalmente para que a veia dilatada receba inserção de agulha que aumentará o fluxo sanguíneo impedindo a criação de coágulos. Este procedimento acontece quando ocorre uma inflamação de um vaso criado por certos tratamentos médicos.

Diagnóstico

O uso de um fonendoscópio pode ser necessário, pois o aparelho permite escutar o som característico do problema. Além disso, um produto de contraste será injetado nos vasos sanguíneos para distinguir os vasos com a doença nas radiografias.

Tratamento

Existem alguns tratamentos para fístula arteriovenosa. O tratamento mais adequado depende da situação do paciente e deve ser indicado por um especialista para que o objetivo seja alcançado. Geralmente são métodos invasivos, dentre eles estão:

  • Terapia de coagulação a laser: É um procedimento utilizado por cirurgiões vasculares especialistas no caso;
  • Embolização com fragmentos musculares ou coagulantes;
  • Ato cirúrgico para reconstruir as artérias e veias lesadas.

O tratamento deve ser iniciado assim que diagnosticado o problema para evitar certas complicações. Quando uma pessoa apresenta qualquer sintoma de uma fístula arteriovenosa, deve imediatamente procurar ajuda médica para contornar a situação. Assim o tratamento pode obter a eficiência desejada. Em alguns casos o tratamento pode ser mais rigoroso.

Procurar um especialista para controlar a situação pode proporcionar ao paciente uma vida mais tranquila e saudável, visto que o diagnóstico pode ser realizado com rapidez. Porém, caso a pessoa demore a procura um médico, a situação pode se agravar causando sérios danos no organismo.

Por Danielle Pereira

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Flebite

Flebite superficial é a inflamação de uma veia superficial qualquer do corpo podendo ocorrer uma coagulação sanguínea. Geralmente essa inflamação acontece nas veias das pernas, porém pode atingir qualquer outra veia.

A flebite quando não é tratada imediatamente pode causar inflamação aguda nas paredes da veia, dessa forma, podem surgir coágulos sanguíneos que em algumas ocasiões se desprendem do local de origem, seguindo diretamente por um percurso até atingir os pulmões. Quando isso ocorre a flebite se torna um problema mais sério, chamado de tromboflebite.

A flebite pode ser causada por diversos fatores como bactérias, uso de determinados medicamentos, traumatismo físico ou fatores genéticos. Além desses fatores existem outros que podem causar a flebite como:

  • Sedentarismo e obesidade. Pessoas que não praticam atividades físicas diariamente de acordo com orientações de especialistas ou possuem uma alimentação inadequada gerando o excesso de peso têm mais probabilidade de adquirir uma flebite. Fazer uma simples caminhada pode ajudar a evitar a inflamação das veias;
  • Tabagismo. O uso de cigarro pode ocasionar flebite, além disso, a coagulação pode ser mais frequente se agravando em fumantes. É primordial a ausência de cigarros na vida de uma pessoa;
  • Uso de contraceptivos orais. O uso de anticoncepcionais pode gerar uma flebite. Por isso é importante que a mulher procure o ginecologista antes de começar a tomar esse método contraceptivo;
  • Varizes. As veias saltadas da pele denominadas de varizes podem ocasionar uma inflamação;
  • Aterosclerose também é um fator que causa a flebite.

Sintomas

A flebite, apesar de ser um problema mais brando, pode causar diversos sintomas que facilitam o diagnóstico. Tais sintomas são:

  • Vermelhidão e dor no local;
  • Inchaço no local inflamado;
  • Calor na pele;
  • Febre.

Caso o problema seja maior, causando uma tromboflebite, o paciente pode apresentar, além dos sintomas previstos, um endurecimento da veia. É importante ficar atento a esses sintomas para que o diagnóstico seja realizado e o tratamento seja eficiente.

Tratamento

Normalmente a flebite superficial desaparece sozinha, assim, o paciente necessitará de medicamentos que aliviam a dor. Em alguns casos, o médico pode optar pelo uso de anti-inflamatórios podendo ser orais ou intravenosos. Além disso, o uso de compressas de água morna no local e repouso são fortes aliados para o alívio da dor.

Quando existir a necessidade de um tratamento mais prolongado, o mesmo pode ser rápido e levando apenas alguns dias para conseguir o objetivo esperado. Em caso de tromboflebite, o profissional da saúde pode receitar o uso de medicamentos anticoagulantes para impedir que o sangue se coagule evitando várias complicações.

Todas as causas de uma flebite devem ser tratadas ou evitadas, pois o tratamento, apesar de não ser agressivo, é baseado em medicamentos que podem causar outros problemas.

A vida deve ser cuidada em tempo integral, por isso é sempre vital que a pessoa adquira bons hábitos mais saudáveis. Praticar atividades físicas pode contribuir para evitar sérios problemas de saúde, por exemplo. Além dos exercícios, uma boa alimentação também ajuda a melhorar a qualidade de vida.

Quando alguns sintomas surgirem demonstrando uma possível flebite, o indivíduo deve, imediatamente, procurar um médico para que o diagnóstico seja realizado através de exames que identificam o problema na região afetada. Dessa forma, o paciente poderá obter o tratamento mais adequado e conquistar a cura da doença e levar uma vida mais tranquila.

 Por Danielle Pereira

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Varizes

As varizes são veias que se dilatam, tornando-se tortas e “saltadas” sobre a pele sem voltar ao seu estado normal, muitas vezes aparecendo nas pernas, deixando-as com um aspecto menos saudável. É um problema que atinge um percentual significativo de pessoas e incomoda não só pela estética prejudicada, mas também por causar dores e inchaço no local.

Causas

O principal fator para o surgimento das varizes é a predisposição familiar, ou seja, a genética, passada de geração para geração. Além disso, existem outros fatores como:

  • Hormônios femininos: As mulheres possuem uma chance maior para desenvolverem varizes, devido ao enfraquecimento das paredes das veias, causado pelo hormônio feminino. Esse enfraquecimento pode surgir, até mesmo, na gravidez. Por isso, é comum o surgimento de varizes em mulheres grávidas;
  • Idade: Pessoas com mais idade possuem mais chances de terem varizes;
  • Hábitos incorretos: Alguns hábitos podem contribuir para o aparecimento das varizes, como ficar muito tempo na mesma posição, seja sentado ou deitado;
  • Sedentarismo e excesso de peso também causam varizes.

Assim, algumas medidas são essenciais para evitar as varizes:

  • Movimentar os músculos, praticando exercícios diariamente pode evitar o surgimento das varizes. As pessoas que normalmente permanecem sentadas por muito tempo trabalhando ou estudando devem levantar por alguns minutos para evitar a mesma posição por longos períodos;
  • Utilizar meias de compressão pressionando os pés e os tornozelos pode ajudar na circulação fazendo com o sangue consiga chegar ao coração.

Sintomas

As pessoas que possuem varizes apresentam alguns sintomas que podem piorar caso o problema se agrave. Os sintomas são:

  • Muita dor nas pernas e nos pés;
  • Desconforto;
  • Inchaço no local.

Esses sinais podem demonstrar rapidamente o problema, fazendo com que o paciente consiga o tratamento mais rápido possível.

Tratamento

Existem tratamentos eficientes que ajudam na cura das varizes, portanto é necessário procurar um profissional da saúde assim que os sintomas surgirem, para que o diagnóstico seja feito com antecedência e o tratamento seja o menos invasivo possível.

Um dos métodos muito utilizados é a aplicação de substâncias que reduzem inflamação nas veias, sendo absorvidas pelo organismo. Outro tratamento é o uso de laser para queimar os vasos, porém é um procedimento muito doloroso e menos utilizado.

O procedimento mais utilizado pelos médicos é o uso da cirurgia para a remoção dos vasos, pois muitos acreditam que é o método mais eficaz para o controle de varizes.

Todos os métodos devem ser acompanhados por um especialista para monitorar a eficiência do procedimento.

Complicações

As varizes são simples de serem tratadas desde que o diagnóstico e o início do tratamento sejam imediatos, pois a demora pode trazer algumas complicações.

Caso o tratamento não ocorra, manchas na pele podem surgir, essas manchas são conhecidas como dermatite ocre. Além disso, o quadro pode se agravar ocasionando úlceras na pele. Essa piora da situação pode causar infecções e o tratamento pode ser mais agressivo.

Apesar dos tratamentos oferecerem bons resultados, a prevenção ainda é a melhor decisão e a melhor forma de evitar o aparecimento das varizes é o exercício físico. As atividades diárias devem ser realizadas com o acompanhamento de um profissional, pois ele indicará o melhor exercício para o caso.

É fundamental procurar um médico caso algum sintoma apareça, pois as varizes podem ser controladas mais rapidamente, evitando assim desconfortos que podem surgir. Dessa forma, além da estética, a qualidade da saúde melhora consideravelmente.

 Por Danielle Pereira

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Trombose

Trombose ou trombose venosa profunda (TVP) é um problema que gera a formação de coágulos sanguíneos em uma veia do corpo que impede a circulação do sangue no organismo. Geralmente a trombose ocorre nos membros inferiores. Esse coágulo impede o fluxo do sangue causando inchaço e dores nas pernas. O risco pode aumentar quando o coágulo se desprende e entra na corrente sanguínea ocasionando a embolia cerebral, pulmonar ou cardíaca.

  1. Embolia cerebral: É um tipo de AVC, onde o coágulo que se formou chega ao cérebro entupindo uma artéria cerebral ocasionando lesões temporárias ou permanentes ao cérebro;
  2. Embolia pulmonar: Ocorre quando um coágulo formado nas veias das pernas se desloca para os pulmões, obstruindo o fluxo de sangue. Geralmente essa embolia é grave, podendo levar o paciente à morte caso não ocorra o tratamento adequado;
  3. Embolia cardíaca: É quando o coágulo formado atinge as válvulas do coração. Nesse caso o impedimento do fluxo sanguíneo cardíaco pode ocasionar sérios problemas gerando, até mesmo, infarto.

A trombose pode ocorrer de forma silenciosa, sem manifestações dos sintomas. Quando é diagnosticada, muitas vezes, a situação está em estado grave, podendo ter ocorrido um deslocamento do coágulo e seu alojamento em algum órgão vital.

Existem alguns fatores de risco que podem aumentar o surgimento de uma trombose ou acarretar uma piorar no quadro. Esses fatores são:

  • Repouso absoluto;
  • Tabagismo;
  • Fatores genéticos, evidenciados por outro membro da família que desenvolvera tal doença ou similar;
  • Fratura na pélvis ou nas pernas;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Obesidade;
  • Cirurgias recentes;
  • Tumores;
  • Uso de contraceptivos.

É importante ressaltar que, em viagens muito longas, é interessante fazer uma parada e caminhar por alguns minutos, pois um repouso por longo período pode ocasionar a coagulação sanguínea e, posteriormente, levar a uma trombose.

Diagnóstico

Existem alguns exames que podem diagnosticar uma trombose como:

  • Exame de sangue: Permite a verificação de possíveis formações de coágulos;
  • Ultrassom das pernas;
  • Pletismografia: Permite medir o fluxo sanguíneo das pernas;
  • Raiografia: Para mostrar as veias afetadas.

Sintomas

Os pacientes com trombose apresentam diversos sintomas que ajudam a diagnosticar o problema. Esses sintomas são:

  • Coloração anormal nas pernas;
  • Aumento de calor;
  • Dor no local;
  • Aumento da sensibilidade;
  • Inchaço nas pernas.

Tratamento

É importante seguir algumas orientações para prevenir uma trombose. Uma boa alimentação, exercícios físicos diários e controle do peso são fatores que podem evitar a TVP.

Ao perceber uma possível trombose é fundamental procurar ajuda médica para o diagnóstico, caso seja confirmado, o médico poderá receitar medicamentos anticoagulantes que ajudam a “afinar” o sangue para que o fluxo aconteça, evitando mais coagulações sanguíneas.

Além das drogas será necessário o uso de meias de compressão para pernas ajudando na circulação do sangue e prevenindo o surgimento de novos coágulos.

Em casos mais sérios, o médico poderá recorrer à cirurgia para colocar um filtro na maior veia do corpo impedindo que os coágulos se movam para outros órgãos ou para a remoção de um coágulo grande. Lembre-se que os coágulos formados nos membros podem se deslocar para outros órgãos causando sérias complicações, podendo levar o paciente até mesmo à morte.

Por isso, é fundamental a procura de um médico para um possível tratamento, antes que a situação piore e o indivíduo precise recorrer a cirurgias mais sérias. Além disso, levar uma vida mais saudável ajuda na prevenção contra várias doenças cardiovasculares, inclusive a TVP.

Por Danielle Pereira

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Acidente Vascular Cerebral

O acidente vascular cerebral (AVC) ou acidente vascular encefálico (AVE), conhecido como derrame cerebral é um entupimento ou rompimento dos vasos cerebrais que levam o sangue ao cérebro levando a paralisia da área afetada. Possui um alto índice de mortalidade, além disso, os pacientes que sobrevivem a um acidente vascular cerebral podem apresentar sérias sequelas motoras e cognitivas devido à lesão causada no tecido cerebral.

O AVC pode ocorrer de duas formas:

AVC hemorrágico

A lesão ocorre devido a uma ruptura de um vaso sanguíneo do cérebro, ocasionando uma hemorragia que lesiona o tecido nervoso. É um tipo menos comum, porém mais grave.

Sintomas

Geralmente um acidente vascular cerebral pode causar fortes dores de cabeça, vômitos e náuseas.

Além disso, existem outros fatores que podem contribuir para que ocorra um AVC como:

  • Tabagismo: Fumantes possuem maior probabilidade de ter um derrame cerebral;
  • Uso de contraceptivos orais: Os contraceptivos podem ocasionar um AVC, principalmente os que possuem muito estrógeno;
  • Álcool: O uso abusivo de álcool contribui para um AVC;
  • Drogas: Geralmente usuários de drogas são potencialmente alvos de um derrame cerebral.

O AVC hemorrágico ocorre de duas formas:

  • Hemorragia subaracnoide: Há uma ruptura de um vaso permitindo que o sangue seja derramado entre o cérebro e o crânio. Normalmente isso ocorre devido a um aneurisma cerebral, onde as artérias se dilatam devido ao excesso de sangue no local;
  • Hemorragia intracerebral: A ruptura do vaso faz com que o sangue seja derramado entre a massa cinzenta devido ao envelhecimento dos vasos ou da hipertensão crônica. Esse tipo é mais raro de ocorrer.

AVC isquêmico

O processo ocorre após o fluxo sanguíneo ser bloqueado por causa de um trombo ou êmbolo. Isso faz com que o oxigênio e os nutrientes essenciais para o corpo sejam reduzidos.

Sintomas

Geralmente o indivíduo que sofreu um AVC isquêmico apresenta alteração na fala, dificuldade de compreensão, perda da sensibilidade dos membros e do equilíbrio.

Existem três tipos de acidente vascular cerebral isquêmico:

  • Trombótico: um coágulo se forma em uma artéria devido a uma aterosclerose causando um entupimento sanguíneo;
  • Por embolia: O coágulo se forma em outra parte do corpo alcançando uma artéria e ocasiona a obstrução da mesma;
  • Insuficiência circulatória: Ocorre devido a uma falha no coração que deixa de bombear o sangue corretamente prejudicando a circulação.

O acidente vascular cerebral isquêmico ocorre, também, em mulheres grávidas devido à elevação da pressão arterial. Em alguns casos as sequelas são mínimas ou até mesmo inexistentes.

O acidente vascular cerebral pode levar o paciente à falência ou a ter grandes sequelas, por isso, é importante o socorro médico para que o quadro não se agrave. Além disso, existem fatores de riscos que devem ser evitados para que não ocorra um AVC.

Fatores de riscos

  • Pessoas com mais idade;
  • Hipertensão arterial (pressão alta);
  • Obesidade e sedentarismo;
  • Diabetes e dietas gordurosas;
  • Estresse.

Tratamento

O tratamento depende de cada fator. Existem casos em que os tratamentos terapêuticos podem se grandes aliados para a recuperação da vitima. Todavia, há casos em que não há recuperação levando o indivíduo à morte ou a um estado vegetativo.

É fundamental que em casos de AVC, o paciente seja levado imediatamente ao hospital para que possa ser tratado o mais rápido possível, pois a demora pode agravar o estado da pessoa e a total recuperação pode não ocorrer.

Para evitar um possível AVC é importante seguir algumas orientações. Uma boa alimentação e exercícios físicos podem melhorar o condicionamento físico e psíquico do indivíduo, por isso é importante levar uma vida saudável, evitando o estresse para que não ocorram eventuais problemas.

Por Danielle Pereira

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Doença arterial periférica

A doença arterial periférica causa o estreitamento e endurecimento das artérias das pernas e pés. Isso ocorre devido ao acúmulo de gordura nas paredes das artérias. O estreitamento deixa as artérias mais rígidas impedindo sua dilatação para um maior fluxo sanguíneo. A falta de oxigênio e sangue nas veias das pernas causa uma má circulação durante os exercícios mais energéticos ou mesmo em momentos de repouso.

A doença arterial periférica é um distúrbio comum, principalmente em homens acima dos 50 anos de idade. Porém, alguns fatores podem agravar a situação de um indivíduo com essa doença, como:

  • Colesterol alto;
  • Diabetes;
  • Doenças cardíacas;
  • Hipertensão;
  • Tabagismo;
  • Derrames;
  • Doenças renais.

Sintomas

A doença arterial periférica pode provocar diversos sintomas que são mais percebidos durante algum exercício físico ou em repouso após os exercícios. Os sintomas mais comuns são: dor, sensibilidade, cansaço, queimação ou desconforto nos músculos das pernas.

Inicialmente os sintomas surgem durante uma atividade, porém, com o tempo, passam a ser sentidas mais frequentemente, inclusive quando a pessoa estiver em repouso, podendo apresentar dormência nas pernas e palidez na pele.

Em casos mais graves os sintomas são:

  • Impotência;
  • Dor seguida de cãibras;
  • Dor ou formigamento nos pés;
  • Úlceras.

Alguns desses sintomas podem ser mais agudos durante a noite. É importante observar se com o tempo esse sintomas ocorrem com mais frequência e cada vez mais fortes. Caso isso aconteça é fundamental procurar um médico.

Diagnóstico

Os exames mais aconselhados para detectar uma doença arterial periférica são:

  • Angiografia;
  • Ultrassom nas extremidades;
  • Ressonância magnética;
  • Tomografia computadorizada.

Os exames de sangue também são realizados para detectar uma possível diabetes ou alteração no colesterol.

Esses exames são essenciais, pois durante a realização o médico pode observar diversas reações causadas pela doença. Ao utilizar os exames adequados para o diagnóstico do distúrbio, o especialista pode observar uma diminuição na pressão arterial no membro afetado e perda de pelos nas pernas e nos pés. Além disso, o paciente pode apresentar uma pulsação fraca. Em caso mais graves, o médico pode analisar uma diminuição de tamanho dos músculos da panturrilha, úlcera dolorosa nos pés sem hemorragia, palidez na pele ou coloração anormal na região e unhas dos dedos dos pés espessas.

Tratamento

Geralmente em casos mais brandos, o médico poderá indicar exercícios físicos mais leves alternados com momentos de repouso, controle na alimentação para evitar excesso de peso e controlar o colesterol, controle e monitoramento da quantidade de açúcar no organismo para evitar a diabetes. Além disso, é fundamental evitar o uso de fumo, controlar a pressão arterial e usar, ao fazer exercícios, sapatos confortáveis para que não haja pressão nos pés causando a má circulação.

Em caso mais graves, o médico pode optar por receitar uso de medicamentos para controlar a doença e melhorar o fluxo sanguíneo na região, porém, muitas vezes, a situação do paciente é mais grave e os tratamentos indicados não são eficientes para controlar a doença. Dessa forma, podem ocorrer complicações como necrose tecidual, feridas abertas e coagulação sanguínea, ocasionando a retirada do membro afetado, ou seja, para controlar a doença nesses casos, é necessário que o membro seja amputado.

Quando um indivíduo apresentar qualquer sintoma de um mau funcionamento do fluxo sanguíneo nos membros inferiores, é fundamental uma consulta médica para que o problema seja diagnosticado e o tratamento seja possível.

Por Danielle Pereira

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Aterosclerose

A aterosclerose é uma doença cardíaca que ocasiona o estreitamento dos vasos sanguíneos que fornecem sangue e oxigênio ao coração. É uma doença grave que possui alto índice de morte em pacientes que apresentam um problema cardíaco.

A aterosclerose é provocada devido ao acúmulo de placas nas artérias do coração causando o estreitamento dessas artérias dificultando a passagem de oxigênio e sangue ao coração. Em alguns casos, o sangue pode ser completamente impedido de passar pela artéria.

Fatores de risco de uma aterosclerose

  • Idade: Quanto mais velho for o paciente, maior a chance de apresentar uma aterosclerose;
  • Sexo: Os homens são mais propícios de possuir um problema cardíaco. Porém, as mulheres com menopausa possuem uma probabilidade superior de apresentar essa doença cardiovascular;
  • Genes: A genética é um fator importante para diagnosticar uma possível aterosclerose.

Além desses fatores, existem doenças que podem aumentar o risco de ter uma doença cardíaca coronária como:

  • Glicose alta, ou seja, diabetes. Pessoas que possuem essa patologia estão no grupo de risco;
  • Hipertensão (pressão alta). Os indivíduos que possuem pressão alta também estão mais propícios a apresentar uma aterosclerose;
  • Colesterol elevado. É importante controlar o colesterol com uma boa alimentação e exercícios físicos para combater uma possível doença do coração;
  • Além disso, problemas como tabagismo, doenças renais, uso de drogas, inclusive o álcool, obesidade e sedentarismo podem agravar a doença.

Sintomas

Geralmente o paciente que apresenta uma aterosclerose possui diversos sintomas. Dentre os sintomas mais comuns estão:

  • Dor no peito;
  • Dificuldade na respiração;
  • Fadiga e fraqueza.

Aterosclerose

Diagnóstico

Existem diversos exames essenciais que ajudam no diagnóstico da doença. Eles são importantes para detectar o problema e alcançar um possível tratamento. Os exames mais indicados são:

  • Angiografia: Ajuda a avaliar o estado das artérias;
  • Ecocardiograma: Mostra imagens detalhadas do coração;
  • Eletrocardiograma: Avalia a carga elétrica do coração;
  • Tomografia computadorizada por feixe de elétrons: Demonstra o nível de cálcio do interior das artérias;
  • Ressonância magnética;
  • Teste de esforço físico.

Tratamento

Normalmente o início do tratamento é combater ou controlar problemas que podem ocasionar a aterosclerose. Após isso, o uso de medicamentos para combater a doença pode ser prescrito pelo médico.

Em casos mais graves, é fundamental recorrer a cirurgias cardíacas. Algumas cirurgias são mais indicadas para que o quadro do paciente não se agrave. Essas cirurgias são essenciais para controlar o problema cardíaco podendo até mesmo conseguir a recuperação total da saúde.

As cirurgias mais adequadas são:

  • Angioplastia,  que é uma intervenção cirúrgica coronariana percutânea;
  • Ponte de safena;
  • Outras cirurgias cardíacas menos agressivas.

As pessoas que apresentam qualquer doença cardíaca, principalmente a aterosclerose, devem procurar o médico e seguir as orientações recomendadas. É importante não parar o tratamento antes que o problema seja totalmente resolvido para que, futuramente, não ocorram complicações mais severas.

Existem várias maneiras de evitar uma doença cardíaca. É fundamental que a pessoa pratique exercícios físicos regularmente de acordo com as indicações de um profissional, pois os exercícios são fundamentais para uma boa saúde. Além disso, é importante manter uma boa alimentação para que o peso não aumente e, assim, não prejudique a vida da pessoa.

É extremamente importante controlar os problemas que podem ocasionar a aterosclerose, pois essa doença pode agravar a situação cardíaca, levando o paciente à morte, por isso, ao perceber uma piora da saúde, é essencial procurar um especialista para evitar situações mais sérias.

Por Danielle Pereira

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Endocardite

Endocardite é uma doença inflamatória que ocorre na estrutura interna do coração, atingindo as válvulas cardíacas, podendo ser fatal ao paciente caso esteja em estado grave. Geralmente a endocardite é causada por uma bactéria ou fungo que entra na corrente sanguínea ficando alojado e se aglomerando no coração.

O termo utilizado para essa patologia causada por infecções devido à contração de uma bactéria é endocardite infecciosa, podendo ser aguda ou subaguda.

  • Endocardite infecciosa aguda: Nesse caso, o paciente corre potencialmente risco, pois a infecção é progressiva, levando o indivíduo à falência em pouco tempo. Em alguns casos acomete outros órgãos como fígado, cérebro, olhos, rins e pulmões;
  • Endocardite infecciosa subaguda: Nessa situação, a evolução da infecção é mais demorada e o tratamento pode ser mais eficiente.

Sintomas de uma endocardite

O paciente que possui uma infecção nas válvulas cardíacas pode apresentar diversos sintomas que são importantes para diagnosticar a doença, como:

  • Febre;
  • Calafrios;
  • Perda de peso;
  • Tosse;
  • Cefaleia;
  • Náuseas e vômitos;
  • Alterações cardíacas.

Além desses sintomas, alguns pacientes podem apresentar complicações mais graves como: insuficiência cardíaca, embolia pulmonar, infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência renal.

Além das infecções causadas por fungos e bactérias, existem outros fatores que possibilitam o surgimento de infecções que causam a endocardite.

  • Uso de droga intravenosa: Devido à falta de higiene na hora de aplicar uma agulha contendo uma droga, pode ocasionar o aparecimento de bactérias que causam infecções, prejudicando a eficiência do coração. Normalmente, a endocardite que surge através de infecções pelo uso de drogas é grave, podendo levar a pessoa à morte;
  • Doenças valvulares: Pacientes que possuem algum problema nas válvulas cardíacas apresentam uma probabilidade maior de ter uma endocardite;
  • Válvulas cardíacas artificiais: As pessoas que possuem válvulas artificiais estão mais propícias a adquirir uma endocardite. Geralmente são considerados grupos de maior risco.

Endocardite

Diagnóstico

Alguns exames são essenciais para diagnosticar a patologia. O ecocardiograma e a hemocultura são importantes para demonstrar se há uma infecção sanguínea ocasionando a endocardite.

Tratamento

Quando a infecção é detectada no início, o tratamento pode ser realizado através do uso de medicamentos intravenosos, controlando a infecção antes que a mesma possa se agravar. Porém, quando o quadro do paciente estiver mais avançado é necessário recorrer à cirurgia cardíaca para realizar a troca da válvula.

Mesmo quando a cirurgia for necessária, o uso de antibióticos pode aliviar os sintomas da infecção, combatendo a bactéria causadora do problema.

Endocardite de Libman-Sacks

A endocardite de Libman-Sacks é muito rara de origem não infecciosa que aparece em paciente que apresentam uma doença chamada de lúpus eritematoso sistêmico (doença que ocasiona anticorpos que atacam o próprio corpo).

Nesse caso, é importante que o paciente faça um tratamento para combater o lúpus para que a endocardite seja controlada.

É fundamental que o indivíduo que apresente qualquer sintoma de infecção procure um especialista para evitar que essa infecção entre na corrente sanguínea e cause uma endocardite. Caso apareçam sintomas de endocardite, é extremamente importante seguir as orientações médicas e realizar o tratamento adequado para que não ocorram situações mais grave e o paciente possa adquirir uma qualidade de vida melhor.

A endocardite, quando não é tratada de forma correta ou é diagnosticada tardiamente, pode ocasionar complicações que colocam a vida do paciente em risco, podendo causar a falência de órgãos e assim a morte do indivíduo. Por isso, é importante que ao detectar uma infecção, a pessoa passe pelos exames para identificar uma possível endocardite e, dessa forma, fazer o tratamento certo.

Por Danielle Pereira

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS