Archive for Distúrbios e Doenças

Causas prováveis da depressão

Muito mais do que simples estados melancólicos que acometem as pessoas em determinados períodos de suas vidas, a depressão é uma doença de caráter orgânico com sintomas também emocionais, e que deve ser tratada de um modo eficiente, pois em casos mais graves pode fazer com que o paciente corra risco de morte.

Causas prováveis da depressão

A depressão pode ser definida como uma doença de ordem psíquica com etiologia até o presente momento desconhecida, mas com uma variedade de hipóteses que tentam se afirmar com a verdadeira causa desencadeante da depressão. Segundo a grande maioria dos especialistas e pesquisadores da área de saúde mental, a depressão seria decorrente de um desequilíbrio químico das células nervosas que compõem o organismo dos seres humanos, e este processo seria o responsável pelas alterações de humor que o indivíduo com depressão costuma apresentar.

O que se sabe é que existem vários fatores na vida de uma pessoa propensa a apresentar um quadro clinico de depressão que podem desencadear a doença. Recentes estudos científicos estão tentando achar uma relação entre a influência genética e a depressão apresentada pela pessoa. Segundo esses cientistas, o aspecto genético seria de uma importância relevante para que os seres humanos desenvolvam a depressão. Esse fato explicaria porque indivíduos frentes as mesmas situações estressantes ou traumáticas se comportariam de maneira distinta um dos outros. Enquanto uns acabam ficando deprimidos, outros conseguem se recuperar rapidamente e retomar suas atividades diárias.

Principais sinais clínicos da depressão

De acordo com especialistas na área de psicologia e psiquiatria, os sintomas da depressão são bastante variados e se refletem tanto no físico quanto no campo mental do individuo deprimido. Para que haja um diagnóstico preciso é necessito verificar se a pessoa está tendo somente um estado melancólico em virtude de elegem trauma sofrido, ou então se apresenta os sintomas característicos da depressão. Dentre os principais sintomas orgânicos que sinalizam o problema da depressão estão: Fortes dores de cabeça, sensação de náuseas ou enjoos, dores generalizadas pelo corpo, constipação intestinal, alteração do batimento cardíaco.

Dentre os sintomas psíquicos mais frequentes podemos destacar: Dificuldade de concentração, perda de interesse por coisas que antes sentia prazer em fazer, sentimento de fracasso constante, humor deprimido, alterações no sono, com períodos de insônias ou então dormir em excesso, alterações no apetite, com o consumo exagerado de alimentos, ou então a perda total da vontade de comer, diminuição da libido, pensamentos melancólicos, de fracasso, dificuldades em tomar decisões devido a grande insegurança, e em casos mais graves pensamentos suicidas.

Depressão

Considerações finais

É importante ressaltar que a depressão é uma doença de caráter orgânico com sintomas principalmente psíquicos, que deve ser diagnosticada de maneira correta para que o paciente possa iniciar seu tratamento à base de medicamentos antidepressivos combinados com uma psicoterapia. O não tratamento adequado do quadro depressivo pode resultar no óbito do paciente por suicídio.

Por Salete Dias

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Depressão na adolescência


Muitas pessoas acham que a depressão na adolescência é algo raro, mas isso nem sempre é verdade. A adolescência é uma fase em que o ser humano enfrenta diversas mudanças psicológicas, sociais, físicas e comportamentais, no entanto a maioria dos adolescentes consegue equilibrar essa difícil etapa através da boa convivência com os amigos, obtendo êxito na escola ou fazendo atividades externas.

Mau humor uma vez ou outra é de se esperar, mas a depressão é algo diferente. Ela pode destruir ou alterar a personalidade de um adolescente, causando uma enorme sensação de tristeza, desespero, raiva ou ideias suicidas.

Sinais e sintomas de depressão na adolescência

Adolescentes enfrentam várias situações novas, que envolvem as alterações da puberdade e questões que envolvem a formação de personalidade bem como a identificação com grupos da mesma faixa etária. A transição natural da criança ao adulto também pode trazer conflito parental, quando os adolescentes começam a afirmar sua independência.

Nessa situação, a depressão e o mau humor de adolescente normal, dificultam o diagnóstico do real problema que atinge o adolescente, tornando essa fase ainda mais complexa. Os adolescentes deprimidos não necessariamente parecem triste e nem sempre se isolam dos outros. Para alguns adolescentes que enfrentam a depressão, os sintomas mais evidentes são raiva, irritabilidade e agressividade.

De uma maneira geral os sintomas da depressão juvenil são: tristeza ou desesperança, irritabilidade, raiva, hostilidade, choro frequente, isolamento de amigos e familiares, perda de interesse em atividades, mudanças na alimentação e hábitos de sono, inquietação e agitação, sentimentos de inutilidade e culpa, falta de entusiasmo e motivação, fadiga ou falta de energia, dificuldade de concentração, vontade de morrer ou tirar a própria vida.

Efeitos da depressão na adolescência

Os problemas associados a depressão na adolescência estão muito além de um humor melancólico. Muitos comportamentos rebeldes ou atitudes agressivas em adolescentes são na verdade indícios de depressão. A seguir estão algumas maneiras sobre como os adolescentes podem agir em uma tentativa de lidar seu quadro de depressão:

– Problemas na escola: a depressão pode desencadear pouca motivação e dificuldade de concentração. Em um ambiente escolar, isso pode levar a baixa frequência, uma queda nas notas ou frustração com os trabalhos escolares que antes o adolescente conseguia fazer com sucesso;

-Isolamento: muitos adolescentes deprimidos pensam em isolar-se das pessoas, inclusive dos familiares. Tal tentativa é geralmente grito de socorro;

-Uso de drogas e abuso de álcool: os adolescentes podem usar o álcool ou as drogas em uma tentativa de aliviar os sintomas de sua depressão. Infelizmente, o uso abusivo dessas substâncias só pioram as coisas;

– Baixa autoestima: a depressão pode desencadear e intensificar os sentimentos de feiura, vergonha, sentimento de inferioridade e, fracasso;

Tratamento para depressão adolescente

A depressão é muito prejudicial quando não tratada, por isso, se a você identificar nos adolescentes indícios de depressão deve procurar imediatamente ajuda de um profissional especializado na área de psiquiatria e psicologia. Os pais devem estar preparados para auxiliar seu médico fornecendo informações específicas sobre os sintomas de depressão no seu filho, incluindo o quanto eles estão afetando a vida diária do adolescente.

O médico também deve ser informado sobre quaisquer parentes próximos que já foram diagnosticados com depressão ou outro transtorno de saúde mental. Como parte da seleção de depressão, o médico irá realizar no adolescente um exame físico. Se não houver nenhum problema orgânico ou emocional que esteja causando a depressão de seu filho adolescente, pergunte ao seu médico como encaminhá-lo a um psicólogo ou psiquiatra especializado em crianças e adolescentes. A depressão na adolescência pode ser tratada como as opções de tratamento psicoterapêutico e, com medicamentos antidepressivos.

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Sintomas da obesidade

A obesidade é um problema que atinge grande parte da população mundial e causa não somente complicações no organismo do indivíduo, como também problemas emocionais em virtude do preconceito que as pessoas obesas costumam sofrer. Mas como será que alguém sabe se está somente acima do peso corporal ou se está obesa? Quais serão os sintomas da obesidade? É o que veremos a seguir:

Preocupação da OMS com o problema da obesidade

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde)o número de pessoas obesas cresceu muito ao longo dos anos principalmente em crianças e adolescentes, fato que a organização considera alarmante em virtude dos inúmeros problemas de saúde que um indivíduo com problema de obesidade pode apresentar e os gastos que serão necessários para tratar essas enfermidades.

Segundo a OMS uma das principais causas para esse aumento de indivíduos obesos seria o sedentarismo que grande parte das pessoas vivem em decorrência da altas tecnologias, que coloca tudo ao alcance das mãos fazendo com que os jovens façam pouco esforço físico para conseguir o que desejam. Aliado a esse problema estaria o da alimentação inadequada. Indivíduos nessa faixa etária costumam se alimentar com os alimentos de lanchonetes ao invés de priorizar uma alimentação balanceada e rica em nutrientes.

A obesidade pode ser  definida como um grande acúmulo de tecido gorduroso no corpo do individuo o que resulta em vários tipos de doenças, principalmente as que estão associadas aos sistemas cardíacos e vasculares. A obesidade pode ser desenvolvida a partir de fatores ambientais ou comportamentais, genéticos ou hormonais ou ainda a combinação de alguns deles. No entanto os especialistas na área de saúde informam que independente de fator etiológico, o problema  da obesidade está diretamente ligado ao aumento do consumo alimentar com pouca gasto energético, ou seja a pessoa come em exagero e não mantém o hábito de praticar atividades físicas com regularidade, preferindo o sedentarismo.

Principais sintomas da obesidade

Segundo especialistas a pessoa que apresenta o problema da obesidade tem limitações motoras, além de riscos de complicações cardíacas e vasculares e outras enfermidades, e infecções na pele em virtude das dobras na epiderme devido ao grande acúmulo do tecido adiposo. Pela sobrecarga que a coluna vertebral dessas pessoas apresenta  podem ocorrer problemas ósseos e nas articulações dos tornozelos, joelhos ou do quadril e cintura. Esses sintomas físicos costumam estar associados a problemas emocionais como por exemplo, ansiedade e compulsão ou ainda desenvolvimento de uma baixa autoestima.

De acordo com a recomendação da OMS (Organização Mundial de Saúde) uma das principais medidas que servem para diagnosticar a obesidade  é a avaliação do IMC (Índice de Massa Corporal) da pessoa  que é calculado usando-se a seguinte fórmula: Peso do indivíduo dividido pela sua altura elevada ao quadrado, encontrando-se desse modo o resultado. De acordo com os padrões de mensuração um IMC a partir de 30kg/m2 já denota um grau de obesidade do tipo I. Já um IMC maior que 40kg/m2 já caracteriza a obesidade mórbida que apresenta um risco extremo ao indivíduo podendo inclusive levá-lo a óbito.

Vários estudos científicos foram conduzidos para que fosse encontrado o fator etiológico para o desenvolvimento dessa enfermidade. No entanto, os pesquisadores até  o presente momento chegaram  a conclusão que a obesidade pode ser  na realidade resultante de vários fatores isolados ou associados entre si. Dentre as principais causas da obesidade descritas por alguns especialistas estão:

  • Nutrição inadequada com grande consumo de alimentos gordurosos ou doces;
  • Falta de atividades físicas levando a pessoa ao sedentarismo;
  • Alterações endócrinas com o aparecimento de algumas síndrome, como o hipotireoidismo;
  • Deficiência no hormônio do crescimento;
  • Alguns tipos de  fármacos como por exemplo corticoides, lítio e antidepressivos tricíclicos;
  • Cirurgias na região do hipotálamo e obesidade de origem genética como a autossômica recessiva ou a ligada ao cromossomo X.

Considerações finais

Os sintomas da obesidade são bem evidentes e se caracterizam por um excesso de peso corporal associado a diversos tipos de enfermidades que podem comprometer a saúde física do individuo obeso. Além das complicações orgânicas que a pessoa obesa sofre, há ainda os problemas emocionais por que passam ,como por exemplo, o desenvolvimento de uma baixa autoestima.

A obesidade muito mais do que um problema de estética é considerada uma enfermidade e como tal deve ser tratada de forma adequada, para que seus portadores possam ter uma boa qualidade de vida.

Por Salete Dias

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Doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares representam hoje uma elevada mortalidade em todo mundo. Elas podem ser adquiridas de diversas formas que vão desde problemas genéticos até problemas gerados pelo estilo de vida como hipertensão arterial, obesidade, diabetes entre outros. Há algum tempo, pode-se observar uma mudança no estilo de vida das pessoas; mudanças estas que acabam por favorecer o sedentarismo. Antigamente o número de pessoas que posuíam carros era bem menor do que podemos observar hoje, isso favorece que as pessoas se exercitem cada vez menos.

Outro fato que podemos observar atualmente é o aumento no número de crianças com problemas cardíacos, entre outros fatores isso se deve principalmente ao aumento da obesidade e ao consequente estilo de vida das nossas crianças. Antigamente as brincadeiras infantis favoreciam o gasto energético, pois as crianças pulavam corda, andavam de bicicleta, brincavam de amarelinha entre outras atividades que faziam com que a criança se exercitasse. Hoje em dia a maioria das crianças ficam horas à frente do computador ou da TV o que caracteriza uma vida sedentária.

Fatores que predispõem às doenças cardiovasculares

Sedentarismo – O estilo de vida sedentário contribui para o surgimento de doenças cardiovasculares.

Obesidade – A obesidade é uma doença crônica que contribui para o surgimento de outros tipos de doenças como as cardíacas. A hipertensão e o diabetes que são gerados pela obesidade são fatores que em conjunto provocam doenças que comprometem o funcionamento cardíaco.

Idade – A idade em que os indivíduos estão mais propensos a desenvolver doenças cardíacas é acima dos cinquenta anos de idade. No entanto, podemos encontrar pessoas de todas as idades inclusive crianças com esse problema.

Raça – Pode-se observar quanto às raças dos indivíduos, que a raça negra apresenta uma maior incidência de problemas de hipertensão arterial que consequentemente pode gerar problemas cardíacos.

Hereditariedade – Algumas pessoas desenvolvem problemas cardíacos devido à propensão genética que apresentam.

Tabagismo – É de conhecimento de todos os malefícios causados pelo cigarro ao organismo. A nicotina presente no cigarro tem a capacidade de contrair as paredes arteriais e dessa forma compromete a quantidade de sangue que passa por ela, em consequência disso pode-se observar um aumento da pressão arterial do indivíduo.  As substâncias que compõem o cigarro também contribuem para que haja um acúmulo de gordura nas paredes das artérias, além disso o cigarro também facilita o surgimento de trombose que é um coágulo sanguíneo.

Aterosclerose – A aterosclerose é um processo carcaterizado pelo acúmulo de gordura nas paredes das artérias, como a gordura está acumulada naquele local existe uma dificuldade para que o sangue passe pelas artérias. O colestrol alto é o principal responsável para que o acúmulo dessa gordura ocorra. A aterosclerose contribui para o comprometimento do funcionamento do coração, uma vez que dificulta a passagem de  sangue nesse local.

Complicações associadas as doenças cardiovasculares

Já vimos que diversos fatores podem contribuir para que o indivíduo apresente doenças cardiovasculares, veremos agora quais são as complicações que as coenças cardíacas podem causar.

As doenças cardíacas são consideradas uma das principais responsáveis por milhares de mortes em todo mundo. Em contrapartida alguns indivíduos passam boa parte da vida realizando tratamentos contra doenças cardíacas e além de apresentarem uma alta expectativa de vida, acabam morrendo por outra causa. Já em outros casos, as doenças cardíacas deixam severas sequelas nos indivíduos, depois que os mesmos passam por um episódio de derrame ou infarto.

De qualquer forma, as doenças cardíacas representam sérias complicações à saúde do indivíduo que a qualquer momento corre risco de vida.

Prevenção das doenças cardiovasculares

Muitas pessoas apresentam algum fator que contribui com as doenças cardiovasculares e nem tem conhecimento disso. Por isso é muito importante que o indivíduo procure realizar exames de rotina anualmente para verificar o estado em que sua saúde se encontra. Além disso, é importante que o indivíduo pratique exercícios físicos e matenha uma alimentação balanceada. Quando o indivíduo realiza alguma atividade física ele contribui para o combate ao sedentarismo que é um fator essencial para o surgimento de doenças cardíacas. A alimentação balanceada que evita o excesso de frituras, sal e açúcares é muito eficaz no combate a doenças do coração.

O controle periódico da pressão arterial também é necessário para que o indivíduo possa iniciar precocemente o tratamento contra a hipertensão arterial. Algumas pessoas só descobrem que apresentam pressão alta quando desenvolvem alguma crise relacionada a ela. Outro ponto importante para quem deseja evitar doenças do coração é manter-se longe do tabagismo, como já vimos o cigarro causa diversos problemas no organismo que ocasionam alterações no funcionamento cardíaco.

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Relação entre ansiedade e tabagismo nas mulheres

Associação entre Fumo e Ansiedade

De acordo com um estudo científico realizado por pesquisadores brasileiros nas pessoas do sexo feminino, o vício do fumo estaria muito mais associado à ansiedade que elas apresentam do que o consumo de cafeína ou o vício do alcoolismo, ou seja as mulheres fumariam um cigarro toda vez que estivessem ansiosas ao invés de comer muito, consumir café em excesso ou ingerir bebidas alcoólicas.

Realização da Pesquisa

O estudo científico foi realizado com cerca de quarenta e três mulheres que haviam sido internadas em virtude de problemas de saúde causados pelo vício do cigarro. Os estudiosos verificaram que cerca de setenta e sete por cento desse grupo analisado fumava principalmente quando se sentiam ansiosas ou aflitas com alguma situação, ou então quando estavam com medo ou preocupadas.

Os dados estatísticos divulgados pelos pesquisadores apontaram para a conclusão de que a relação entre as pessoas do sexo feminino e  o vício do tabagismo é puramente emocional, ao contrário dos indivíduos do sexo masculino onde  a relação é mais objetiva, ou seja eles fumam para conseguir o prazer imediato que o tabaco lhes proporciona. Por isso na opinião de alguns especialistas os homens apresentam uma grau maior de dificuldade em parar com o vicio do cigarro,pois os fatores desencadeantes são bem mais difíceis de controlar.

Risco de Engordar Quando Parar de Fumar

Muitas mulheres que possuem o vício do tabagismo tem  a preocupação de engordar quando pararem de fumar, e algumas delas evitam se abster do cigarro em virtude desse fato. De acordo com especialistas o que ocorre na verdade é o fato da associação do cigarro com a ansiedade e quando a pessoa interrompe o vicio sem tratar da causa emocional, o que pode acontecer é uma transferência de compulsão por outra, no caso troca-se o tabaco pelo hábito de comer de maneira exagerada, ou seja a pessoa para de fumar cigarro mas começa a se alimentar  de maneira inadequada com alimentos que não são saudáveis para o seu organismo. Por isso a ansiedade que as mulheres sentem deve ser tratada de maneira eficiente para que não haja substituição de um vício pelo outro.

Mito do Calmante

Segundo especialista na área médica para muitas pessoas que são tabagistas, o vício do cigarro serviria teoricamente para aliviar uma situação estressante ou de  ansiedade. No entanto pesquisadores da cidade de Londres concluíram que a longo prazo esse efeito calmante não teria resultado. Foi verificado que em indivíduos que se abstiveram do  vício do tabaco apresentaram níveis de estresse menores dos que os que continuavam fumando. Por outro lado a comunidade científica  já demonstrou vários indícios de que o tabaco pode danificar a estrutura do DNA no corpo humano o que provoca nos seres humanos uma maior predisposição à enfermidades com o diabetes, complicações cardíacas e até câncer.

Por Salete Dias

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Principais Complicações de Saúde Associadas à Obesidade

Complicações Hepáticas

Todas as pessoas já sabem que a obesidade traz muitas complicações para a saúde de todos, e por isso os profissionais da área de saúde estão sempre orientam aos indivíduos que percam peso para obterem uma melhor qualidade de vida. Porém  a obesidade pode trazer vários riscos de doenças, e entre elas está a esteatose que pode ser definida como uma quantidade de gordura armazenada de maneira anormal no fígado do indivíduo e esse problema pode evoluir para uma cirrose ou lesões no orgão com o aparecimento de fibroses hepáticas. Os médicos explicam que há um aumento dos ácidos graxos no organismo da pessoa resultando em processo inflamatórios que podem ocasionar a fibrose.

Segundo especialistas quando há cerca de dez por cento de acúmulo de gordura no fígado já demonstra que a enfermidade já se instalou no organismo. O risco maior que as pessoas com esteatose sofrem é o surgimento da chamada síndrome metabólica que é uma série de anormalidades nas funções os órgãos do corpo humano causando uma redução da resistência à insulina , provocando várias complicações de saúde como o diabetes, por exemplo. Para se diagnosticar a esteatose é necessário que o paciente faça exames de tomografia computadorizada ou exames de ultrassom. Vale ressaltar que não existe até o momento tratamento para o problema e os enfermos são orientados a tentar perder peso. A esteatose pode evoluir para uma complicação mais grave conhecida como esteopatite.

Problemas na Tireóide

Os especialistas relatam que outra complicação resultante da obesidade das pessoas são as anormalidades da glândula tireoide  que é bem comum em indivíduos portadores de síndrome metabólica. Normalmente as pessoas obesas costumam apresentar nódulos ou processos inflamatórios nessa glândula.

De acordo com especialistas brasileiros em endocrinologia é mais fácil  as pessoas com problema de obesidade apresentarem complicações na tireóide do que sofrerem um aumento de peso excessivo em razão de uma possível disfunção da glândula. A síndrome metabólica presente em virtude da resistência a insulina contribui para o aumento do hormônio que estimula a tireoide chamado TSH, resultando no surgimento dos nódulos e inflamações.

Relação entre Câncer e Obesidade

Vários estudos realizados em todas as partes do mundo confirma cada vez mais a relação entre obesidade e o aparecimento de células cancerosas. De acordo com institutos de saúde brasileiros o excesso de peso corporal nas pessoas costuma ser o segundo maior fator de risco para o aparecimento de câncer.

Segundo dados estatísticos levantados por organizações de saúde cerca de cinquenta e dois por centos dos tumores no esófago, trinta e cinco por cento do câncer de cólon e cerca de vinte e dois por cento do tumor de mama são decorrentes do problema da obesidade. Os especialistas alertam para esses dados levantados e ressaltam a importância do emagrecimento para prevenir os tumores, que segundo os cientistas já foi comprovado uma incidência maior de cânceres em pessoas obesas.

Por Salete Dias

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A luta das escolas contra a obesidade

A obesidade trata-se hoje de uma doença que atinge todo o mundo. É comum encontrarmos pessoas de todas as idades que apresentam o problema, o desafio atual dos profissionais de saúde é buscar formas de combater essa doença. Muitas crianças são consideradas obesas e já apresentam problemas de saúde relacionados a obesidade como é o caso do diabetes, hipertensão e colesterol alto; essa obesidade encontrada em crianças se deve a diversos fatores entre eles pode-se destacar o sedentarismo e a alimentação hipercalórica.

A luta das escolas contra a obesidade

A escola é uma instituição que faz parte da vida da criança por um período de tempo considerável, além disso o lanche que é a refeição que antecede ou precede o almoço é realizada no ambiente escolar. Pensando nisso, algumas escolas resolveram adotar algumas medidas que possam combater a obesidade pelo menos no que diz respeito ao lanche de crianças e adolescentes. Dessa forma alguns alimentos como doces, salgados, refrigerantes, biscoitos recheados entre outros ficaram proibidos de serem trazidos para a escola, em contrapartida foi reforçado o consumo de sucos, frutas, biscoitos sem recheio, sanduíches naturais entre outros alimentos. Além dessas medidas, as escolas que entraram na luta contra a obesidade procuraram melhorar a qualidade dos alimentos e produtos disponíveis nas cantinas.

Claro que toda ação estimula uma reação, logo houveram os posicionamentos tanto de pais como também de alunos, a favor ou contra essas medidas. Sem dúvida a atitude das escolas reflete uma medida emergencial e rígida mediante o problema crescente da obesidade. No entanto, é muito simples para os pais que não concordam com essas medidas, simplesmente retirar o filho da escola e procurar outra onde não haja essas recomendações. A aceitação dessas medidas geralmente é mais positiva quando se trata de pais de alunos que estão obesos.

Como resolver esse problema?

As duas posições foram expostas acima, tanto a da escola que tenta de alguma forma intervir no controle da obesidade bem como a posição dos pais que não concordam com as medidas e retiram o filho da escola.

Vale ressaltar que o melhor seria que as escolas buscassem sempre a opinião dos pais no que diz respeito as condições impostas por ela. Outro aspecto importante é que proibir nem sempre é a solução. O que deve ser levado em consideração é que a criança ou adolescente obeso é um indivíduo doente, logo não é com medidas simples que isso será resolvido, claro que de alguma forma evitar o consumo de alimentos hipercalóricos e de baixo conteúdo nutricional já é um pequeno passo, no entanto o problema vai muito além do que se imagina.

O indivíduo não se torna obeso do dia para a noite, no entanto é preciso que haja uma reeducação alimentar para que o indivíduo aprenda a comer de uma forma saudável. Em vez de proibições, seria muito mais efetivo, já que se trata de uma doença, promover nas escolas, palestras e trabalhos que envolvessem os alunos no aprendizado da forma correta de se alimentar. Palestras, trabalhos, jogos educativos, gincanas, hortas nas escolas, competições e outras formas educativas e dinâmicas de envolver os alimentos que são considerados saudáveis, podem promover uma boa alimentação entre os alunos.

Com o passar do tempo os próprios alunos não se sentam à vontade para trazer esses tipos de alimentos que não saudáveis para a escola, uma vez que eles aprenderam como se alimentar de forma saudável e os benefícios que isso implica no seu aprendizado e na sua saúde. A promoção da educação alimentar nas escolas deve ser realizada por um nutricionista especialista no assunto e que tenha pleno conhecimento de como realizar essas atividades de uma forma efetiva.

Obesidade infanto-juvenil

O crescimento da obesidade infanto-juvenil sem dúvida foi o que motivou a luta das escolas contra a obesidade. No entanto, essa luta deve ter início em casa como o apoio dos pais. A verdade é que uma criança não deveria ter controle sobre as quantidades e os tipos de alimento que consomem já que os responsáveis pela sua alimentação são os pais. O que acontece é que muitas vezes os pais adquirem produtos alimentícios na intenção de agradar os filhos e acabam por prejudicá-los a longo prazo.

A obesidade é uma doença que acarreta diversos problemas, tanto no que se refere a saúde, como também problemas de ordem psicológica e social que afetam principalmente as crianças que estão na fase de transição para a adolescência. Para evitar o crescimento da obesidade infanto-juvenil é essencial o apoio da família e da escola que podem atuar em conjunto na promoção de uma vida saudável.

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Mulheres e riscos da obesidade

Fator de Risco

Muito mais do que um simples problema de estética e beleza, a obesidade em mulheres jovens vem sendo a causa  do aumento do risco de óbitos em virtude de problemas cardíacos e até por câncer. De acordo com pesquisadores as mulheres que apresentam o problema da obesidade, mesmo não sendo tabagistas tem probabilidade de ser afetadas por essas doenças em maior grau se comparadas as jovens não obesas.

Um estudo científico realizado na Escócia que teve a duração de um período de vinte e oito anos, e analisou mais  de três mil e quinhentas mulheres na faixa etária entre quarenta e cinco anos e sessenta e quatro anos demonstrou que cerca de cinquenta por cento desse grupo veio a falecer de complicações cardíacas  e vasculares e vinte e sete por cento vieram a óbito, em virtude dessas pessoas serem portadoras de câncer. Os estudiosos constataram que o índice de mortes foi bem maior nas mulheres que sofriam de obesidade.

Outras Descobertas da Pesquisa

De acordo com os pesquisadores outros fatores como o econômico, por exemplo também foram analisados. Desse mesmo grupo analisado foi observado que houve um índice maior de óbito por complicações cardiovasculares em mulheres jovens e obesas de classes econômicas mais baixas. Em outro momento foi observado que as mulheres que nunca haviam fumado um cigarro sequer demonstraram uma maior propensão ao problema da obesidade do que as que apresentavam o vício do tabagismo.

Segundo os estudiosos esses dados que foram levantados durante a pesquisa sugere que nas décadas passadas os grandes índices de pessoas com o vício do cigarro pode ter encoberto o problema de obesidade em pessoas jovens do sexo feminino que nunca fumaram, do mesmo modo que  a redução das taxas de mulheres não fumantes pode ter contribuído para o aumento do número de casos de pessoas obesas. Os especialistas ressaltam que  o vicio do tabaco é um fator que leva mais pessoas a falecerem do que a própria obesidade, daí a necessidade dos indivíduos evitarem o tabagismo.

Preocupação Mundial com a Obesidade

De acordo com os profissionais da área de saúde o problema da obesidade já esta sendo encarado com uma epidemia mundial, pelas várias complicações de saúde que as pessoas obesas costumam apresentar. Os especialistas ressaltam que as doenças respiratórias e principalmente as enfermidades cardíacas são decorrentes normalmente do excesso de peso corporal, além de outras complicações de saúde como por exemplo anormalidades na glândula tireóide, alterações hepáticas e até mesmo casos de câncer.

Segundo especialistas em oncologia o problema da obesidade é responsável pelos tumores em pessoas não fumantes na proporção de vinte por cento nos Estados Unidos. De acordo com esses profissionais quanto mais obesa a pessoa for maior será o risco de contrair essas enfermidades. Vale ressaltar que nem todas as pessoas obesas apresentarão essas enfermidades. No entanto  o excesso de peso sempre traz algum prejuízo a saúde do sindivíduos de um modo geral.

Por Salete Dias

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Dislipidemia

O aumento do colesterol e dos triglicerídeos no sangue é conhecido como dislipidemia. Esse aumento pode ser provocado por diversos fatores, que podem ser de origem genética ou por meio de outras doenças que podem provocar a dislipidemia.
Quando o distúrbio tem origem genética trata-se da dislipidemia primária, quando é ocasionado por outras doenças e até mesmo pelo fumo ou alcoól a dislipidemia é caracterizada como secundária.

Na grande maioria das vezes a dislipidemia não provoca sintomas, fazendo com que muitas pessoas ignorem o problema por não sentirem nenhuma alteração. Por isso, é importante que os níveis de colesterol e triglicerídeos sejam checados com frequência através do exame de sangue.

Os indivíduos que apresentam fatores de risco para dislipidemia como hipertensão arterial, diabetes mellitus, doenças do coração, obesidade, insuficiência renal crônica devem monitorar os níveis de colesterol e triglicerídeos com maior frequência.
O exame de sangue pode ser utilizado como forma de controle e diagnóstico da doença.

Prevenção da dislipidemia

Algumas medidas são essenciais na prevenção da dislipidemia, são elas:

  • Evitar alimentos com alto teor de gorduras saturadas, pois as gorduras saturadas contribuem para que os níveis de colesterol ruim aumentem na corrente sanguínea;
  • Praticar atividades físicas auxilia o indivíduo a manter-se dentro do seu peso ideal e combater a obesidade;
  • Consumir alimentos que sejam fontes de ômega 3 auxilia na redução do colesterol ruim na corrente sanguínea;
  • Evitar o alcoolismo que provoca um aumento nas taxas de triglicerídeos;
  • Combater o hábito de fumar, pois o cigarro provoca o aumento dos níveis de colesterol.

A dislipidemia deve ser combatida pois ela provocar alterações no funcionamento do coração, podendo provocar derrames, infartos entre outras doenças graves.

Tratamento da dislipidemia

O tratamento da dislipidemia é de fundamental importância para o controle do problema. Diversos medicamentos podem ser recomendados pelo médico para o controle da dislipidemia. No entanto, muitas vezes faz-se necessário que mudanças sejam incorporadas no estilo de vida do indivíduo como praticar atividades físicas, parar de fumar e reduzir o consumo de bebidas alcoólicas.

Por isso, para que o tratamento seja efetivo a história familiar e o estilo de vida devem ser levados em consideração.

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Distimia – Estado crônico de depressão

A grande maioria das pessoas já ouviu falar em depressão ou estados depressivos. No entanto, a distimia que é uma enfermidade que altera o humor do indivíduo, assim como a depressão, ainda é pouco conhecida pela população em geral.

A distimia é na realidade um estado crônico de depressão, que se caracteriza como um sentimento de tristeza persistente por pelo menos dois anos e que dura a maior parte do dia da pessoa durante um longo período de tempo, trazendo muita infelicidade para o paciente.

Principais sintomas da distimia

A distimia além de se caracterizar por humor triste que o indivíduo sente por muito tempo, o paciente ainda pode sentir muita forme ou ao contrário, ter o seu apetite diminuído, ficar muito sonolento ou ter episódios de insônia, apresentar uma baixa autoestima sensação de muito cansaço e falta de motivação, pensamentos de que não tem capacidade para fazer nada, dificuldade em tomar decisões ou de concentração, além de ter sentimentos de desesperança na vida.

Esses sintomas podem aparecer juntos ou isolados em cada paciente.

Diferença entre distimia e depressão

A distimia ao contrário da depressão deixa o paciente que apresenta um ou mais sintomas ter sensação de que este é modo normal de ser, e que não há nada de errado com ele, caracterizando uma perda de autocrítica quanto à doença, que associada aos vários sintomas da enfermidade pode levar o paciente ao isolamento social, familiar, emocional e profissional.

É relativamente comum uma pessoa sofrer da depressão propriamente dita que já teve um episódio prévio de distimia, o qual geralmente os especialistas costumam chamar de depressão dupla.

A distimia pode ocorrer também, quando o individuo primeiro teve um episódio de depressão, no qual alguns sintomas tenham ficados remanescestes, isso caracteriza um quadro clínico residual de distimia.

Normalmente a distimia pode acometer o individuo ainda na infância, na adolescência ou no início da idade adulta, por isso seu diagnóstico às vezes é difícil de ser feito, pois as pessoas acreditam tratar-se apenas da personalidade do indivíduo e não de um distúrbio emocional.

Nas crianças, pode se expressar por um mau humor ou sensação de irritabilidade ou então por estados de apatia, nos quais a criança fica sempre quieta. Nos adolescentes a distimia normalmente está associada à irritabilidade e atitudes de rebeldia, adição a drogas ilícitas também pode ocorrer.

Tratamento da distimia

Como a distimia geralmente é uma enfermidade associada a outras de origem psicológica, o indivíduo dificilmente procurará ajuda para tratá-la.  O paciente vai ao consultório com queixas associadas à depressão, síndrome do pânico, vícios em drogas, entre outros. Desse modo os pacientes acabam tomando várias medicações para outras enfermidades, mas não especificamente para a distimia.

A distimia de uma maneira geral é tratada com medicamentos antidepressivos e atendimento psicoterápico. A psicoterapia é de extrema importância na terapêutica desses pacientes, e alguns profissionais optam por usarem como base a terapia analítica ou cognitivo-comportamental.

Dependendo do quadro clínico a terapia se entende também a família do paciente, para ajudar na recuperação do paciente e de sua família, uma vez que não é fácil lidar com um indivíduo com distimia, daí a necessidade do tratamento em conjunto.

Por Salete Dias

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