Archive for Psicologia

Causas prováveis da depressão

Muito mais do que simples estados melancólicos que acometem as pessoas em determinados períodos de suas vidas, a depressão é uma doença de caráter orgânico com sintomas também emocionais, e que deve ser tratada de um modo eficiente, pois em casos mais graves pode fazer com que o paciente corra risco de morte.

Causas prováveis da depressão

A depressão pode ser definida como uma doença de ordem psíquica com etiologia até o presente momento desconhecida, mas com uma variedade de hipóteses que tentam se afirmar com a verdadeira causa desencadeante da depressão. Segundo a grande maioria dos especialistas e pesquisadores da área de saúde mental, a depressão seria decorrente de um desequilíbrio químico das células nervosas que compõem o organismo dos seres humanos, e este processo seria o responsável pelas alterações de humor que o indivíduo com depressão costuma apresentar.

O que se sabe é que existem vários fatores na vida de uma pessoa propensa a apresentar um quadro clinico de depressão que podem desencadear a doença. Recentes estudos científicos estão tentando achar uma relação entre a influência genética e a depressão apresentada pela pessoa. Segundo esses cientistas, o aspecto genético seria de uma importância relevante para que os seres humanos desenvolvam a depressão. Esse fato explicaria porque indivíduos frentes as mesmas situações estressantes ou traumáticas se comportariam de maneira distinta um dos outros. Enquanto uns acabam ficando deprimidos, outros conseguem se recuperar rapidamente e retomar suas atividades diárias.

Principais sinais clínicos da depressão

De acordo com especialistas na área de psicologia e psiquiatria, os sintomas da depressão são bastante variados e se refletem tanto no físico quanto no campo mental do individuo deprimido. Para que haja um diagnóstico preciso é necessito verificar se a pessoa está tendo somente um estado melancólico em virtude de elegem trauma sofrido, ou então se apresenta os sintomas característicos da depressão. Dentre os principais sintomas orgânicos que sinalizam o problema da depressão estão: Fortes dores de cabeça, sensação de náuseas ou enjoos, dores generalizadas pelo corpo, constipação intestinal, alteração do batimento cardíaco.

Dentre os sintomas psíquicos mais frequentes podemos destacar: Dificuldade de concentração, perda de interesse por coisas que antes sentia prazer em fazer, sentimento de fracasso constante, humor deprimido, alterações no sono, com períodos de insônias ou então dormir em excesso, alterações no apetite, com o consumo exagerado de alimentos, ou então a perda total da vontade de comer, diminuição da libido, pensamentos melancólicos, de fracasso, dificuldades em tomar decisões devido a grande insegurança, e em casos mais graves pensamentos suicidas.

Depressão

Considerações finais

É importante ressaltar que a depressão é uma doença de caráter orgânico com sintomas principalmente psíquicos, que deve ser diagnosticada de maneira correta para que o paciente possa iniciar seu tratamento à base de medicamentos antidepressivos combinados com uma psicoterapia. O não tratamento adequado do quadro depressivo pode resultar no óbito do paciente por suicídio.

Por Salete Dias

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Divórcio e separações conjugais


Quando um casal decide que não quer mais viver junto ele opta pelo divórcio ou pelas separações conjugais. Nesse texto veremos quais as principais diferenças entre um e outro modo, para que as pessoas que viveram juntas possam tomar suas decisões de maneira consciente e sem arrependimentos.

Princípio da separação conjugal

A separação conjugal é uma situação jurídica resultante de uma sentença que encerra a obrigação de um casal viver juntos. A separação de fato não tem valor legal e só é caracterizado pela ausência de vida em comum.

O julgamento de separação é pronunciado no mesmo caso e nas mesmas condições como a de divórcio.

Procedimento das separações conjugais

Os procedimentos para a separação são idênticos aos do divórcio, e se trata de: separação por mútuo consentimento, separação do pedido for aceite, separação por má conduta, separação por violação da vida comum. Nesses casos um advogado deve ser contratado.

Consequências da separação

  • Os cônjuges permanecem casados, mas não continuam a ter uma vida juntos;
  • A separação sempre acarreta a separação de bens;
  • Outras consequências e obrigações decorrentes do casamento permanecem, incluindo o dever de lealdade e obrigação de ajudar, podendo estar sujeito ao pagamento de pensão alimentícia ao cônjuge que dela necessite. Ela pode ser concedida pela decisão de separação condenatória, ou por um julgamento subsequente.

Cada cônjuge retém a utilização da denominação do outro, mas, a pedido de um deles a decisão que ordena a separação pode permiti-los retirar o nome.

Em caso de morte de um dos cônjuges separados judicialmente, o outro cônjuge detém os direitos concedidos pela lei de sucessão ao cônjuge sobrevivente.

Fim da separação conjugal

O fim da separação observa-se:

  • Ou pela retomada voluntária de coabitação: o requerente deve solicitar a um notário ou registrador;
  • Ou o casal opta por um divórcio: nesse caso a pessoa deve contatar um advogado, que vai apresentar o pedido para o tribunal superior.

Princípio e tipos de divórcio

Há quatro casos de divórcio. Alguns divórcios são do tipo contencioso (divórcio para a aceitação irremediável civil ou do princípio de ruptura). Por outro lado, o divórcio pode ser de mútuo consentimento.

Divórcio por mútuo consentimento é um divórcio consensual, no qual os cônjuges concordam com a dissolução do casamento e suas consequências. O divórcio é resolvido por acordo escrito pelos cônjuges e advogados.

Petição do divórcio

O pedido pode ser feito se os cônjuges concordarem com o divórcio e todos os seus efeitos (divisão da propriedade, o poder paternal, pensão alimentícia, indenização compensatória).

Um cônjuge pode pedir o divórcio, se um deles cometeu uma violação grave ou reiterada dos deveres e obrigações do casamento, tornando insuportável a convivência continuada.

Condições para o divórcio

O cônjuge que apresente para o divórcio é invocado por razões de falta, por exemplo: violência (insultos, abuso); adultério (embora o adultério não seja mais uma causa sistemática do divórcio). Esses fatos devem se provados perante o juiz. A prova obtida por meio de fraude ou de violência não são mantidas pelo juiz.

Durante a audiência, a menos que uma reconciliação, o juiz toma medidas provisórias necessárias para a vida do cônjuge e dos filhos enquanto durar o processo de divórcio.

Por Salete Dias

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Distimia – Estado crônico de depressão

A grande maioria das pessoas já ouviu falar em depressão ou estados depressivos. No entanto, a distimia que é uma enfermidade que altera o humor do indivíduo, assim como a depressão, ainda é pouco conhecida pela população em geral.

A distimia é na realidade um estado crônico de depressão, que se caracteriza como um sentimento de tristeza persistente por pelo menos dois anos e que dura a maior parte do dia da pessoa durante um longo período de tempo, trazendo muita infelicidade para o paciente.

Principais sintomas da distimia

A distimia além de se caracterizar por humor triste que o indivíduo sente por muito tempo, o paciente ainda pode sentir muita forme ou ao contrário, ter o seu apetite diminuído, ficar muito sonolento ou ter episódios de insônia, apresentar uma baixa autoestima sensação de muito cansaço e falta de motivação, pensamentos de que não tem capacidade para fazer nada, dificuldade em tomar decisões ou de concentração, além de ter sentimentos de desesperança na vida.

Esses sintomas podem aparecer juntos ou isolados em cada paciente.

Diferença entre distimia e depressão

A distimia ao contrário da depressão deixa o paciente que apresenta um ou mais sintomas ter sensação de que este é modo normal de ser, e que não há nada de errado com ele, caracterizando uma perda de autocrítica quanto à doença, que associada aos vários sintomas da enfermidade pode levar o paciente ao isolamento social, familiar, emocional e profissional.

É relativamente comum uma pessoa sofrer da depressão propriamente dita que já teve um episódio prévio de distimia, o qual geralmente os especialistas costumam chamar de depressão dupla.

A distimia pode ocorrer também, quando o individuo primeiro teve um episódio de depressão, no qual alguns sintomas tenham ficados remanescestes, isso caracteriza um quadro clínico residual de distimia.

Normalmente a distimia pode acometer o individuo ainda na infância, na adolescência ou no início da idade adulta, por isso seu diagnóstico às vezes é difícil de ser feito, pois as pessoas acreditam tratar-se apenas da personalidade do indivíduo e não de um distúrbio emocional.

Nas crianças, pode se expressar por um mau humor ou sensação de irritabilidade ou então por estados de apatia, nos quais a criança fica sempre quieta. Nos adolescentes a distimia normalmente está associada à irritabilidade e atitudes de rebeldia, adição a drogas ilícitas também pode ocorrer.

Tratamento da distimia

Como a distimia geralmente é uma enfermidade associada a outras de origem psicológica, o indivíduo dificilmente procurará ajuda para tratá-la.  O paciente vai ao consultório com queixas associadas à depressão, síndrome do pânico, vícios em drogas, entre outros. Desse modo os pacientes acabam tomando várias medicações para outras enfermidades, mas não especificamente para a distimia.

A distimia de uma maneira geral é tratada com medicamentos antidepressivos e atendimento psicoterápico. A psicoterapia é de extrema importância na terapêutica desses pacientes, e alguns profissionais optam por usarem como base a terapia analítica ou cognitivo-comportamental.

Dependendo do quadro clínico a terapia se entende também a família do paciente, para ajudar na recuperação do paciente e de sua família, uma vez que não é fácil lidar com um indivíduo com distimia, daí a necessidade do tratamento em conjunto.

Por Salete Dias

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Depressão – Causas, riscos e prevenção

Estava aqui, perdido, navegando, quando decidi que já estava na hora de escrever algo mais para quem quer ler um pouco mais, informar-se, no meu site.

Então escolhi falar sobre a depressão, ou transtorno depressivo maior, como também é conhecida, um problema de saúde de natureza inerentemente psicológica/psiquiátrica e que acomete grande parte da população – e pelo qual eu também já passei, durante a minha adolescência.

Imagem-referência à depressão

Este é um problema que não possui uma única razão ou causa. Os motivos podem ser vários, desde alguma disfunção alimentar (deficiência de vitamina B6, por exemplo) à submissão a stress intenso e rotineiro.

Este é um problema preocupante pois, segundo pesquisas da Associação Brasileira de Psiquiatria, sendo que de 3 a 11% da população saudável pode contrair o problema e, no caso de pessoas com algum tipo de doença física, a probabilidade aumenta para 22 a 33%, sendo que 80% das pessoas que já passaram por problemas de depressão podem voltar a contrair o problema!

Bem, diante de tantos números, fica claro que a depressão não se trata somente de “estar triste”. A depressão afeta profundamente o estado de humor da pessoa, levando facilmente a rápidas mudanças. Geralmente, quando sob pressão ou situações desconfortáveis, tais pessoas demonstram-se irritadas, tristes ou nervosas de forma mais exagerada do que uma pessoa normal se comportaria.

A depressão pode levar o indivíduo a isolar-se, abandonar atividades que antes considerava prazerosas, crises de insônia (ou mesmo dormir muito mais que o costume) ou de choro, pensamentos suicidas, perda do apetite, etc. Os sintomas são muitos e variam bastante, de pessoa para pessoa, bem como da causa da depressão.

Quando uma pessoa apresenta tais sintomas, o melhor a se fazer é tentar confortá-la, ouvi-la, buscar compreender seus problemas, mesmo que não pareçam graves – uma pessoa com depressão costuma ver os problemas em uma escala exagerada, então desdenhar do mesmo só piora a situação – e buscar indicar orientação médica.

Consultas a um psicólogo (ou a um psiquiatra) são sempre a melhor forma de iniciar-se o tratamento. Caso a crise não seja grave (como, por sorte, fora o meu caso), é possível resolvê-la por meio de várias sessões.

Se o caso não for tão simples, há a possibilidade de buscar socorro em tratamento por meio de medicamentos e tratamento por meio de estimulação de regiões cerebrais.

Dentre os tratamentos medicamentosos, podemos destacar o emprego de Inibidores Seletivos da Recaptação da Seotonina (ISRS), Tricíclicos e Tetracíclicos. Cada qual atua de uma forma diferente sobre um dos vários grupos de neurotransmissores que atuam em nosso organismo. Por exemplo, se for perceptível que há necessidade de inibição da serotonina no organismo, o mais indicado é o uso de algum ISRS.

No campo dos tratamentos não-medicamentosos (ou seja, que não prescrevem medicamentos), podemos destacar a eletroconvulsoterapia (ECT), a estimulação do nervo vago (VNS, da sigla em inglês) e a estimulação profunda do cérebro.

Infelizmente ainda não há excelentes meios para diagnosticar de forma rápida e eficiente qual o tipo de depressão a fim de saber qual a melhor forma de tratamento. Segundo a revista Galileu (edição de agosto de 2007), a medicina hoje ainda tenta descobrir para cada paciente por meio da “tentativa-e-erro”, isto é, um dos medicamentos é administrado (geralmente um ISRS inicialmente) e, se não der certo, passa para o próximo e, caso nenhum dos medicamentos surta efeito (não me lembro agora dos dados exatos, mas, se bem me lembro, cerca de 25% das pessoas demonstram resistência aos inibidores supracitados, sendo necessária, então, a aplicação de tratamento não-medicamentoso).

Uma vida saudável, sem stress ou onde tal situação seja facilmente gerenciável e uma boa alimentação são algumas das coisas que nós do Giga Mundo gostaríamos de indicar a quem possa ter se identificado com os sintomas daqui, principalmente se ainda não estiver em estágios avançados da depressão, pois quanto mais cedo tal problema for percebido e resolvido, mais eficazes são o tratamento e/ou métodos para prevenção.

E prevenir, como sempre, é melhor do que remediar.

Ah! E uma vida agradável e alegre ao lado das pessoa que se ama também é um ótimo meio de mostrar ao seu organismo que “está tudo bem e é você ainda quem está no controle”. 😉

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Como acabar com a ansiedade e o estresse

A ansiedade e o estresse são dois estados emocionais que, em doses moderadas, não são maléficas. O estresse ajuda-nos a melhor focar em nossas atividades em determinados momentos do dia, quando nos sentimos mais pressionados, já a ansiedade trata-se de uma emoção que se relaciona ao nosso desejo ou repulsa em relação a algo.

Entretanto, quando estamos constantemente sob qualquer uma dessas emoções por um tempo demasiadamente longo, os mesmos podem apresentar efeitos psicológicos devastadores. Diversos problemas de saúde podem ser desencadeados devido ao forte estresse e transtornos de ansiedade podem começar devido ao mesmo. Desta forma, é necessário que saibamos como acabar com a ansiedade e o estresse ou ao menos como controlar os mesmos a fim de mantê-los a níveis saudáveis. Vamos nessa?

Exercícios de meditação

Uma das muitas formas de controlar os níveis de ansiedade e estresse é por meio da prática de exerecícios de meditação que ajudem no relaxamento físico e mental.

Alguns exercícios podem ser desenvolvidos até mesmo no ambiente de trabalho, requisitando coisas simples como:

  • Busque sentar-se em uma posição confortável;
  • Comece a ouvir uma música calma e feche os olhos;
  • Esvazie a sua mente, esquecendo-se de todos os seus problemas;
  • Comece a pensar em coisas agradáveis (eventos, família, etc.);
  • Mantenha-se nesse estado por tempo suficiente para sentir-se relaxado, possivelmente cerca de 10 minutos.

Quanto mais praticar este exercício, mais efetivos serão seus resultados!

Relaxamento corporal

Da mesma forma que a meditação, o relaxamento corporal leva também a um relaxamento mental, um estado propício para aliviar o estresse e a ansiedade.

Há muitas formas de relaxamento corporal, algumas delas são por meio de banhos quente, massagens, caminhadas lentas no ambiente em que se encontra, etc.

Muitas das formas de relaxamento corporal exigem que haja uma certa privacidade, de tal forma que são mais aconselhados para serem feitos em casa, após um longo dia de trabalho, descarregando assim o estresse acumulado.

Organização de seu tempo e produtividade

Este é um ponto crucial que deveria ser praticado por todas as pessoas! O estresse em um ambiente de trabalho gerlamente nasce de problemas de organização do tempo que levam, consequentemente, a problemas de produtividade.

Aprenda a administrar melhor o seu tempo e consequentemente irá melhorar a sua produtividade, reduzindo o número de tarefas pendentes acumuladas e, assim, alcançando menores níveis de estresse!

Seguindo essas três dicas que, apesar de básicas são bastante eficientes, você terá em mãos importantes ferramentas para acabar com a ansiedade e o estresse em seu dia-a-dia!

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Ainda lembra como evitar o stress?

E aproveitando que “reviramos o baú de antiguidades do Giga Mundo” no artigo anterior quando falamos sobre planejar a aposentadoria, que tal falarmos também sobre como evitar o stress?

Sim, já falamos sobre isso anteriorment, mas parece que ninguém nos ouviu, pois o mundo continua cheio de pessoas com problemas de saúde devido ao stress cotidiano, sendo assim, vamos “gritar” mais alto dessa vez e quem sabe alguém nos ouvirá? 🙂

Como você já deve saber o stress não é um bom amigo de seu bem estar e saúde. Existe, digamos, um nível aceitável de stress que até faz bem para nossa saúde, assim eu divido o stress em dois tipos: “o stress do bem” e “o stress do mal”.

O “stress do bem” age nas nossas vidas para nos manter “ligados” e atentos a diversos momentos e reações de nosso dia a dia, ou seja, nos faz bem porque nos ajuda a melhor reagirmos às adversidades.

Já o “stress do mal” é um grau elevado do stress que não deixa que você reaja de forma pensada em algumas situações do dia a dia e pode fazer mal ao seu organismo (dificultar a respiração, cansaço do corpo e mente, doenças e dificuldades sexuais, etc.).

Veja aqui algumas dicas rápidas sobre como evitar o stress:

  • Leve uma vida saudável – Descanse o suficiente, alimente-se bem, faça exercícios, passeie com a(o) namorada(o), vá à praia com a família, tenha um tempo para você;
  • Tenha uma relação amigável com pessoas ao seu redor – Converse mais com sua família, brinque com seus filhos, bata um papo legal com os amigos, busque entender seu filho adolescente, veja fotografias antigas, etc.
  • Dedique-se a uma atividade interessante – Faça algo que possa lhe agradar e funcione como um hobby, um passatempo. Conheço uma pessoa que nos finais de semana, para relaxar da pressão do trabalho, criava roupas e objetos de design para um jogo online, no inicio era só passa-tempo, hoje parte da renda dela vem de sua empresa virtual de design para jogos online;
  • Não fique nervoso à toa – Não pressione demais as pessoas em busca de resultados absurdos, seja um pouco mais flexível com as situações,. Um pouco mais de paciência faz muito bem, não busque perfeição no colega de trabalho, tente entender o próximo.

E se em algum momento na sua vida o stress vier, sinta o stress,  tristeza ou raiva durante 5 minutos. Depois, levante a cabeça e siga em frente – é você quem pode mudar a sua vida, então não se deixe levar pelo stress ou outros problemas do cotidiano.

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