Archive for Psicologia

Causas prováveis da depressão

Muito mais do que simples estados melancólicos que acometem as pessoas em determinados períodos de suas vidas, a depressão é uma doença de caráter orgânico com sintomas também emocionais, e que deve ser tratada de um modo eficiente, pois em casos mais graves pode fazer com que o paciente corra risco de morte.

Causas prováveis da depressão

A depressão pode ser definida como uma doença de ordem psíquica com etiologia até o presente momento desconhecida, mas com uma variedade de hipóteses que tentam se afirmar com a verdadeira causa desencadeante da depressão. Segundo a grande maioria dos especialistas e pesquisadores da área de saúde mental, a depressão seria decorrente de um desequilíbrio químico das células nervosas que compõem o organismo dos seres humanos, e este processo seria o responsável pelas alterações de humor que o indivíduo com depressão costuma apresentar.

O que se sabe é que existem vários fatores na vida de uma pessoa propensa a apresentar um quadro clinico de depressão que podem desencadear a doença. Recentes estudos científicos estão tentando achar uma relação entre a influência genética e a depressão apresentada pela pessoa. Segundo esses cientistas, o aspecto genético seria de uma importância relevante para que os seres humanos desenvolvam a depressão. Esse fato explicaria porque indivíduos frentes as mesmas situações estressantes ou traumáticas se comportariam de maneira distinta um dos outros. Enquanto uns acabam ficando deprimidos, outros conseguem se recuperar rapidamente e retomar suas atividades diárias.

Principais sinais clínicos da depressão

De acordo com especialistas na área de psicologia e psiquiatria, os sintomas da depressão são bastante variados e se refletem tanto no físico quanto no campo mental do individuo deprimido. Para que haja um diagnóstico preciso é necessito verificar se a pessoa está tendo somente um estado melancólico em virtude de elegem trauma sofrido, ou então se apresenta os sintomas característicos da depressão. Dentre os principais sintomas orgânicos que sinalizam o problema da depressão estão: Fortes dores de cabeça, sensação de náuseas ou enjoos, dores generalizadas pelo corpo, constipação intestinal, alteração do batimento cardíaco.

Dentre os sintomas psíquicos mais frequentes podemos destacar: Dificuldade de concentração, perda de interesse por coisas que antes sentia prazer em fazer, sentimento de fracasso constante, humor deprimido, alterações no sono, com períodos de insônias ou então dormir em excesso, alterações no apetite, com o consumo exagerado de alimentos, ou então a perda total da vontade de comer, diminuição da libido, pensamentos melancólicos, de fracasso, dificuldades em tomar decisões devido a grande insegurança, e em casos mais graves pensamentos suicidas.

Depressão

Considerações finais

É importante ressaltar que a depressão é uma doença de caráter orgânico com sintomas principalmente psíquicos, que deve ser diagnosticada de maneira correta para que o paciente possa iniciar seu tratamento à base de medicamentos antidepressivos combinados com uma psicoterapia. O não tratamento adequado do quadro depressivo pode resultar no óbito do paciente por suicídio.

Por Salete Dias

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Divórcio e separações conjugais


Quando um casal decide que não quer mais viver junto ele opta pelo divórcio ou pelas separações conjugais. Nesse texto veremos quais as principais diferenças entre um e outro modo, para que as pessoas que viveram juntas possam tomar suas decisões de maneira consciente e sem arrependimentos.

Princípio da separação conjugal

A separação conjugal é uma situação jurídica resultante de uma sentença que encerra a obrigação de um casal viver juntos. A separação de fato não tem valor legal e só é caracterizado pela ausência de vida em comum.

O julgamento de separação é pronunciado no mesmo caso e nas mesmas condições como a de divórcio.

Procedimento das separações conjugais

Os procedimentos para a separação são idênticos aos do divórcio, e se trata de: separação por mútuo consentimento, separação do pedido for aceite, separação por má conduta, separação por violação da vida comum. Nesses casos um advogado deve ser contratado.

Consequências da separação

  • Os cônjuges permanecem casados, mas não continuam a ter uma vida juntos;
  • A separação sempre acarreta a separação de bens;
  • Outras consequências e obrigações decorrentes do casamento permanecem, incluindo o dever de lealdade e obrigação de ajudar, podendo estar sujeito ao pagamento de pensão alimentícia ao cônjuge que dela necessite. Ela pode ser concedida pela decisão de separação condenatória, ou por um julgamento subsequente.

Cada cônjuge retém a utilização da denominação do outro, mas, a pedido de um deles a decisão que ordena a separação pode permiti-los retirar o nome.

Em caso de morte de um dos cônjuges separados judicialmente, o outro cônjuge detém os direitos concedidos pela lei de sucessão ao cônjuge sobrevivente.

Fim da separação conjugal

O fim da separação observa-se:

  • Ou pela retomada voluntária de coabitação: o requerente deve solicitar a um notário ou registrador;
  • Ou o casal opta por um divórcio: nesse caso a pessoa deve contatar um advogado, que vai apresentar o pedido para o tribunal superior.

Princípio e tipos de divórcio

Há quatro casos de divórcio. Alguns divórcios são do tipo contencioso (divórcio para a aceitação irremediável civil ou do princípio de ruptura). Por outro lado, o divórcio pode ser de mútuo consentimento.

Divórcio por mútuo consentimento é um divórcio consensual, no qual os cônjuges concordam com a dissolução do casamento e suas consequências. O divórcio é resolvido por acordo escrito pelos cônjuges e advogados.

Petição do divórcio

O pedido pode ser feito se os cônjuges concordarem com o divórcio e todos os seus efeitos (divisão da propriedade, o poder paternal, pensão alimentícia, indenização compensatória).

Um cônjuge pode pedir o divórcio, se um deles cometeu uma violação grave ou reiterada dos deveres e obrigações do casamento, tornando insuportável a convivência continuada.

Condições para o divórcio

O cônjuge que apresente para o divórcio é invocado por razões de falta, por exemplo: violência (insultos, abuso); adultério (embora o adultério não seja mais uma causa sistemática do divórcio). Esses fatos devem se provados perante o juiz. A prova obtida por meio de fraude ou de violência não são mantidas pelo juiz.

Durante a audiência, a menos que uma reconciliação, o juiz toma medidas provisórias necessárias para a vida do cônjuge e dos filhos enquanto durar o processo de divórcio.

Por Salete Dias

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Distimia – Estado crônico de depressão

A grande maioria das pessoas já ouviu falar em depressão ou estados depressivos. No entanto, a distimia que é uma enfermidade que altera o humor do indivíduo, assim como a depressão, ainda é pouco conhecida pela população em geral.

A distimia é na realidade um estado crônico de depressão, que se caracteriza como um sentimento de tristeza persistente por pelo menos dois anos e que dura a maior parte do dia da pessoa durante um longo período de tempo, trazendo muita infelicidade para o paciente.

Principais sintomas da distimia

A distimia além de se caracterizar por humor triste que o indivíduo sente por muito tempo, o paciente ainda pode sentir muita forme ou ao contrário, ter o seu apetite diminuído, ficar muito sonolento ou ter episódios de insônia, apresentar uma baixa autoestima sensação de muito cansaço e falta de motivação, pensamentos de que não tem capacidade para fazer nada, dificuldade em tomar decisões ou de concentração, além de ter sentimentos de desesperança na vida.

Esses sintomas podem aparecer juntos ou isolados em cada paciente.

Diferença entre distimia e depressão

A distimia ao contrário da depressão deixa o paciente que apresenta um ou mais sintomas ter sensação de que este é modo normal de ser, e que não há nada de errado com ele, caracterizando uma perda de autocrítica quanto à doença, que associada aos vários sintomas da enfermidade pode levar o paciente ao isolamento social, familiar, emocional e profissional.

É relativamente comum uma pessoa sofrer da depressão propriamente dita que já teve um episódio prévio de distimia, o qual geralmente os especialistas costumam chamar de depressão dupla.

A distimia pode ocorrer também, quando o individuo primeiro teve um episódio de depressão, no qual alguns sintomas tenham ficados remanescestes, isso caracteriza um quadro clínico residual de distimia.

Normalmente a distimia pode acometer o individuo ainda na infância, na adolescência ou no início da idade adulta, por isso seu diagnóstico às vezes é difícil de ser feito, pois as pessoas acreditam tratar-se apenas da personalidade do indivíduo e não de um distúrbio emocional.

Nas crianças, pode se expressar por um mau humor ou sensação de irritabilidade ou então por estados de apatia, nos quais a criança fica sempre quieta. Nos adolescentes a distimia normalmente está associada à irritabilidade e atitudes de rebeldia, adição a drogas ilícitas também pode ocorrer.

Tratamento da distimia

Como a distimia geralmente é uma enfermidade associada a outras de origem psicológica, o indivíduo dificilmente procurará ajuda para tratá-la.  O paciente vai ao consultório com queixas associadas à depressão, síndrome do pânico, vícios em drogas, entre outros. Desse modo os pacientes acabam tomando várias medicações para outras enfermidades, mas não especificamente para a distimia.

A distimia de uma maneira geral é tratada com medicamentos antidepressivos e atendimento psicoterápico. A psicoterapia é de extrema importância na terapêutica desses pacientes, e alguns profissionais optam por usarem como base a terapia analítica ou cognitivo-comportamental.

Dependendo do quadro clínico a terapia se entende também a família do paciente, para ajudar na recuperação do paciente e de sua família, uma vez que não é fácil lidar com um indivíduo com distimia, daí a necessidade do tratamento em conjunto.

Por Salete Dias

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Depressão – Causas, riscos e prevenção

Estava aqui, perdido, navegando, quando decidi que já estava na hora de escrever algo mais para quem quer ler um pouco mais, informar-se, no meu site.

Então escolhi falar sobre a depressão, ou transtorno depressivo maior, como também é conhecida, um problema de saúde de natureza inerentemente psicológica/psiquiátrica e que acomete grande parte da população – e pelo qual eu também já passei, durante a minha adolescência.

Imagem-referência à depressão

Este é um problema que não possui uma única razão ou causa. Os motivos podem ser vários, desde alguma disfunção alimentar (deficiência de vitamina B6, por exemplo) à submissão a stress intenso e rotineiro.

Este é um problema preocupante pois, segundo pesquisas da Associação Brasileira de Psiquiatria, sendo que de 3 a 11% da população saudável pode contrair o problema e, no caso de pessoas com algum tipo de doença física, a probabilidade aumenta para 22 a 33%, sendo que 80% das pessoas que já passaram por problemas de depressão podem voltar a contrair o problema!

Bem, diante de tantos números, fica claro que a depressão não se trata somente de “estar triste”. A depressão afeta profundamente o estado de humor da pessoa, levando facilmente a rápidas mudanças. Geralmente, quando sob pressão ou situações desconfortáveis, tais pessoas demonstram-se irritadas, tristes ou nervosas de forma mais exagerada do que uma pessoa normal se comportaria.

A depressão pode levar o indivíduo a isolar-se, abandonar atividades que antes considerava prazerosas, crises de insônia (ou mesmo dormir muito mais que o costume) ou de choro, pensamentos suicidas, perda do apetite, etc. Os sintomas são muitos e variam bastante, de pessoa para pessoa, bem como da causa da depressão.

Quando uma pessoa apresenta tais sintomas, o melhor a se fazer é tentar confortá-la, ouvi-la, buscar compreender seus problemas, mesmo que não pareçam graves – uma pessoa com depressão costuma ver os problemas em uma escala exagerada, então desdenhar do mesmo só piora a situação – e buscar indicar orientação médica.

Consultas a um psicólogo (ou a um psiquiatra) são sempre a melhor forma de iniciar-se o tratamento. Caso a crise não seja grave (como, por sorte, fora o meu caso), é possível resolvê-la por meio de várias sessões.

Se o caso não for tão simples, há a possibilidade de buscar socorro em tratamento por meio de medicamentos e tratamento por meio de estimulação de regiões cerebrais.

Dentre os tratamentos medicamentosos, podemos destacar o emprego de Inibidores Seletivos da Recaptação da Seotonina (ISRS), Tricíclicos e Tetracíclicos. Cada qual atua de uma forma diferente sobre um dos vários grupos de neurotransmissores que atuam em nosso organismo. Por exemplo, se for perceptível que há necessidade de inibição da serotonina no organismo, o mais indicado é o uso de algum ISRS.

No campo dos tratamentos não-medicamentosos (ou seja, que não prescrevem medicamentos), podemos destacar a eletroconvulsoterapia (ECT), a estimulação do nervo vago (VNS, da sigla em inglês) e a estimulação profunda do cérebro.

Infelizmente ainda não há excelentes meios para diagnosticar de forma rápida e eficiente qual o tipo de depressão a fim de saber qual a melhor forma de tratamento. Segundo a revista Galileu (edição de agosto de 2007), a medicina hoje ainda tenta descobrir para cada paciente por meio da “tentativa-e-erro”, isto é, um dos medicamentos é administrado (geralmente um ISRS inicialmente) e, se não der certo, passa para o próximo e, caso nenhum dos medicamentos surta efeito (não me lembro agora dos dados exatos, mas, se bem me lembro, cerca de 25% das pessoas demonstram resistência aos inibidores supracitados, sendo necessária, então, a aplicação de tratamento não-medicamentoso).

Uma vida saudável, sem stress ou onde tal situação seja facilmente gerenciável e uma boa alimentação são algumas das coisas que nós do Giga Mundo gostaríamos de indicar a quem possa ter se identificado com os sintomas daqui, principalmente se ainda não estiver em estágios avançados da depressão, pois quanto mais cedo tal problema for percebido e resolvido, mais eficazes são o tratamento e/ou métodos para prevenção.

E prevenir, como sempre, é melhor do que remediar.

Ah! E uma vida agradável e alegre ao lado das pessoa que se ama também é um ótimo meio de mostrar ao seu organismo que “está tudo bem e é você ainda quem está no controle”. 😉

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Como acabar com a ansiedade e o estresse

A ansiedade e o estresse são dois estados emocionais que, em doses moderadas, não são maléficas. O estresse ajuda-nos a melhor focar em nossas atividades em determinados momentos do dia, quando nos sentimos mais pressionados, já a ansiedade trata-se de uma emoção que se relaciona ao nosso desejo ou repulsa em relação a algo.

Entretanto, quando estamos constantemente sob qualquer uma dessas emoções por um tempo demasiadamente longo, os mesmos podem apresentar efeitos psicológicos devastadores. Diversos problemas de saúde podem ser desencadeados devido ao forte estresse e transtornos de ansiedade podem começar devido ao mesmo. Desta forma, é necessário que saibamos como acabar com a ansiedade e o estresse ou ao menos como controlar os mesmos a fim de mantê-los a níveis saudáveis. Vamos nessa?

Exercícios de meditação

Uma das muitas formas de controlar os níveis de ansiedade e estresse é por meio da prática de exerecícios de meditação que ajudem no relaxamento físico e mental.

Alguns exercícios podem ser desenvolvidos até mesmo no ambiente de trabalho, requisitando coisas simples como:

  • Busque sentar-se em uma posição confortável;
  • Comece a ouvir uma música calma e feche os olhos;
  • Esvazie a sua mente, esquecendo-se de todos os seus problemas;
  • Comece a pensar em coisas agradáveis (eventos, família, etc.);
  • Mantenha-se nesse estado por tempo suficiente para sentir-se relaxado, possivelmente cerca de 10 minutos.

Quanto mais praticar este exercício, mais efetivos serão seus resultados!

Relaxamento corporal

Da mesma forma que a meditação, o relaxamento corporal leva também a um relaxamento mental, um estado propício para aliviar o estresse e a ansiedade.

Há muitas formas de relaxamento corporal, algumas delas são por meio de banhos quente, massagens, caminhadas lentas no ambiente em que se encontra, etc.

Muitas das formas de relaxamento corporal exigem que haja uma certa privacidade, de tal forma que são mais aconselhados para serem feitos em casa, após um longo dia de trabalho, descarregando assim o estresse acumulado.

Organização de seu tempo e produtividade

Este é um ponto crucial que deveria ser praticado por todas as pessoas! O estresse em um ambiente de trabalho gerlamente nasce de problemas de organização do tempo que levam, consequentemente, a problemas de produtividade.

Aprenda a administrar melhor o seu tempo e consequentemente irá melhorar a sua produtividade, reduzindo o número de tarefas pendentes acumuladas e, assim, alcançando menores níveis de estresse!

Seguindo essas três dicas que, apesar de básicas são bastante eficientes, você terá em mãos importantes ferramentas para acabar com a ansiedade e o estresse em seu dia-a-dia!

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Ainda lembra como evitar o stress?

E aproveitando que “reviramos o baú de antiguidades do Giga Mundo” no artigo anterior quando falamos sobre planejar a aposentadoria, que tal falarmos também sobre como evitar o stress?

Sim, já falamos sobre isso anteriorment, mas parece que ninguém nos ouviu, pois o mundo continua cheio de pessoas com problemas de saúde devido ao stress cotidiano, sendo assim, vamos “gritar” mais alto dessa vez e quem sabe alguém nos ouvirá? 🙂

Como você já deve saber o stress não é um bom amigo de seu bem estar e saúde. Existe, digamos, um nível aceitável de stress que até faz bem para nossa saúde, assim eu divido o stress em dois tipos: “o stress do bem” e “o stress do mal”.

O “stress do bem” age nas nossas vidas para nos manter “ligados” e atentos a diversos momentos e reações de nosso dia a dia, ou seja, nos faz bem porque nos ajuda a melhor reagirmos às adversidades.

Já o “stress do mal” é um grau elevado do stress que não deixa que você reaja de forma pensada em algumas situações do dia a dia e pode fazer mal ao seu organismo (dificultar a respiração, cansaço do corpo e mente, doenças e dificuldades sexuais, etc.).

Veja aqui algumas dicas rápidas sobre como evitar o stress:

  • Leve uma vida saudável – Descanse o suficiente, alimente-se bem, faça exercícios, passeie com a(o) namorada(o), vá à praia com a família, tenha um tempo para você;
  • Tenha uma relação amigável com pessoas ao seu redor – Converse mais com sua família, brinque com seus filhos, bata um papo legal com os amigos, busque entender seu filho adolescente, veja fotografias antigas, etc.
  • Dedique-se a uma atividade interessante – Faça algo que possa lhe agradar e funcione como um hobby, um passatempo. Conheço uma pessoa que nos finais de semana, para relaxar da pressão do trabalho, criava roupas e objetos de design para um jogo online, no inicio era só passa-tempo, hoje parte da renda dela vem de sua empresa virtual de design para jogos online;
  • Não fique nervoso à toa – Não pressione demais as pessoas em busca de resultados absurdos, seja um pouco mais flexível com as situações,. Um pouco mais de paciência faz muito bem, não busque perfeição no colega de trabalho, tente entender o próximo.

E se em algum momento na sua vida o stress vier, sinta o stress,  tristeza ou raiva durante 5 minutos. Depois, levante a cabeça e siga em frente – é você quem pode mudar a sua vida, então não se deixe levar pelo stress ou outros problemas do cotidiano.

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Depressão infantil ou na adolescência

A depressão é uma doença grave que deve ser tratada de modo adequado para evitar maiores transtornos aos seus portadores. Principalmente em se tratando de depressão infantil ou na adolescência, que são fases nas quais os problemas ganham proporções ainda maiores, os cuidados devem ser redobrados.

Nesse artigo veremos como a depressão se manifesta em crianças e jovens e como detectá-la em tempo hábil para iniciar o tratamento.

Principais sintomas da depressão em crianças e jovens

A depressão de uma maneira geral, ainda é uma doença não muito compreendida por uma parcela significativa da população. Prova disso é que essa palavra é usada de maneira errônea para descrever estados de tristeza ou angústia passageiros que aparecem quando o indivíduo está passando por algum problema. No entanto, a depressão é uma enfermidade grave que se não for diagnosticada de maneira correta e tratada de modo adequado pode levar o indivíduo a cometer suicídio.

Quando a pessoa é adulta fica mais fácil identificá-la, pois o indivíduo consegue expressar seus sentimentos e ideias de tristeza, pessimismo ou ideias suicidas, ou então tende a somatizar esses pensamentos através de algum problema orgânico. Já no adolescente e principalmente na criança que ainda não sabe expressar seus sentimentos de forma adequada, identificar a depressão fica bem mais difícil.

No entanto, um especialista da área de psiquiatria ou psicologia tem condições de avaliar através do comportamento do jovem ou da criança se eles já apresentam o problema.

Quando eles se sentem inseguros, quietos, sem vontade de sair com os outros para brincar preferindo ficar em casa com o pai e a mãe, ou quando eles têm alguma alteração no sono, como insônia ou então dormir em excesso, é o momento dos pais procurarem uma ajuda profissional.

Outra característica do sono é que eles costumam ter pesadelos e não querem ficar sozinhos procurando os pais para dormir com eles, pois demonstram muito medo.

Além disso, tanto a criança quanto o jovem deprimido principalmente no período escolar quando a convivência com seus pares é inevitável, a ansiedade que os acomete por medo dessa situação pode provocar sintomas orgânicos como frequentes dores de cabeça ou de barriga.

Depressão infantil ou na adolescência

Diagnóstico da depressão em crianças e jovens

Segundo especialistas uma das principais características da criança e do jovem que apresentam depressão é o fato de não demonstrarem interesse por nenhum tipo de brincadeira, diversão ou estudo. Geralmente, no ambiente escolar costumam ficar quase paralisados a espera de algum adulto em que confie no caso um professor, por exemplo.

Outro aspecto a considerar é a perda de inciativa e de concentração que ocorre com eles, e que em muitos casos podem levá-los a uma dificuldade na aprendizagem, porém eles não apresentam nenhum déficit cognitivo, pelo contrário às vezes são muito inteligentes, mas as depressões os fazem parecer mais tolos do que realmente são.

Outros sintomas descritos pelos médicos foram: redução da atividade física, alterações durante o período de sono, variações no apetite, ora comem muito, ora ficam sem fome, e um medo ou receio de algo que eles não sabem explicar, e que persiste por um bom tempo em suas vidas.

Tratamento

O tratamento é realizado com antidepressivos em dosagens mais baixas que as administradas nos adultos, e acompanhamento psicológico e psiquiátrico constante, que envolvem também a participação dos pais do jovem e da criança.

Por Salete Dias

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Alcoolismo na adolescência

Considerado atualmente como um dos maiores problemas entre os adolescentes, o alcoolismo vem atingindo os jovens que começam a beber cada vez mais cedo, embutidos do sentimento que de que necessitam da bebida alcoólica para se divertirem.

O alcoolismo na adolescência hoje em dia já é considerado um problema a nível mundial, que traz grandes conflitos familiares além de prejudicar a saúde física e mental de milhões de adolescentes.

Por que os adolescentes estão bebendo mais

Existem várias hipóteses que explicam o porquê dos adolescentes estarem bebendo cada vez mais, chegando ao ponto de ficarem alcoólatras. A primeira delas seria o fato da própria sociedade moderna incentivar o consumo de bebidas alcoólicas em ambientes onde há reuniões de pessoas para alguma festa ou comemoração.

A ideia que permeia a todos os indivíduos que fazem parte de um grupo social é que consumir bebidas alcoólicas em determinadas ocasiões como celebrações, por exemplo, é algo totalmente normal e aceitável.

Porém talvez o risco do jovem se transformar em um alcoólatra venha desse tipo de comportamento. De acordo com pesquisadores, é possível que haja fatores genéticos que induzam ao consumo exagerado do álcool, além, claro dos fatores emocionais que já foram comprovados como deflagradores do alcoolismo nos seres humanos.

Existe nos jovens de todas as classes sociais um sentimento de onipotência, que é próprio do período da adolescência, e também há a pressão do grupo social do qual ele faz parte. Além disso, apesar da proibição, as bebidas alcoólicas são vendidas livremente aos jovens de qualquer faixa etária.

Outro fator muito importante é a importância dos responsáveis em toda essa situação, uma vez que a imposição de limites é fundamental no processo educativo para que o indivíduo se torne uma pessoa responsável e ciente de seus deveres e direitos.

Prevenção do alcoolismo na adolescência

Para prevenir que o adolescente que consome bebidas alcoólicas com frequência se torne um alcoólatra é necessário que haja uma participação ativa de seus responsáveis.

O primeiro passo é que os pais não incentivem seus filhos a beberem em festas, e que eles próprios deem o exemplo, não ficando embriagados na frente dos filhos em reuniões festivas.

Outra medida de extrema importância é uma maior fiscalização por parte dos órgãos competentes para que haja um limite de vendas de bebidas alcoólicas para adultos, e uma fiscalização eficiente para que os jovens não possam comprá-las sob nenhuma hipótese.

Porém, quando infelizmente o adolescente já passou por todas as fases preventivas, mas mesmo assim se tornou um alcoólatra o acompanhamento de profissionais da área médica, psicológica e psiquiátrica será fundamental para a sua reintegração ao meio social.

Segundo especialistas, o consumo de bebida alcoólica na juventude aumenta muito a chance dele vir a se tornar um alcoólatra, portanto a prevenção, a informação e a educação é a melhor forma de lidar com esse problema que afeta não somente os jovens, mas todos os seus familiares, e a sociedade da qual ele faz parte.

Por Salete Dias

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Transtorno da ansiedade generalizada

Nervosismo, impaciência e os famosos “tiques nervosos”. Estes são alguns dos sintomas de ansiedade. Apesar de ser comum sentirmos ansiedade em alguns momentos, quando ela se dá de forma excessiva ou sem reais motivos pode levar o indivíduo a contrair os sintomas do transtorno da ansiedade generalizada (ou desordem da ansiedade generalizada, como também pode ser conhecida).

A ansiedade trata-se de uma sensação decorrente de intensa excitação do sistema nervoso central frente à identificação ou antecipação de algum perigo ou obstáculo potencial. Este é um mecanismo de defesa do nosso organismo que visa nos conscientizar de que algo ruim pode acontecer.

O transtorno da ansiedade generalizada trata-se de um tipo de desordem de ansiedade.

Você deve saber o que é a ansiedade, mas… você conhece os sintomas que a mesma provoca em nosso organismo quando desencadeada?

Principais sintomas da ansiedade

Apesar de o simples fato de estar ansioso não significa que se encontra em um quadro patológico (isto é, que a pessoa possui um problema ou doença a ser tratado), podemos destacar os sintomas perceptíveis em pessoas que se encontram ansiosas. Algumas das características perceptíveis são:

  • O indivíduo pode apresentar um problema de auto-estima, sentindo-se incapaz de executar certas tarefas, principalmente aquelas que visam enfrentar o “perigo temido” que desperta sua ansiedade;
  • Aumento das chances de desenvolver problemas de saúde como a taquicardia, hipertensão arterial e outros problemas cardiovasculares;
  • Desencadear o surgimento de transtornos obsessivos-compulsivos, desde hábitos aparente banais como roer unhas a problemas sérios que podem levar a pessoa a afastar-se do convívio social com outras pessoas;
  • Alterações no comportamento cotidiano, por exemplo, desenvolver a “necessidade” de comer muito mais do que o necessário, o que pode levar a um grande ganho de peso;
  • Falta de ar, nervosismo, suor excessivo e problemas digestivos (enjôos, prisão de ventre) ou psicológicos também podem ser desencadeados;
  • Desenvolvimento de fobias;
  • Humor bastante instável, podendo sentir-se irritado facilmente;
  • Submissão ao tabagismo, alcoolismo ou a medicamentos a fim de aliviar seus temores e tensão que sente;
  • Sentimentos e impulsos auto-destrutivos;
  • Preocupação excessiva.

Como se pode perceber, o quadro de sintomas físicos e psicológicos é bastante extenso, mas são nos sintomas psicológicos onde se encontra grande parte do perigo, pois podem ser mais difíceis de serem detectados.

Como controlar a ansiedade

O primeiro passe no controle e/ou tratamento da ansiedade é o indivíduo conscientizar-se de que possui um problema e que deve saná-lo.

A partir de então, identificar causas e agravantes de sua ansiedade é importante a fim de que possa suprimir os mesmos. Por exemplo, uma pessoa que passa por grande ansiedade devido a muitas preocupações profissionais e esgotamento diante de uma pesada jornada de trabalho pode precisar afastar-se um pouco de sua rotina em seu emprego e buscar meios para restaurar o seu equilíbrio emocional.

E com o intuito de restaurar sua harmonia, pode-se fazer uso de técnicas de relaxamento, como meditação, yoga ou a prática de exercícios físicos leves, como caminhadas.

Em caso de quadros mais graves e SOB A ORIENTAÇÃO MÉDICA, o paciente pode fazer uso de medicamentos e calmantes.

Um dos passos mais importantes no controle ou tratamento é a identificação da causa bem como a busca de uma solução ou forma de amenizar o problema. Medicamentos ou métodos para relaxar não serão efetivos suficientemente se “a raiz dos problemas” persistir a causar mal. No caso do paciente cujo problema é uma rotina muito pesada de trabalho não quer dizer que ele terá que abandonar o emprego, mas sim que ele precisará distribuir e realizar melhor suas atividades sem prejudicar seus momentos de lazer ou com sua família, enfim, sem que isso leve a uma perda na qualidade de vida.

O acompanhamento de um psicólogo não deve ser subestimado!

As mulheres e a ansiedade

Devido às suas atividades diárias e características biológicas, o número de mulheres em quadro de ansiedade generalizada é duas vezes maior que o número de homens. Além disso, as chances são maiores até os 20 anos de idade.

Referências Bibliográficas Externas

AJUDA EMOCIONAL.COM, Como saber sobre a ansiedade

PSICOSITE, Ansiedade generalizada

VILA EQUILÍBRIO, Como controlar a ansiedade

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Insônia – Causas, consequências e tratamento

Olá a todos!

Mais uma vez nós do Giga Mundo decidimos apresentar um texto sobre outro dos problemas de saúde que afligem a população: desta vez a insônia, um mal que literalmente tira o sono de muita gente.

Os especialistas denominam a insônia como sendo a incapacidade de iniciar ou manter o sono, devido a excesso de vigilância causada por alguma situação anormal (resultado de algum incidente recente, estresse, trauma, etc.)

Os mesmos especialistas apontam também que há dois tipos de insônia mais comuns:

  • Situacional – aquela que atinge pessoas que passaram por alguma situação difícil, desconfortável e/ou embaraçosa, como as vítimas de um assalto, por exemplo. Os insones desta categoria geralmente conseguem recuperar-se do trauma após algum tempo, voltando assim a ter noites de bom sono. Alguns profissionais da área de saúde definem esta categoria como sendo transiente;
  • Por problemas psicofisiológicos mais graves – aqui encontramos pessoas com grave quadro de depressão ou ansiedade, bem como estresse prolongado. Encontramos também profissionais cujas atividades possuem turnos alternados (como os pilotos de vôos internacionais), pois sua falta de “rotina para o sono” dificulta o mesmo. Alguns profissionais definem este tipo de insônia em duas outras categorias, a insônia intermitente e a crônica.

As causas ou fatores mais comuns que levam o indivíduo à insônia são:

  • Idade avançada do indivíduo (a insônia afeta principalmente indivíduos de meia-idade e da terceira-idade);
  • Problemas de depressão, ansiedade e/ou estresse;
  • Curiosamente, a insônia afeta mais indivíduos do sexo feminino;
  • Mudanças no ambiente ao redor (uma nova moradia, uma vizinhança mais barulhenta, mudança para um país ou região de fuso horário diferente, etc.);
  • Efeitos colaterais de medicamentos;
  • Diversos problemas de saúde podem levar ou agravar a insônia, como artrite, problemas nos rins ou no coração, asma, apnéia, narcolepsia, síndrome das pernas inquietas, mal de Parkinson e hipertireoidismo;
  • Consumo de cafeína (presente em cafés, refrigerantes e chocolates) ou álcool.

E há vários outros fatores ainda não diagnosticados ou completamente estudados, uma vez que a maioria dos problemas de natureza neurológica podem advir de uma variada combinação de fatores que muitas vezes nem mesmo percebemos!

Cerca de 16 a 40% da população sofre de insônia, desde pais de família preocupados com dívidas a profissionais que muitas vezes fazem plantão ou que possuem uma rotina irregular.

São pessoas que devido à insônia não conseguirão desempenhar muito bem suas tarefas, sentindo-se sonolentas, cansadas. E imagine então como não ficará o quadro, se o problema da pessoa for estresse e depressão com razões ligadas ao trabalho: seu corpo fica cansado, não trabalha direito e isso o irrita ainda mais, agravando o estresse e, conseqüentemente, a insônia.

A insônia afeta também a concentração e o humor das pessoas, podendo levá-las à irritabilidade mais facilmente, além de diminuir a qualidade de vida das mesmas.

Vejamos esta nota, extraída do site Paraná Oline: “Segundo um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (Ibope), em 2003, a sonolência no volante foi a terceira causa de acidentes no Brasil”.

E se pararmos para pensar nos riscos que isso pode oferecer aos profissionais e a quem depende de seus serviços, o temor aumenta ainda mais, pois estamos falando de vigilantes, pilotos de avião, motoristas de ônibus e, até mesmo, de cirurgiões plantonistas!

A fim de prevenir ou tratar o problema, algumas recomendações são feitas:

  • Pratique exercícios regularmente durante o dia, exceto nas quatro horas que antecedem a noite de sono;
  • Crie uma rotina para o hábito de sono, impondo horários para dormir e acordar, inclusive em fins de semana. É importante salientar que mesmo que vá dormir mais tarde, o horário para acordar deve ser mantido o mesmo, a fim de que o corpo “acostume-se”;
  • Quando prócimo da hora de dormir ou após acordar no meio da noite, evite álcool, cafeína, cigarro, assistir televisão, ler livros muito interessantes (e estamos falando sério, pois eles despertam nosso corpo ainda mais) e sedativos (o medicamento somente é aconselhável caso a insônia seja situacional e sob orientação médica);
  • Evite refeições pesadas à noite, pois são mais difíceis de digerir e acabam perturbando o sono. Prefira uma refeição leve, com algumas bolachas e com copo de leite morno;
  • Busque um ambiente calmo, com pouca luz e ruído e uma temperatura agradável. Cuidados com o colchão também são importantes;
  • Mude de posição na cama, pois possa ser que, sem que você saiba, a mesma o esteja o incomodando. Isso é conhecido como “posição do insone”;
  • Busque terapias para relaxamento, como yoga e meditação. Recitar e ouvir mantras ajudam a relaxar o corpo e a mente, facilitando assim o sono;
  • Tome um banho morno antes de ir dormir;
  • Evite pensar nos problemas: deixe para resolvê-los no dia seguinte, quando acordar. E qualquer coisa que você perceba que possa estar tomando sua atenção deve ser afastada, até mesmo o tic-tac de um relógio que prenda sua atenção pode dificultar-lhe ter uma boa noite de sono!
  • E se o sono não chega, levante-se e vá fazer alguma tarefa agradável e relaxante até que o mesmo volte.

Se o problema persistir, procure orientação médica! Com o seu sono você não deve brincar, pois se trata de um momento que deve ser agradável e restaurador, não um suplício.

Bem, se você gostou de nosso artigo e quiser ler mais sobre os assuntos, vamos deixar-lhes aqui as referências bibliográficas que mais nos interessaram, assim pode continuar seus estudos no assunto:

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